“Caminhos do Brasil Memória” já distribuiu seis mil passaportes 

Desde o seu início, no mês passado, “Caminhos do Brasil Memória” já distribuiu cerca de seis mil passaportes aos cariocas e turistas que visitaram, aos sábados, domingos e feriados os 11 museus e  centros culturais do Centro Histórico Praça XV. Neste fim de semana, a atração no Saguão Getúlio Vargas do Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa, será a apresentação dos alunos de canto lírico do curso técnico da Escola de Música Villa-Lobos, que estreiam sábado novo horário na programação, agora às 13 horas.
A preparação vocal dos integrantes do coral é das professoras Hélida Lisboa e Suzana Santana. Com 28 anos de experiência em música, atuando como cantora desde a infância (gravou três discos gospel nos anos 90) e como professora desde 2002, Hélida é mestre em educação musical e bacharel em Canto Lírico. Já Suzana Santana é também professora e um dos destaques do Madrigal do Villa, grupo criado em 2017 para difundir repertório de cunho religioso/ritualístico de origens, estilos, compositores e arranjadores diversos.
“Caminhos do Brasil-Memória – Centro Histórico Praça XV”, lançado no dia 19 de outubro, é um projeto coordenado e realizado pela Diretoria de Cultura da Alerj e vem construir um olhar sobre os diferentes ciclos históricos e culturais da região da Praça XV e adjacências, numa confluência de interesses em comum que reúne ao Palácio Tiradentes, o Paço Imperial, o Museu Naval, o Museu da Justiça, o Instituto Histórico-Cultural da Aeronática, o Centro Cultural dos Correios, o Centro Cultural Banco do Brasil, a Casa França-Brasil, a Irmandade Santa Cruz dos Militares, o Museu Histórico Nacional e o Museu da Imagem e do Som.
Em parceria com a Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro e do Governo do Estado, questões relacionadas à segurança, acessibilidade e mobilidade estão sendo trabalhadas com vistas a proporcionar benefícios ao cidadão fluminense e aos turistas. O projeto recebeu apoio da Comlurb, CET-Rio, RioLuz, Guarda Municipal, Centro Presente. e Superintendência do Centro da Prefeitura, entre outros. No início de novembro, a PM abraçou o projeto, e deu início a um projeto especial de patrulhamento da área compreendida pelos 11 museus e centros culturais que fazem parte do percurso. Mais de 20 policiais do 5º BPM passaram a ficar de prontidão em cinco pontos estratatégicos entre os equipamentos culturais, reforçando o efetivo do Centro Presente e da Guarda Municipal.
Já passaram pelas escadarias e pelo Saguão Getúlio Vargas grupos como Doces Bardos, que apresenta esquetes teatrais inspirados no álbum “Clube da Esquina 2”; integrantes do coro da Escola de Música Villa-Lobos com o espetáculo Bitucanto, em homenagem a Milton Nascimento; o grupo de chorinho Chorando Baixinho; e a Bateria Feminina Fina Batucada, que arrastou os visitantes em um cortejo que sacudiu a Praça XV.
Um dos destaques do projeto é o passaporte que garante gratuidade em todos os museus do Centro Histórico Praça XV. Com o passaporte, os visitantes têm desconto de 45% no Edifício Garagem Menezes Cortes aos fins de semana. Após cada visita, deverão requisitar o carimbo em todas as instituições culturais. Uma vez que todos os espaços estejam visitados, o portador ganhará o direito de vivenciar uma experiência marinheira no Navio-Museu Bauru; no Submarino-Museu Riachuelo; na Nau dos Descobrimentos; o Helicóptero Rei dos Mares e no Carro de Combate Cascavel, atrações no Espaço Cultural da Marinha. E também será contemplado com 50% de desconto no AquaRio.
Serviço:
“Caminhos do Brasil Memória”

