EXPOSIÇÃO QUE HOMENAGEIA GRANDES NOMES DO FLUMINENSE É INAUGURADA NA ALERJ

Screenshot_20221206-204959_ChromeMomentos marcantes e grandes jogadores do Fluminense são homenageados na exposição “Um Sentimento Verde, Branco e Grená”, de autoria do designer, diretor de arte e ilustrador carioca Gustavo Gigio, que foi inaugurada nesta terça-feira (06/12) na galeria do Plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A mostra, promovida pela Subdiretoria-Geral de Cultura da Casa, reúne 32 artes minimalistas e originais para retratar a trajetória do time ao longo de seus 120 anos de existência, e ficará aberta ao público até o dia 30 de dezembro. Gigio contou que começou a elaborar as obras em 2014, quando viu que o único jogador carioca a ser convocado para a Seleção Brasileira foi Fred. “Ele foi minha ‘Monalisa’. Fui entregar pessoalmente o quadro ao Fred em Laranjeiras, e desde que ele compartilhou nas redes dele, meu trabalho começou a crescer muito. Através da arte dele, meu trabalho começou a render mais. É uma emoção muito grande fazer essa exposição em homenagem aos 120 anos do meu clube do coração”, comentou.
Nas obras, estão retratados nomes como Castilho, Didi, Tele Santana, Rivelino, Conca, Edinho, Fred e o argentino Germán Cano. Sobre a curadoria, Gustavo brincou: “Fazer a convocação dos 32 jogadores do Fluminense foi mais difícil do que o trabalho do técnico da seleção brasileira Tite. Tenho mais de 76 ídolos do time desenhados, mas há muito mais do que isso. Tentei separar em décadas e temporadas, para explicar bem a origem do time.”
De acordo com o subdiretor-geral de Cultura da Casa, Nelson Freitas, comemorar os 120 anos do Fluminense é celebrar o futebol brasileiro: “A arte reinventa o passado, nos oferece a oportunidade de redimensionar o passado. Essa exposição é também uma celebração da contribuição do Rio de Janeiro à torcida brasileira”.
Torcedor do Fluminense, o diretor-geral da Alerj, Wagner Victer, compareceu à exposição. “Sou tricolor desde os seis anos de idade. É uma relação de amor, de paixão, de vida, é uma obrigação minha lutar pelo Fluminense. Um grande ídolo que me marcou foi Roberto Rivelino, a figura dele é muito forte para mim”, disse.
A deputada Adriana Balthazar é tricolor e autora da proposição que autoriza a exposição em comemoração aos 120 anos do clube. “Tenho a honra de ter nascido numa família tricolor fervorosa. É com muito orgulho que ajudei a promover essa exposição. Sempre topo boas proposições, e com o meu Fluminense querido não seria diferente”, afirmou.

Autor de mais de 20 livros sobre esporte, o cronista Paulo Roberto Andel relatou que sua história com o time tem mais de 50 anos, visto que passou a se dedicar à literatura sobre o Fluminense. Segundo ele, a exposição presencial tem um potencial muito grande de encantar o público, pois as pessoas podem ver as obras ao vivo.
“É um barato podermos ver as artes do Gigio pela internet, mas a obra de arte ao vivo é muito mais poderosa. Ele trabalhou com 32 nomes, mas o Fluminense facilmente teria 320. Esperamos que ele faça novas exposições com outros jogadores que vão vir”, falou Andel.

Por  Manuela Chavesl
Foto: Julia Passos

O FLUMINENSE FUTEBOL CLUBE RECEBE HOMENAGEM EM EXPOSIÇÃO NA ALERJ

Screenshot_20221202-060543_WhatsApp

A Subdiretoria-Geral de Cultura da ALERJ  inaugura nesta terça-feira (06/12), às 17 horas, na galeria do plenário, a  exposição “Um  sentimento verde, branco e grená”, do designer gráfico e ilustrador Gustavo Gigio.  A mostra foi criada para  homenagear os grandes nomes do time de seu coração, o Fluminense Futebol Clube, que em julho deste ano completou 120 anos de fundação.

