SHOW DO CANTOR YASSIR CHEDIAK NO PALÁCIO TIRADENTES NESTA QUINTA-FEIRA

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Na próxima quinta-feira (11/08), às 19 horas, será realizada mais uma edição do projeto “Viva o Compositor Brasileiro” sob a coordenação da Subdiretoria-Geral de Cultura da ALERJ.  Dessa vez o espetáculo ficará por conta do violeiro, cantor e compositor Yassir Chediak, no plenário Barbosa Lima Sobrinho, do Palácio Tiradentes.

Artista plural, Yassir Chediak faz da tradicional viola de 10 cordas um instrumento para sonoridades contemporâneas que extrapolam seu uso habitual. Violeiro virtuoso, compositor e cantor, o músico atua ainda como produtor de trilhas, apresentador e ator.

A apresentação de Yassir será precedida pelo show de Luiz Barbalho, um cantor e compositor que extrai a matéria prima de suas canções autorais da tradição musical brasileira.

Para o subdiretor-geral de Cultura, Nelson Freitas, as obras do artista aliam requinte à simplicidade com letras que expressam a beleza dos modos de vida do povo brasileiro. “A força de sua linha melódica é preenchida por uma literatura afetuosa, carregada de muita emoção”, destacou Freitas.

A entrada é franca com distribuição de senhas a partir das 18 horas.

Serviço:

Projeto “Viva o Compositor Brasileiro”

Quando: Dia 11/08, às 19 horas

Onde: Palácio Tiradentes – Rua Primeiro de Março,  s/n – Praça  XV

 

Foto: Divulgação

 

HARPISTA WALTER MORATO ENCERRA FESTIVAL NO PALÁCIO TIRADENES

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Na noite desta segunda-feira (01/08), o harpista argentino Walter Morato fechou a última noite de apresentações da “Série Música e Democracia da 17º edição do RioHarpFestival”, que ocorreu no Palácio Tiradentes na Praça XV.

Com uma carreira de 40 anos no mundo da música, Morato já se apresentou em países importantes da América e da Europa. Nesse concerto, em especial, o artista fala sobre a expectativa em se apresentar na “Casa da Democracia”. “É uma sensação maravilhosa estar se apresentando em lugar onde eu passava de ônibus e me sentia encantado. E o público brasileiro é muito acolhedor, dessa forma fico à vontade em misturar a diversidade de ritmos”.
O concerto contou ainda com uma surpresa especial, o casal de dançarinos Tatielle Marques e Hanniel Marques que apresentaram danças do folclore argentino como gato, chacarera e zamba.

Apreciadora das harpas, a aposentada Maria Orleides se diz encantada pelas apresentações. “Sou uma entusiasta por harpas, é a terceira vez que venho acompanhar o concerto aqui no Palácio Tiradentes e é sempre uma sensação de muita emoção. É muito lindo ver a representação de diferentes países por artistas tão talentosos”.

O Subdiretor-Geral de Cultura da ALERJ (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro), Nelson Freitas, destacou a importância do evento. “É uma satisfação enorme ter a presença de todos aqui. Agradecer profundamente a FUNARJ pelo apoio. Esse projeto foi importante para reunir representantes de diferentes países em nosso Museu Vivo”.

O evento é uma parceria realizada pela Subsecretária-Geral de Cultura da ALERJ, FUNARJ e o projeto Música no Museu.

 

Por André Luís Arruda

MÚSICO ARGENTINO FARÁ ÚLTIMO CONCERTO DO RIOHARPFESTIVAL NO PALÁCIO TIRADENTES

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Nesta segunda-feira (01/08), o harpista argentino Walter Morato, o Walter d’Harpa”  se apresenta no Palácio Tiradentes, às 19h.

Será o último concerto  da “Série Música e Democracia” da XVII edição do RioHarpFestival  realizado pela parceria da Subsecretária-Geral de Cultura da ALERJ, FUNARJ e projeto Música no Museu.

Para retirada da senha o público deve chegar com uma hora de antecedência na Rua Manoel, s/n°, acesso pelos fundos do Palácio.

 

Serviço:

O que: RioHarpFestival

Onde: Palácio Tiradentes. Entrada pela Rua Dom Manuel, s/n – Praça XV – Sala 104

Quando: 01/08 – 19h

 

Foto: Divulgação

ALERJ E FGV REALIZAM SEMINÁRIO PARA DEBATER A DEMOCRACIA NO PAÍS

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Às vésperas das eleições que vão decidir os rumos do Brasil nos próximos quatro anos, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) realiza, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), um seminário em que vai debater quais as perspectivas e os principais desafios da democracia no país. Entre os dias 2 e 4 de agosto, especialistas, intelectuais e cineastas abordarão a trajetória do governo representativo no país, com ênfase na questão partidária, no relacionamento entre os poderes Executivo e Legislativo, e nas políticas públicas.

