Música no Museu homenageia Jacob do Bandolim

Jacob do Bandolim foi o grande homenageado em apresentação do projeto Música no Museu, nesta quinta-feira (13/10), no salão nobre do Palácio Tiradentes, sede da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). As musicistas Daniela Spielmann (saxofone e flauta) e Sheila Zagury (piano) apresentaram clássicos da obra de Jacob, como Doce de Coco, Receita de Samba e Noites Cariocas. “É uma honra tocar nesse palácio histórico, a obra do Jacob do Bandolim também é histórica, e poder juntar as duas coisas é incrível. Hoje, apresentamos uma prévia do nosso projeto em homenagem ao centenário do Jacob, que vai ser lançado oficialmente no ano que vem”, disse Daniela. Jacob Pick Bittencourt, o Jacob do Bandolim, completaria cem anos em fevereiro de 2018.

O concerto deu continuidade à agenda dos meses de setembro e outubro do Música no Museu, que homenageia imortais da música brasileira e gênios internacionais. “Mais uma vez, ressaltamos a importância da produção musical brasileira num cenário espetacular e de beleza histórica, que é o salão nobre da Alerj. Destaque memorável para a obra de Jacob do Bandolim, um dos imortais da música brasileira que transcendeu em muito os limites da Rádio Ipanema, onde começou em 1937”, disse o coordenador do projeto, Sérgio Costa e Silva.

Música de graça

O projeto Música no Museu foi criado em 1997 e completa, em 2017, 20 anos de concertos gratuitos em mais de 40 museus, centros culturais e igrejas pelo Rio de Janeiro. Com o objetivo de incentivar a renovação da música popular brasileira e democratizar o acesso à cultura, convida músicos de todas as idades e quebra barreiras entre a música clássica e outros gêneros. O projeto também acontece em outras cidades brasileiras e até mesmo fora do país. Na Alerj, é promovido em parceria com a Subdiretoria-geral de Cultura. O Música no Museu já conquistou vários prêmios e vai receber mais um em novembro: foi o único projeto brasileiro a ganhar o prêmio Cultura Viva. A entrega será em Madri, na Espanha.

Instrumentistas fazem concerto no Palácio Tiradentes em homenagem a Jacob do Bandolim

Mais um concerto do projeto “Música no Museu” em parceria com a Subdiretoria-geral de Cultura da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) acontece nesta quinta-feira (13/10), às 18h, no Salão Nobre do Palácio Tiradentes. As musicistas Daniela Spielmann (saxofone e flauta) e Sheila Zagury (piano) apresentam um repertório que mistura seus últimos projetos com o novo show que reúne clássicos da obra de Jacob do Bandolim (1918-1969) – o “bamba” do choro e do samba-canção – e também composições de Pixinguinha.

O concerto dará continuidade à agenda do projeto que, no bimestre de setembro e outubro, homenageia os imortais da música brasileira e os gênios internacionais. “Mais uma vez ressaltamos a importância da produção musical brasileira num cenário espetacular e de beleza histórica, que é o salão nobre da Alerj. Destaque memorável para a obra de Jacob do Bandolim, um dos imortais da música brasileira que transcendeu em muito os limites da Rádio Ipanema, onde começou em 1937”, disse o coordenador do Projeto Música no Museu, Sérgio Costa e Silva.

Instrumentistas requisitadas por grandes nomes da música brasileira, Daniela Spiemann e Sheila Zagury apresentam um repertório com obras consagradas como “Doce de coco”, “Receita de samba” e “Noites cariocas” do mestre Jacob do Bandolim. “Acho uma honra tocar neste Palácio, rememorando o Rio antigo, seja através da música ou da arquitetura. São 90 anos de inauguração do Palácio Tiradentes e, Jacob, nosso homenageado, estaria completando 99 anos,” lembrou Daniela.

Serviço:

Palácio Tiradentes – Rua Primeiro de Marco s/nº – Praça XV – Centro

Dia 13 (quinta-feira) – 18h

Capacidade: 150 lugares

Haverá distribuição de senhas 20 minutos antes do início da apresentação na entrada principal do Palácio Tiradentes. O acesso para cadeirantes é feito pela Rua Dom Manuel, s/nº. A entrada é franca.

Tapumes da Alerj viram arte urbana

Os tapumes brancos ao redor do Palácio Tiradentes, sede da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), vão ganhar cor e traços contemporâneos com o grafite do artista Gleydston Ferreira dos Santos, de 42 anos, conhecido como Barba. Munido de 50 tubos de tinta, cada um com 300 ml, ele vai dar uma cara nova à área branca, com paisagens e ícones da cidade do Rio de Janeiro, como Pão de Açúcar, Corcovado, Vista Chinesa, Arcos da Lapa e Maracanã.