Serão 32 peças de arte em estilo minimalistas e originais, onde o artista expressa de forma bem peculiar, momentos e jogadores que fizeram e fazem a história de um time. Entre os ídolos estão Castilho, Didi, Tele Santana, Flávio Rivelino, Conca, Edinho, Fred e o argentino German Cano.

Sobre Gigio

Carioca, nascido no bairro imperial de São Cristóvão, Gigio cresceu em Laranjeiras, na zona Sul, brincando nos jardins do Parque Guinle, época em que se apaixonou pelo Flu. “E ninguém passa por isso em vão” , diz ele. O pai de Sophia e João Manuel, de 10 e 7 anos de idade, atualmente trabalha com a equipe das mídias digitais na Prefeitura do Rio.

Por treze anos atuou no mercados de Curitiba e Juiz de Fora. Esse tempo e a  distância deram uma aguçada no olhar do artista sobre as vistas, paisagens e espaços que por vezes achava  rotineiros no cenário carioca. No retorno à Cidade Maravilhosa nasce com ele uma nova forma de encarar o Rio de Janeiro. Gigio então cria o  projeto “Essa Cidade é Muito Maneira” onde retrata em gravuras, com uma nova leitura poética, sua cidade natal, que naquele ano (2015) completava 450 anos.

Em 2016, Gigio  leva a arte para crianças e adultos das comunidades pacificadas do Rio,  e desta vez,  pelo Projeto NBS Rio+Rio ministrou a oficina “Criatividade Coletiva nas Comunidades Cariocas”  com turmas no  Santa Marta, em Botafogo, na Ilha de Paquetá e na instituição social Obra do Berço, na Lagoa.

Serviço:

O que: Exposição “Um  sentimento verde, branco e grená”

Quando: Dia 06/12/2022 a 06/01/2023,  às 17 horas

Onde: Galeria da ALERJ, na Rua da Ajuda nº 5, Centro.

Por Symone Munay

FESTIVAL ARRUMAÇÃO GRAVADO NO PALÁCIO TIRADENTES VIRA SÉRIE DE TV

Screenshot_20221202_191140Por Nelson Freitas*

O “Festival Arrumação – Um Rio de Arte” chega a Mendes, Região do Vale do Café do Estado do Rio de Janeiro para promover o intercâmbio entre representantes de diversas gerações que preservam as raízes culturais do país. Em cena, um verdadeiro espaço de encontro integrado para apresentações de música, performances poéticas, dança, tradição popular, notícia boa, tudo por meio de uma prosa tomada de bom-humor e irreverência, mediada pelo menestrel Saulo Laranjeira. Gravado ao vivo, o Festival cria um acervo único com o objetivo de ter permanentemente presente no imaginário popular a trajetória de artistas, públicos e instituições envolvidas direta e indiretamente na realização do projeto. Os encontros serão exibidos em forma de série na Rede Minas e TV ALERJ em 2023.

O Festival celebra os 35 anos do “Arrumação”, programa realizado em Minas Gerais e gerado pela Rede Minas. Mas você quer saber por que “Arrumação” no Rio?
O Festival foi inspirado nas ligações históricas do Rio com Minas. Celebra os 200 anos da Estrada Real do Comércio, que teve o trajeto original inaugurado em Nova Iguaçu no ano de 1822, assim como celebra o Bicentenário da Independência. Já nos dias de hoje, o festival celebra os caminhos percorridos pela produção artística e cultural que conduz as Minas Gerais do Arrumação ao “Rio de Arte”.

Direto de Belo Horizonte vem o ator, apresentador, compositor e cantor mineiro Saulo Laranjeira, especialmente para conduzir a apresentação do festival. Em Mendes, os convidados são o cantor e compositor paraense Nilson Chaves e o cantor e compositor Luís Perequê. As participações da cidade e região ficam com Duda Confort, Alexandre Paiva, André Conforte, Luiz Barbalho e O nilton. O Festival circula por mais cinco cidades além do Rio e Mendes: Belford Roxo, Nova Iguaçu, Paulo de Frontin, São Goncalo e São João de Meriti, com o protagonismo de mais 30 artistas, 10 do cenário nacional e 20 das cidades e regiões que sediam o projeto.