Apresentação dos alunos de Canto Lírico da Escola de Música Villa-Lobos

Sábado, 30/11, às 13h

Saguão Getúlio Vargas, Palácio Tiradentes

Rua Primeiro de Março, S/N Centro

Tríades Republicanas: 130 anos da Proclamação da República

De 1889 a 2019, permanece a pergunta: qual é a face da República no Brasil? Em 130 anos a cidade do Rio de Janeiro foi palco de diversas experiências de construção da “imagem” da Res Publica brasileira. Os principais símbolos que nasceram com o 15 de novembro de 1889 eram a base da batalha de legitimidade do novo regime: golpe ou revolução? Futuro ou tradição? Povo bestializado ou um corpo cívico com unidade de “Ordem e Progresso”? No dia 26 de novembro, a Diretoria de Cultura da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, em parceria com o Museu da República e o Templo da Humanidade (Igreja Positivista do Brasil), vai inaugurar a exposição “Tríades Republicanas: 130 anos da Proclamação da República”, onde exibirá, pela primeira vez, simultaneamente, as três primeiras bandeiras do Brasil republicano.
A primeira delas, considerada a “Bandeira Militar”, é, muito provavelmente, a menos conhecida. Dois dias após a proclamação da República, Custódio José de Melo, comandante do cruzador Almirante Barroso, da Marinha Brasileira, que estava no Sri Lanka em uma missão de volta ao mundo, recebeu um telegrama notificando-o dos fatos e com a ordem de substituir na bandeira imperial hasteada na embarcação, a coroa por uma estrela vermelha até receber a bandeira definitiva. O que só veio a acontecer cinco meses mais tarde, em oito de abril de 1890. Já a “Bandeira Liberal”, com listras verde e amarelas, muito semelhante à bandeira dos Estados Unidos, foi hasteada no vapor “Alagoas”, que levou a Família Imperial para o exílio, no dia 17 de novembro. Finalmente, a primeira bandeira da República, ou a “Bandeira Positivista” com o desenho conhecido nos dias de hoje, teria sido confeccionada pelas filhas de Benjamin Constant e oferecida à Escola Superior de Guerra em 1890.
Além das bandeiras serão expostas mais duas tríades: os bustos do artista Décio Villares, representando a tríade cívica positivista: Tiradentes, José Bonifácio e Benjamin Constant; a urna que elegeu o marechal Deodoro da Fonseca na Assembleia Constituinte de 1891, que na verdade era uma papeleira do imperador; a urna de lona usada em meados do século XX e a urna eletrônica dos dias atuais. A compreensão destes símbolos e de seus conteúdos nos impulsiona a construir um olhar sobre os ideais e permite entender quais as ideias de povo, nação e sociedade se encontravam em jogo para os republicanos na virada do século XIX para o XX e de que forma permaneceram ao longo de 130 anos de República. Partindo da concepção das tríades na construção da narrativa republicana a partir do 15 de novembro, a exposição busca se alicerçar exatamente neste ponto: apresentar os tripés de símbolos nacionais, abrangendo a luta pelas suas diversas representações até a suas recepções nos dias atuais.
“Essa exposição representa a evolução e a ressignificação da história da participação política do Brasil, da Proclamação da República ao dias atuais. E marca também o início de um processo que levará à consolidação do Palácio Tiradentes como o equipamento cultural da cidade a partir do ano que vem, com a mudança de endereço da Assembleia, quando se tornará a “Casa da Memória Histórica da Política Brasileira”, afirmou o  diretor de Cultura da ALERJ, Nelson Freitas.
Segundo o deputado André Ceciliano, presidente da ALERJ, “nosso compromisso é promover o acesso da população às principais fontes de conhecimento guardadas na memória nacional que fazem parte dos ideais de construção da nossa democracia. Nesse contexto, o Palácio Tiradentes desempenhou um papel relevante na construção de um Brasil politicamente independente e sustentável”.
Serviço:
Trí­ades Republicanas: 130 anos da Proclamação da República
De 26 de novembro a oito de março de 2020, das 10h às 17h
Local: Salão Nobre do Palácio Tiradentes – Rua Primeiro de Março S/N – Centro

Banda de jazz dos bombeiros se apresenta dia 14 nas escadarias do Palácio Tiradentes

Em mais uma edição do projeto “ALERJ ao Pôr do Sol”, o Quinteto de Jazz 193, banda formada por oficiais do Corpo de Bombeiros, fará uma única apresentação na escadaria do Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa, dia 14/11, quinta-feira, às 17h30, misturando clássicos e sucessos populares brasileiros e internacionais. O show seria realizado na quinta-feira passada mas foi adiado devido às chuvas.