O objetivo da pintura é dialogar com a arquitetura do Palácio, inaugurado em 1926, enquanto as obras de restauro não são concluídas. “Temos o exemplo do painel pintado pelo Kobra, que fez sucesso no Boulevard Olímpico. Gente de todo canto adorou. A Alerj quis incentivar a arte urbana chamando Barba para dar esse toque de modernidade ao local”, disse Leonardo Guimarães, coordenador da Subdiretoria-geral de Cultura da Alerj.

Barba começou no grafite há 12 anos, quando ainda cursava a faculdade de Publicidade. Seu primeiro contato com o estilo artístico foi durante o estágio. De lá para cá, o grafiteiro não parou mais. “Já participei de projetos no Rio, na época da Copa do Mundo ‘Copa Grafite’, fiz trabalhos artísticos no metrô, produzi conteúdo para o Cirque du Soleil. É sempre gratificante”, declarou.

A arte deve ser finalizada até a próxima semana. Quando pronta, ficará pelo menos cem dias exposta, para deleite de cariocas e turistas.

Alerj celebra 90 anos da Academia Carioca De Letras

Nesta quinta-feira (06/10), a Comissão de Cultura da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) realizará uma solenidade para comemorar os 90 anos da Academia Carioca de Letras. A celebração acontecerá no Plenário Barbosa Lima Sobrinho, no Palácio Tiradentes, às 18h30.

Segundo Zaqueu Teixeira (PDT), presidente da comissão, a Academia é muito importante para os cariocas e a cultura da cidade. “São 90 anos valorizando a cultura e a literatura do povo carioca. A comissão e a Alerj não poderiam deixar uma data tão expressiva passar em branco”, declarou. A instituição é considerada de utilidade pública federal e estadual, além de ser, de acordo com a Lei 970/66, um órgão consultivo do Estado do Rio de Janeiro em assuntos de cultura.

Estarão presentes na celebração Ricardo Cravo Albin, presidente da Academia, e a Secretária de Estado de Cultura, Eva Doris Rosental.

Outubro Rosa na Alerj

A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) programou uma série de atividades em outubro, entre elas shows e rodas de conversa com especialistas e autoridades de saúde para conscientizar as mulheres a respeito da importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama – o segundo de maior incidência no Brasil, atrás apenas do câncer de pele.

O chamado Outubro Rosa é um movimento que nasceu nos Estados Unidos na década de 1990 e se multiplicou desde então por diversos países. A idéia é que, durante todo o mês, sejam promovidos eventos para chamar a atenção da sociedade sobre os riscos da doença. Na Alerj, a programação começa nesta terça-feira (4/10), com show da banda Elas por Elas, na escadaria do prédio anexo ao Palácio Tiradentes, em frente à Praça XV. O evento, organizado pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Casa, começa às 18h. No repertório, sucessos de cantoras que se destacaram no cenário musical em diversos estilos, como Maria Bethânia, Elis Regina, Anitta e Sandra de Sá.

As deputadas que integram a comissão também vão soltar balões comemorativos durante o evento. “Vemos mulheres tendo sua saúde ceifada, suas condições precarizadas por causa de uma doença que pode ser prevenida. Seja para falar de prevenção, exames, ou mamógrafos, é essencial ter esse mês para pautar o tema na sociedade”, explica a presidente do grupo, deputada Enfermeira Rejane (PCdoB).

Rodas de conversas

Os eventos do Outubro Rosa na Casa não param por ai. Para levar informação às mulheres fluminenses, a Alerj também vai realizar rodas de conversas sobre temas como a urgência na realização do tratamento e a incidência do câncer em mulheres grávidas. As palestras serão realizadas nos dias 17, 18, 21, 25 e 27 de outubro. Entre os convidados, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, Ruffo de Freitas Júnior, e o secretário estadual de Saúde, Luiz Antônio de Souza Teixeira Jr. A importância do apoio da Alerj também foi apontada pela médica e deputada Ana Paula Rechuan (PMDB). “Podemos trazer as entidades que lidam com o câncer e colocá-las em contato com a população para ter as informações corretas, pois assim cria-se um caminho de conversa para temas específicos, como câncer na gravidez e a vida após a doença, entre outros”, diz.