Nesse sábado, 3 de dezembro, às 19 horas, aguardamos você na Praça João Nery, s/n – Centro – Mendes – RJ. A entrada é franca.

A gente se encontra lá!

*Nelson Freitas é subdiretor-geral de Cultura da ALERJ

PALÁCIO TIRADENTES RECEBEU O ‘FESTIVAL ARRUMAÇÃO – UM RIO DE ARTE’

FRESTIVAL 02122022_113827arrumacao_01_12_22_OctacilioBarbosaarrumacao_01_12_22_OctacilioBarbosa-8arrumacao_01_12_22_OctacilioBarbosa-3

O Palácio Tiradentes – A Casa da Democracia recebeu na noite desta quinta-feira (1/12) a versão carioca do “Festival Arrumação”, um programa de TV que passeia por diversos gêneros da Música Popular Brasileira (MPB). Seis músicos se apresentaram no espetáculo entremeado por conversas, contando também um pouco sobre suas próprias vidas e a trajetória de suas carreiras. Os protagonistas do encontro foram os cantores e compositores Hyldon e Dalto, autores de sucessos que levantaram o público, com participações de Mona Vilardo, Roberto Lara e Delsinho Brasileirinho.

 O Festival Arrumação é apresentado pelo ator, compositor e cantor mineiro Saulo Laranjeira. Uma das surpresas da noite foi a apresentação do cantor, compositor, violonista e produtor cultural Nelson Freitas, subdiretor de Cultura da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Com a ausência da cantora Elisa Queirós, ele foi convidado a subir ao palco e apresentou, de improviso, três composições de sua autoria.

 No Palácio Tiradentes, o show foi prestigiado pelos cantores e compositores Carlos Dafé e Ceiça Moreno, que já se apresentaram no espaço, dentro do projeto “Viva o Compositor Brasileiro”, encerrado em novembro. O festival vai a mais seis cidades (Belford Roxo, Mendes, Nova Iguaçu, Paulo de Frontin, São Gonçalo e São João de Meriti) com o protagonismo de mais 37 artistas. Ao fim das gravações, os programas serão exibidos em forma de série na Rede Minas e TV Alerj.

 Autor de sucessos como ‘Na rua, na chuva, na fazenda’, Hyldon já teve suas músicas gravadas por vários artistas e se orgulha disso. “Gosto de trabalhar com pessoas de várias gerações, sou curioso. Quando compõe junto é diferente, a gente vai por outros caminhos””, disse ele, que é parceiro de Arnaldo Antunes, Mano Brown, Zeca Baleiro. “Também sou padrinho de vários garotos”, diz, lembrando que teve uma grande oportunidade na carreira ao compor com Tim Maia em seu segundo disco.

Sucesso de 1982, até hoje cantada pelo público e regravada por artistas como Nando Reis, ‘Muito Estranho’ roubou a cena na noite com seu autor original, Dalto, no palco. Mas este não foi o único hit do cantor e compositor que é médico anestesista de profissão, que compôs ‘Bentevi’, com Renato Terra, e ‘Leão Ferido’, com Biafra. “Já tinha saído da Odeon (gravadora), não queria ser cantor, minha onda é ser compositor”, disse ele durante a entrevista ao programa “Festival Arrumação”. “Sou compositor de mil ídolos”. Fã de Emílio Santiago e Carlos Dafé, que estava na plateia, Dalto contou que já teve música gravada até por Ray Conniff e revelou: “Eu queria muito que Elis gravasse, mas ela faleceu antes”, lamentou o artista. “Falta eu gravar uma música sua”, disse Dafé, da plateia.

 Natural de Nova Iguaçu, o subdiretor Nelson Freitas estudou violão na Escola de Música Villa-Lobos e começou a atuar como produtor cultural produzindo seus próprios shows e de outros artistas da Baixada Fluminense. “Para mim, é um momento inusitado, maravilhoso e feliz”, revelou, sobre a experiência de tocar e cantar no palco em que tantos artistas se apresentaram ao longo deste ano.