O quinteto é formado pelos músicos Levy (clarinete e saxofone), Claudio (bateria); José Maria (guitarra e saxofone); Diógenes (contrabaixo) e Wander (trompete), todos do corpo de subtenentes da corporação.

A ideia da parceria entre a Alerj e o Corpo de Bombeiros surgiu em julho depois de uma apresentação da Banda Sinfônica da corporação, que reuniu um grande público na escadaria do palácio para celebrar os 163 anos da instituição. Por solicitação do presidente da Alerj, o deputado André Ceciliano (PT), o projeto “Alerj ao Pôr do Sol” foi criado pela subdiretora-geral de Cultura,  passando assim a fazer parte do cardápio de atrações do “Centro Histórico” da cidade.

“É uma enorme satisfação conferir que a cada edição o projeto atrai mais e mais pessoas que, no caminho para casa, têm a oportunidade de ouvir música de excelência e qualidade estética e artística”, afirmou o subdiretor de Cultura da Alerj, Nelson Freitas.

O evento é gratuito e aberto à população.

Serviço:

Alerj ao pôr do sol – Quinteto de Jazz 193

Dia 14/11 às 17h30

Escadaria do Palácio Tiradentes

Rua Primeiro de Março S/N – Praça XV

Sons de Minas no Salão Getúlio Vargas

Os sons de Minas Gerais vão ecoar neste sábado, 16/11,  no Palácio Tiradentes em mais uma etapa do “Caminhos do Brasil Memória”. O grupo Doces Bardos, surgido no ano passado em homenagem dos 40 anos do álbum “Clube da Esquina 2”, fará uma apresentação no Saguão Getúlio Vargas, com esquetes teatrais para transmitir a alma deste conhecido álbum que chamou atenção pelas composições engajadas e a miscelânea de sons da década de 1980, e que repercute até os dias de hoje.
Os Doces Bardos é um grupo de difícil definição: são 21 cantores em cena, mas eles não são um coro. Atuam, mas não se trata de um grupo de teatro. Unidos por sua própria heterogeneidade, os Doces Bardos consideram-se um grupo musical cênico, vindo da concepção artística de sua mentora, a cantora e compositora carioca Clarisse Grova. Professora da Escola de Música Villa-Lobos, ela buscava  alunos de seu curso para a realização de um projeto significativo para os amantes da Música Popular Brasileira. Foi quando surgiu a ideia de homenagear os 40 anos do álbum “Clube da Esquina 2”.
O Clube da Esquina nasceu do encontro de Milton Nascimento com os irmãos Borges (Marilton, Márcio e Lô), em 1963, no bairro de Santa Tereza, em Belo Horizonte.  Milton acabara de mudar para a capital mineira, vindo de Três Pontas, onde morava com a família e tocava na banda W’s Boys, de onde despontou também o pianista Wagner Tiso. “Clube da Esquina 2” é o segundo álbum do Clube da Esquina, que contou com a produção de Ronaldo Bastos e emplacou diversos sucessos, entre eles “Maria, Maria”.
Serviço
“Caminhos do Brasil Memória – Praça XV”
Apresentação do grupo Doces Bardos
Sábado, 16 de novembro, às 11h, no Saguão Getúlio Vargas do Palácio Tiradentes
Rua Primeiro de Março s/n, Centro

Palácio Tiradentes oferecerá visita especial sobre os 130 anos da República

No próximo dia 15 de novembro,  data que marca os 130 anos da proclamação da República, o Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, oferecerá uma visita temática que abordará a memória republicana presente no antigo prédio do Congresso Nacional.

Em dois horários, às 13h e 15h desta sexta-feira, a visita especial intitulada “O Palácio Tiradentes e os 130 anos da República no Brasil” abordará na exposição permanente “Palácio Tiradentes: Lugar de Memória do Parlamento Brasileiro” os temas relativos à consolidação da República no Brasil e sua materialização nos elementos artísticos e arquitetônicos do edifício, erguido como um monumento à memória política da República.

Serviço: 

Palácio Tiradentes – Rua Primeiro de Março, s/n.

Horário de funcionamento: 12h às 17h. Mais informações: 2588-1186.