A arte pop de Leandro Figueiredo chega à Alerj

Os traços cartunescos, as cores e sombras expressivas e contrastantes dão forma a personagens característicos em situações do cotidiano: assim as obras de Leandro Figueiredo convidam o público a refletir e a criar suas próprias histórias. Com quinze telas do premiado artista, que já expôs em Paris e Londres, a mostra Densidade, Frequência, Uma Ou Outra Onda foi aberta na quinta-feira (22/09), no terceiro andar do Palácio Tiradentes, e ficará disponível para visitação gratuita pelo público até o dia 22 de outubro. Figueiredo explica que gosta que as pessoas interajam com seu trabalho, se divirtam e se sintam confortáveis. “Ao ver a imagem de alguém sentado no banco de uma praça, por exemplo, você pode olhar e imaginar quando ele chegou e sentou ou quando ele saiu. É essa a grande ideia que eu procuro passar. Quero que fiquem à vontade. Às vezes, me questionam do que se trata determinado quadro e digo: cara, cria sua história. Tenho a minha, como artista, mas quero que você crie a sua”, afirma.

Na arte contemporânea e pop do designer por formação, são utilizados múltiplos materiais e técnicas, como acrílico, óleo, grafite, carvão e giz. “Ele é um artista com muitas possibilidades”, avalia Alexei Waichenberg, o curador da exposição. Segundo Waichenberg, as obras foram organizadas em três partes, que dão nome à mostra: “É uma obra densa, ao mesmo tempo que é colorida e atraente. Ela mostra o lado da reflexão e da plasticidade, pura e simples. São dias azuis e dias cinzentos. O Leandro pinta cenas cotidianas, temas ligados à música e cenas contemplativas”, diz. É a primeira exposição individual do artista. Alguns dos quadros são do seu próprio acervo e outros pertencem a colecionadores, como ‘Alda’, que pertence à atriz Alinne Moraes. Estão também entre as telas ‘Herói da Mobilidade Urbana’, ‘Batera’ e ‘Bonfá e Pi’.

Recepção do público

Para o designer gráfico Henrique Rocha, o traço único e inovador é o que mais chama atenção no trabalho de Leandro Figueiredo. “É o tipo de artista que pode ter qualquer desenho reconhecido com facilidade. Ter essa marca registrada é muito legal. E você sente uma pessoalidade nas obras”, analisou. A publicitária Isadora Filizola acrescentou: “Vi muito realismo. Principalmente em um quadro que tem um homem lendo o jornal e outro vendo o celular (‘Cada um na sua’). Acho que tem um pouco de crítica à realidade também. Gostei bastante”, disse a espectadora.

O artista

O paulistano Leandro Figueiredo vive no Rio de Janeiro desde os 10 anos de idade. Com pai músico e tia artista plástica, fez aulas de piano e bateria e sempre esteve envolvido com o mundo da arte. Quando criança, fazia caricaturas dos amigos e criava personagens em tom de humor. Formou-se em design pela PUC-Rio em 1998, trabalhou na área e foi empresário do mercado de tecnologia, mas nunca deixou o desenho.

Acabou transformando o hobby das artes plásticas em profissão e suas pinturas em tela ganharam o mundo. Em 2012, teve a primeira exposição no Carroussel do Louvre, em Paris e, um mês depois, em Londres. Reconhecido pela Divine Académie Francaise des Arts Lettres et Culture, já teve também suas obras expostas em várias partes do Brasil e do mundo.

 

Exposição “Densidade, frequência, uma ou outra onda”

De 22 de setembro a 22 de outubro

Horário: segunda a sábado, das 10h às 17h; domingos e feriados, das 12h às 17h

Endereço: Palácio Tiradentes: Rua Primeiro de Março, s/nº – Praça XV

Tel: (21) 2588-1186

Acesso para cadeirantes pela Rua Dom Manuel, s/nº – atrás do Palácio. Entrada franca.

Palácio Tiradentes recebe exposição “Densidade, Frequência, Uma Ou Outra Onda”

Depois do sucesso das exposições “Gigantes Paralímpicos”, “Legados da Grécia” e “Mundo Mágico”, que atraíram mais de 11 mil visitantes nos últimos três meses, o Palácio Tiradentes recebe a exposição “Densidade, freqüência, uma ou outra onda”, do artista plástico Leandro Figueiredo. Ao todo, quinze obras criadas nos último cinco anos ficarão expostas no Salão Nobre do Palácio, entre 22 de setembro e 22 de outubro. A abertura acontece nesta quinta-feira (22/09), às 18h. O artista, premiado em Paris, usa traços e sombras em preto e branco feitos com lápis grafite e pastel seco, além de acrílico sobre tela e guache em obras que abordam a relação do público com a arte. “É a arte contada pelos olhos de quem a vê”, traduz ele. Seu trabalho apresenta personagens inseridos em situações do cotidiano como as telas “Azul geladeira”, “Batera” e “Aconchego de outono”.