Sobre o Festival Arrumação

Criado há 35 anos em Minas Gerais, o festival é um programa de TV gravado ao vivo e gerado pela Rede Minas, pelo qual já passaram mais de 2 mil artistas. A edição carioca foi inspirada nas ligações históricas do Rio com o estado vizinho. O espetáculo “Festival Arrumação – Um Rio de Arte” celebra os 200 anos da Estrada Real do Comércio, que teve o trajeto original inaugurado em 1822, assim como o Bicentenário da Independência, apontando os caminhos percorridos pela produção artística e cultural, para promover o intercâmbio entre representantes de diversas gerações que preservam as raízes culturais do país.

Por Comunicação/ALERJ

DIA DO SAMBA É CELEBRADO COM NOVIDADES DA LIESA

Screenshot_20221202_195921Mini desfiles na Cidade do Samba abrirão Carnaval 2023 em ritmo de Avenida

 

O Dia Nacional do Samba, comemorado em 02 de dezembro, não poderia ser lembrado de forma mais representativa; nem os sambas-enredo das Escolas para o Rio Carnaval 2023 teriam um palco melhor para serem apresentados, oficialmente, ao grande público.

A Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa)reuniu as duas comemorações em um só evento, reeditando os mini desfiles do Grupo Especial que fizeram grande sucesso em fevereiro último, quando da abertura do Rio Carnaval 2022.

“O evento acontecerá em dois dias, mostrando uma prévia do que as Agremiações levarão para a Marquês de Sapucaí em fevereiro” – anuncia o presidente da LIESA, Jorge Perlingeiro, explicando: “No sábado, dia 03/12, desfilarão as seis Escolas que se apresentarão, oficialmente, no Domingo de Carnaval (19 de fevereiro). E no domingo, 04/12, será a vez das outras seis, que se exibirão na Segunda-feira de Carnaval (20 de fevereiro)”.

Por LIESA/Notícias

GALERIA DO PLENÁRIO DA ALERJ EXIBE MOSTRA SOBRE O ESCRITOR JOSÉ SARAMAGO

Screenshot_20221202_062125

Vida e obra de José Saramago são celebradas na exposição temporária “Volta aos passos que foram dados”, que ocupa a galeria do Plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), aberta ao público até 30 de dezembro. Painéis com textos e fotos traçam um circuito de memória com os grandes momentos da trajetória literária do escritor português, nos seus cem anos de nascimento. A instalação, inaugurada nesta terça-feira (29/11), é promovida pela Subdiretoria de Expediente e Comunicações da Casa.

A iniciativa é uma parceria com a Fundação José Saramago e surgiu de um encontro da subdiretora Ana Paula Alves com a viúva do autor, a jornalista e escritora Pilar del Río. O encontro ocorreu em um seminário acadêmico sobre direitos humanos em Sevilha, na Espanha. A organizadora explicou que a proposta é fazer um projeto urbano que conecte o público com a obra do autor.

“Temos peças determinadas pela Fundação para exposições que estão sendo feitas ao redor do mundo. Saramago tem uma história com o Brasil muito forte e é um autor fácil para gente, somos pátrias irmãs e estamos no centenário dele. É uma oportunidade que não poderíamos deixar passar”, explicou Ana Paula.

A curadoria da instalação também foi pensada para aqueles que nunca entraram em contato com a escrita provocadora de Saramago. Através do percurso da exposição, o público pode conhecer o universo do autor desde a infância até as reflexões da maturidade. “Tentamos alcançar maneiras de interagir internamente entre os setores e incluir as pessoas dentro desses processos e do contexto cultural da Casa”.

O lançamento do circuito foi feito em conjunto com os funcionários terceirizados da Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (Andef) e os servidores da Subdiretoria de Cultura, que cuidou da parte operacional da exposição.

“Em parceria com a Cultura da Alerj, também pretendemos fazer uma revista no final da exposição. Usaremos alguns textos e crônicas e iremos lançar a publicação no final da instalação”, contou a subdiretora.

Saramago publicou seu primeiro livro aos 24 anos, em 1947. No circuito, as fotografias e os trechos de grandes obras como “O evangelho segundo Jesus Cristo” e “Ensaio sobre a cegueira” ilustram a genialidade do português.