“Caminhos do Brasil Memória” aumenta significativamente visitas ao Palácio Tiradentes

Aumentou significativamente o número de visitas ao Palácio Tiradentes após as três primeiras semanas de realização do “Caminhos do Brasil Memória”. A sede da Assembleia Legislativa do Rio registrou um crescimento de 116% no número de visitantes em comparação ao mesmo período do ano passado, e de 106% nos grupos de estudantes que participam das visitas guiadas. “É um resultado expressivo, dado o pouco tempo do projeto, o que demonstra que estamos na direção certa”, comemorou o diretor de Cultura da Alerj, Nelson Freitas.

Na semana passada o “Caminhos do Brasil Memória” ganhou um reforço de peso. A Polícia Militar decidiu abraçar o projeto e criou um planejamento especial para reforçar o patrulhamento na área dos 11 museus e centros culturais que fazem parte do Centro Histórico do projeto. Além do efetivo normal do 5 BPM, e dos homens da Operação Centro Presente, o comando da corporação designou um efetivo específico para patrulhar a região, que conta ainda com cinco bases fixas em pontos estratégicos, como a própria Assembleia e o  Museu Histórico Nacional, por exemplo.Visita guiada

E O SOM NO SAGUÃO GETÚLIO VARGAS CONTINUA!

Neste sábado (9/11),  a partir das 11h, a Bateria Feminina Fina Batucada, da Escola de Música Villa-Lobos, se apresenta no saguão Getúlio Vargas, no interior do Palácio. O grupo de percussão formado exclusivamente por mulheres foi fundado em 1998 pelo Mestre Riko, um dos fundadores da escola. Em 2003, o Fina Batucada recebeu o prêmio Estandarte de Ouro como melhor bateria do grupo mirim daquele carnaval e paricipou do documentário “Ritmos do Mundo”, produzido pela BBC, com direção do produtor dos Beatles George Martin.

Confira abaixo a programação de outros parceiros do projeto:

Museu Histórico Nacional

No sábado, às 14h, acontece a visita mediada “10 objetos que contam a nossa história”, que leva jovens e adultos a conhecer itens de destaque no acervo do museu. A edição deste sábado conta a participação especial de Isabel Lenzi, historiadora do Arquivo Histórico do MHN, que apresenta seu estudo sobre a tela de Aurélio de Figueiredo “A ilusão do Terceiro Reinado” – mais conhecida como “O último baile da Ilha Fiscal”. Neste dia 9 de novembro, há 130 anos (1889), acontecia o baile que marcou o fim do império no Brasil.  Aos sábados, a entrada custa R$ 10 e R$ 5. Com o passaporte do projeto “Caminhos do Brasil-Memória” a entrada é franca. Aos domingos, a entrada é gratuita para todos.

Centro Cultural do Poder Judiciário

Neste sábado em parceria com o Consulado Alemão e Goethe-Institut, haverá a abertura da exposição “O Poder das Emoções. Alemanha 19 | 19”. Partindo das manifestações atuais de 20 emoções, a exposição procura pôr em evidência as continuidades e rupturas no mundo das emoções que marcaram os passados 100 anos da história da Alemanha, e cuja intensidade representa hoje um desafio para a política e sociedade. A exposição oferece um ponto de referência atual para a educação histórico-política. Textos concisos e fotografias históricas convidam a refletir sobre o poder das emoções no passado e no presente.

Mau tempo adia show de jazz desta semana

O mau tempo e as chuvas previstas para o Rio de Janeiro ao longo desta semana levaram o Departamento de Cultura da Assembleia a adiar  a apresentação da Banda 193 marcada para esta quinta-feira.

O quinteto é formado pelos músicos Levy (clarinete e saxofone), Claudio (bateria); José Maria (guitarra e saxofone); Diógenes (contrabaixo) e Wander (trompete), todos do corpo de subtenentes do Corpo de Bombeiros.

 

 

 

PM lança projeto especial de segurança para o “Caminhos do Brasil Memória”

A Polícia Militar abraçou o “Caminhos do Brasil Memória”, promovido pela subdiretoria-geral de Cultura da Assembleia Legislativa. A partir deste sábado (2/11), será dado início a um projeto especial de patrulhamento na área compreendida pelos 11 museus e centros culturais que fazem parte do projeto. Policiais do 5º BPM ficarão de prontidão em cinco pontos estratégicos entre os equipamentos culturais, reforçando o efetivo do Centro Presente.