“É um convite ao colorido que trazemos da infância, como surfar a onda do artista e entender que, por detrás do jovem criador percebemos as pinceladas de um amor manifestado”, avalia o curador da exposição, Alexei Waichenberg. A mostra poderá ser visitada de segunda a sábado, das 10h às 17h. Domingos e feriados, das 12h às 17h.

Leandro Figueiredo

O paulistano Leandro Figueiredo é formado pela em Design pela PUC-RJ. Transformou o hobby das artes plásticas em profissão. Em 2012, participou de exposições internacionais como o “Carroussel du Louvre”, em Paris e “The Brick Lane Gallery, em Londres. Em 2013, recebeu a comenda da “Divine Académie Francaise des Arts Lettres et Cultura”, no Palacette Julieta de Serpa.

Serviço

Exposição “Densidade, freqüência, uma ou outra onda”

De 22 de setembro a 22 de outubro

Horário: segunda a sábado, das 10h às 17h; domingos e feriados, das 12h às 17h

Endereço: Palácio Tiradentes: Rua Primeiro de Março, s/nº – Praça XV

Tel: (21) 2588 1186. Acesso para cadeirante pela Rua Dom 12Manuel,s/nº – atrás do Palácio. Entrada Franca.

Ministro dos esportes visita exposição “Gigantes Paralímpicos” no Palácio Tiradentes

A exposição “Gigantes Paralímpicos – A História do Esporte Paralímpico no Brasil e no Mundo” terá um visitante ilustre: o ministro dos Esportes, Leonardo Picciani, vem nesta quarta-feira (14/09), às 15h, para prestigiar a mostra no Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

A exposição conta com medalhas de atletas, objetos como as tochas olímpica e paralímpica e a primeira cadeira de rodas desenvolvida no país para uma prova de atletismo, em 1987. A exposição fica no Palácio Tiradentes até o dia 22 de setembro.

Serviço

Gigantes Paralímpicos – A história do Esporte Paralímpico no Brasil e no Mundo

Local: Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro – Rua Primeiro de Março, s/n°, Centro – Rio de Janeiro

Período: 06 a 22 de setembro, de segunda à sábado, das 10h às 17h; domingos e feriados, das 12h às 17h. Entrada gratuita; acesso para cadeirantes pela Rua Dom Manuel

Música no Museu: Duo apresenta resgate do choro

Canções de músicos brasileiros imortalizados – como Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Jacob do Bandolim, Chico Buarque e Heitor Villa Lobos – encheram o Salão Nobre do Palácio Tiradentes na noite desta quinta-feira (08/09). O duo Marco de Pinna e Marcos Guida, respectivamente, no bandolim e no violão de sete cordas, apresentou um resgate do choro desde seus primórdios até os dias atuais. No repertório, clássicos como ‘Carinhoso’, ‘Nostalgia’ e ‘Choro Bandido’.

Valsa e tango também tiveram lugar no concerto, com direito a uma composição original de Pina: ‘Campista’. Os artistas se conheceram na faculdade, há mais de vinte anos. “Fazemos juntos há muito tempo essa preservação da música popular brasileira, no Brasil e no exterior”, contou Pina. “Executar canções de artistas tão importantes é uma responsabilidade muito grande. A gente procura fazer algo bacana e agradar o público”, disse Guida.

A apresentação faz parte do Música no Museu, no mês de homenagem aos ‘Imortais da Música Brasileira e os Gênios Internacionais’. Criado em 1997 para popularizar a música clássica no Brasil, o projeto consiste em concertos gratuitos em museus, centros culturais e outros prédios históricos do Rio de Janeiro. Atrai um público anual de cerca de 60 mil pessoas. Na Alerj, tem a parceria da Subdiretoria-Geral de Cultura.

Os músicos

O bandolista Marco Pinna é professor, diretor, compositor, arranjador e solista. Foi um dos fundadores do Nó em Pingo D’água, grupo que venceu o terceiro Concurso de Conjuntos de Choro na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Formou o conjunto Vibrações e atuou no final da década de 1990 como professor e orientador de música popular brasileira nos Estados Unidos. Gravou o LP Chorinho Diferente, com participação dos maestros Radamés Gnattali e Orlando Silveira. Foi solista do CD Pixinguinha e gravou o CD Velha Guarda da Mangueira.

Marcos Guida é economista por formação. Seguiu o caminho musical sob a batuta de Jorge Simas e Voltaire Muniz, seus grandes mestres. Fez parte de grupos de choro e de samba, como Teia de Aranha e Feitio de Oração, com diversas apresentações em locais destinados à apreciação da música brasileira.

Por Symone Munay