De origem humilde, o escritor adquiriu seus conhecimentos de maneira autodidata. Ainda no século XX, a obra de Saramago se consolidou como um grande produto literário. O autor, que produziu teatro, romances e poesia, recebeu o Nobel de Literatura pelo conjunto da sua produção em 1998. Na exposição, os visitantes têm contato com três momentos da obra de Saramago classificadas como: A formação do escritor, o tempo da estátua e o tempo da pedra.

A curadoria também se preocupou em dedicar espaço ao legado de Saramago. O caráter clássico e atemporal da produção dele é apresentado através de questões sociais e políticas abordadas pelo autor em seus livros e presentes nas diversas adaptações dos seus textos para o cinema e teatro.

Por Madu Costa

Foto:Rafael Wallace

TV ALERJ E SUPERLIGA RENOVAM CONVÊNIO PARA TRANSMISSÃO DO CARNAVAL

Screenshot_20221202_071417

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e a Superliga Carnavalesca do Brasil assinaram nesta quinta-feira (01/12) a renovação do convênio para a transmissão pela TV Alerj do Carnaval na Estrada Intendente Magalhães, no bairro de Campinho, em 2023 – séries Prata, que vai reunir 32 agremiações, e Bronze, com 22 escolas de samba. A parceria foi firmada pelo presidente da Casa, deputado André Ceciliano (PT); o presidente da Superliga, Clayton Ferreira; e o diretor da TV, Luciano Silva.

Pela segunda vez, a folia na Intendente Magalhães será mostrada ao público através da TV Alerj, com o evento estando marcado para os dias 24 e 25 de fevereiro do ano que vem. Segundo Ceciliano, a parceria garante à população o acesso ao conhecimento do carnaval de rua da cidade do Rio de Janeiro: “É um prazer renovarmos a parceria com a Superliga. Esse é o carnaval da comunidade no qual não se cobra ingresso. Para nós, da Alerj, é uma honra transmitir a cultura popular brasileira”.

Para o presidente da Superliga, a transmissão viabiliza a valorização dos desfiles por meio da boa qualidade de imagem e som, destacando o pioneirismo da TV Alerj. “Esse ano foi a primeira vez que o carnaval da Intendente Magalhães foi transmitido por uma emissora e acabou sendo um sucesso. A TV Alerj levou a essência da folia para o povo. Um marco histórico cuja importância foi imensa, porque as pessoas que não conheciam a festa puderam ver na Intendente Magalhães a mesma qualidade dos desfiles da Marquês de Sapucaí”, comentou Clayton.

Já o diretor da TV Alerj, Luciano Silva, também pontuou a importância do convênio entre a Casa e a Superliga. “Quem ganha é a população. Quero agradecer ao presidente André Ceciliano que sempre fortaleceu a cultura. Só tenho a agradecer”, comentou.

Transmissão pioneira

A pioneira cobertura do Carnaval da Intendente Magalhães, em 2022, pela TV Alerj reuniu 80 profissionais, com oito câmeras, que levaram ao público o caloroso desfile dos foliões na Zona Norte do Rio. Além disso, um compacto de cada escola ficou disponível no Youtube da emissora da Casa.

A ampliação da grade de programação da emissora da Assembleia Legislativa é um projeto que começou em 2021. O objetivo tem sido aumentar a oferta de informação, entretenimento e cultura, alcançando nichos de interesse pouco explorados até então pela TV Alerj, do popular ao erudito. A emissora transmitiu, no ano passado, jogos de futebol das séries B e C do Campeonato Carioca, além dos concertos da Sala Cecília Meireles.

Por Nivea Souza

Foto Julia Passos

‘FESTIVAL ARRUMAÇÃO’ VAI REUNIR 14 ARTISTAS NESTA QUINTA-FEIRA NO PALÁCIO TIRADENTES

saULO laRAJEIRA E BANDA

O Palácio Tiradentes, a futura Casa da Democracia, vai receber nesta quinta-feira (01/12), às 19 horas, a edição carioca do “Festival Arrumação”, um espetáculo cênico-musical conduzido pelo ator Saulo Laranjeira e show com sua Banda Arrumação.