“Isto mostra um acolhimento do estado aos anseios e desejos da população na busca de vínculos com sua memória histórica. Afinal de contas, a gente quer comida, diversão e arte. E entretenimento com produção de conhecimento é fundamental para a vida humana”, afirmou o subdiretor-geral de Cultura da Alerj, Nelson Freitas.

Segundo o presidente da Assembleia, deputado André Ceciliano (PT), a Casa está disponibilizando recursos para o Estado contratar mais 500 policiais militares pelo Regime Adicional de Serviço (RAS). Parte deste efetivo vai contribuir para o aumento da segurança no circuito cultural do “Caminhos do Brasil Memória” a partir da semana que vem. “Queremos que este projeto tenha início e meio, mas que não termine. É um exemplo de parceria que pode ser replicada e dar certo no estado”, afirmou o deputado André Ceciliano.

Lançado no dia 19/11,  o “Caminhos do Brasil Memória” já mostra a que veio. No último sábado, a visitação ao Centro Cultural Correios dobrou. O espaço que costumava receber entre mil e mil e duzentas pessoas registrou a entrada de 3.030 visitantes. E neste sábado deverá bater recorde de público com a terceira edição do Festival Día de los Muertos. São esperadas mais de dez mil pessoas na festa que reunirá gastronomia, apresentações artísticas, música, artesanato e venda de roupas tradicionais.

Confira abaixo os destaques da programação de alguns dos museus participantes do projeto para este fim de semana:

Palácio Tiradentes

Grupo Chorando Baixinho

Formado desde 1998, o Grupo de Choro Chorando Baixinho, da Escola de Música Villa-Lobos/ FUNARJ é composto por alunos e colaboradores (ex-alunos) da Escola. Com um vasto repertório, abrange uma grande parte dos compositores brasileiros que se dedicaram a esse gênero musical. Possui duas formações: uma formação mais completa, clássica, com dez integrantes; e outra formação menor, regional, com oito integrantes.  O Chorando Baixinho é um dos Grupos Artísticos da Escola mais solicitados para apresentações.

Centro Cultural Correios

Festival Día de los Muertos

A programação, das 11h às 17h, terá apresentações de diversos artistas brasileiros que têm encontrado no México inspiração para suas obras, incluindo o grupo Mango Mambo e o bloco Bésame Mucho. E este ano teremos a participação especial do reconhecido cantor e compositor mexicano Armando Rosas. O festival será decorado inteiramente com ‘papel picado’ trazido do México: bandeiras artesanais de cores que se referem a aspectos e personagens da tradição. E como um elemento protagonista da decoração, terá a montagem de uma Ofrenda de Día de Muertos: um altar oferecido aos que retornam, inspirado nos altares colocados em lares mexicanos. A Ofrenda estará integrada por comida, flores, bebidas e outros elementos simbólicos. Este será o ponto de encontro dos participantes ao Festival com quem nos visitaram esse dia desde o Mictlan.

Museu Histórico Nacional

Projeto Bonde da História

Abrindo a programação de novembro, o projeto Bonde da História do MHN tem atividades aos sábados e domingos do mês. Neste primeiro sábado (2), às 14h,  o projeto convida os públicos jovem e adulto para um passeio pela história do Brasil através de peças de destaque em nossa exposição de longa duração. A visita mediada “10 objetos que contam nossa a história” apresenta itens como almofariz, forma de pão de açúcar, a mesa da Constituição de 1891, entre outros objetos de grande interesse histórico. 

Paço Imperial

Catilina – Angelo Venosa

Com curadoria e texto crítico de Daniela Name, Catilina, escultura e exposição, fazem referência a Lucius Sergius Catilina, militar e senador célebre por ter tentado dar um golpe na República Romana. Cícero  criou uma série de discursos, hoje conhecidos como Catilinarias, para atacar Catilina e, assim, evitar a ruína de Roma. A frase Quosque tandem abutere, Catilina, patientina nostra? (Algo como “quão longe você vai abusar da nossa paciência, Catilina?”) é até hoje uma espécie de paradigma para o aprendizado da retórica e parece ecoar na escultura criada por Venosa.