O espetáculo reunirá o cancioneiro brasileiro, em suas diferentes expressões. Os protagonistas do encontro serão os cantores e compositores Hyldon e Dalito. A apresentação contará com participação de artistas que são destaques no cenário da música nacional como Delsinho Brasileiro, Mona Vilardo, Roberto Lara e Elisa Queirós.

O projeto celebra também a aura dos grandes festivais de música popular brasileira, que inspira até hoje os festejos típicos e a valorização da música nacional em seus vários estilos e ritmos.

“O espetáculo tem um formato diferenciado e características inovadoras, visto que se apresenta como um espaço de encontro de sonoridades e linguagens representativas das culturas populares brasileira”., destacou o subdiretor-geral de Cultura da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ), Nelson Freitas.

A atração tem entrada gratuita. A retirada de senhas pode ser feita a partir das 18 horas, na Rua Primeiro de Março s/n, Praça XV, Centro.

Serviço:

O que: espetáculo  “Festival Arrumação”

Onde: Palácio Tiradentes, a Casa da Democracia. Rua Primeiro de Março  S/N, Praça XV. Centro.

Quando: 1/12, às 18 horas. O público deve chegar uma hora antes para a retirada do ingresso. Entrada Franca

 

 

 

Por Symone Munay

Foto: Divulgação

 

 

 

TÍTULO DE MESTRES DO PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL PODE SER CRIADO NO RIO

O título de Mestres do Patrimônio Cultural Imaterial pode ser criado no Estado do Rio, no âmbito da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa. É o que determina o Projeto de Lei 1.688/19, de autoria da deputada Mônica Francisco (PSol), que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) vota nesta quinta-feira (01/12), em primeira discussão. Caso receba emendas parlamentares, o texto sairá de pauta.

 Segundo a proposta, ele será concedido à pessoa natural do estado que tenha conhecimentos ou técnicas necessárias para a produção e salvaguarda da cultura tradicional popular de uma comunidade estabelecida no Rio.

 Para ser elegível ao título, as pessoas devem ser residentes do Rio há mais de vinte anos e ter comprovada participação em atividades culturais também por esse período de tempo. Os critérios para indicação dos mestres serão: relevância da vida e obra voltadas para o Patrimônio Cultural Imaterial do Rio de Janeiro; reconhecimento público e de sua comunidade das tradições culturais desenvolvidas; permanência na atividade e capacidade de transmissão dos conhecimentos artísticos e culturais, além de larga experiência e vivência dos costumes e tradições culturais.

 O título dará o direito de preferência na tramitação de projetos submetidos aos certames públicos promovidos na área de cultura, além de, quando comprovada situação de carência econômica, o recebimento de auxílio financeiro a ser pago, mensalmente, em valor não inferior a um salário mínimo regional.

 Compete à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa a aferição, avaliação e julgamento das indicações de candidaturas à titulação. Anualmente, poderão ser agraciados no máximo cinco pessoas com o título.

 Mônica Francisco explicou que o projeto foi decorrente de encaminhamento tirado em audiência pública realizada pela Comissão do Trabalho, em 2 de setembro, na Casa do Jongo da Serrinha. Considerado, desde 2005, Patrimônio Cultural do Brasil, o jongo conta com um centro cultural de dois mil metros quadrados aos pés do Morro da Serrinha, em Madureira, Zona Norte do Rio. A maior concentração de comunidades tradicionais jongueiras encontra-se no interior do estado do Rio de Janeiro, em regiões historicamente marcadas pela escravidão e pela resistência dos quilombos.

 “Além do valor como expressão da identidade dos povos, as artes e demais atividades de criação apresentam enorme potencial para gerar emprego, renda, promover o desenvolvimento integral e contribuir com as transformações sociais. Em razão disso, acreditamos que o fortalecimento dos detentores do patrimônio imaterial é dever do Estado”, declarou.

 “O objetivo é evitar constrangimentos aos familiares desde o momento do óbito até o sepultamento. Essa iniciativa torna-se necessária para esclarecer que, através da emissão da Declaração de Óbito, as unidades de saúde não têm mais competência legal sobre o corpo”, explicou.

Por Comunicação/ALERJ