O seminário ‘Democracia Em Foco’ é promovido pela Superintendência da Curadoria do Palácio Tiradentes, vinculada à Subdiretoria de Cultura da Alerj, e contará com ciclo de debates e sessão de cineclube com o documentário ‘Vocação do Poder’. A programação acontecerá nos dias 2 e 3 de agosto, no auditório do 21º andar da sede da Alerj (Rua da Ajuda 5 – Centro), e no dia 4, no auditório 318 da sede da FGV (Praia de Botafogo 190 – Flamengo). A participação é gratuita e aberta ao público – saiba mais aqui https://cpdoc.fgv.br/eventos/democracia-em-foco

O seminário faz parte das atividades do Palácio Tiradentes, que está sendo adaptado para ser transformado em Casa da Democracia Brasileira. De acordo com Maria Lúcia Jardim, superintendente da Curadoria de Cultura da Alerj, o projeto Casa da Democracia tem o desafio de trabalhar a ressignificação da evolução da Construção Democrática e da História Republicana no país desde o período imperial até os dias atuais. E este desafio significa trabalhar a ressignificação da evolução da Construção Democrática e da História Republicana.

“Tendo o Palácio Tiradentes como uma grande referência e protagonista desta história, trata-se de promover o acesso da população às principais fontes de conhecimento guardadas na memória nacional que fazem parte dos ideais de construção da nossa democracia. Nesse contexto, o Palácio Tiradentes desempenhou um papel relevante na construção de um Brasil politicamente independente e sustentável”, ressalta a pesquisadora.

Segundo ela, para enfrentar este desafio de repensar a história republicana e democrática do País, a Alerj está realizando o seminário ‘Democracia em Foco’, em parceria com a FGV. O evento percorre os principais temas presentes no Projeto Casa da Democracia, com a história contada a partir dos momentos e marcos de passagem do tempo, informando as mudanças sociais que impulsionaram as mudanças institucionais.

“Ao longo da nossa história, as ideias republicanas e democráticas nascem de movimentos sociais e da força política da sociedade. Neste sentido, o seminário procurará debater o papel dos governos, dos partidos políticos, das instituições e de políticas públicas na história da democracia no país, com foco no direito que surge e se consolida no interior da sociedade”, explica Maria Lúcia.

Subdiretor de Cultura da Alerj, Nelson Freitas enfatizou a importância desse debate. “A ideia é fazer uma leitura sobre o protagonismo do Palácio Tiradentes no processo de construção democrática do nosso país. O papel político cumprido na trajetória como Câmara de Deputados, posteriormente Aleg e Alerj para, a partir do momento que se consolida como um centro cultural com função museológica, no centenário da pedra fundamental, aliar entretenimento à produção de conhecimento abordando temas dessa natureza com forte produção de encantamento para o público visitante”, disse.

Confira a programação completa:

2 de agosto

Abertura (às 10h): FGV e ALERJ

Mesa 1 (às 10h30): Governo representativo no Brasil: do Império à Era Vargas

Palestrantes:
– Miriam Dolhnikoff (USP): O governo representativo no Brasil Imperial
– Marly Motta (FGV): Primeira República (1889-1930): uma certa gramática política
– Paolo Ricci (USP): Partidos e competição política durante a Era Vargas (1933-1934)
– Mediador: Marco Aurélio Vannucchi (FGV)Mesa 2 (às 15h): Partidos e sistemas partidários no Brasil

Palestrantes:
– Marieta de Moraes Ferreira (FGV): A fusão do Rio de Janeiro: efeitos sobre os arranjos político-partidários fluminenses
– Jairo Nicolau (FGV): Partidos e eleições no Brasil do pós-1988
– Clara Maria de Oliveira Araújo (UERJ): Baixa representação de mulheres no legislativo brasileiro e a relação com sistemas partidários e eleitoral
– Mediadora: Jaqueline Zulini (FGV)

3 de agosto

Mesa 3 (às 10h30): Instituições políticas e relações Executivo-Legislativo no Brasil

Palestrantes:
– Ladislau Dowbor (PUC-SP): A crise econômica brasileira
– Fernando Limongi (FGV): Os Poderes no presidencialismo de coalizão
– Margarida Lacombe Camargo (UFRJ): Judicialização da política no Brasil pós-1988
– Mediador: Américo Freire (FGV)Mesa 4 (às 15h): Capacidade Estatal e Políticas Públicas

Palestrantes:
– Daniela Campello (FGV): Crise democrática e desmantelamento do Estado
– Celia Kerstenetzky (UFRJ): O desafio da desigualdade e as políticas públicas no Brasil
– Sérgio Praça (FGV): Autonomia burocrática no Brasil
– Mediador: Jimmy Medeiros (FGV)

4 de agosto

Sessão Cineclube (às 17h30): ‘Democracia em Foco’

Exibição do documentário ‘Vocação do Poder’, seguida de debate com os diretores Eduardo Escorel e José Joffily, na FGV (Praia de Botafogo, 190 – Auditório 318).

Por Comunicação Social

OFICINA DE RESTAURAÇÃO DO PALÁCIO TIRADENTES PROMOVE AULA ESPECIAL SOBRE METAIS NOBRES

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A Oficina-Escola de Conservação e Restauro promovida pela Escola do Legislativo (Elerj), da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), recebeu (28/07)28 o especialista em ourivesaria Ary Revesz para uma aula especial sobre banho de metais. A Oficina é realizada por servidores que atuam na restauração do Palácio Tiradentes.

O objetivo da aula é aprofundar os conhecimentos técnicos sobre os metais mais utilizados no mercado, assim como as formas de conservação adequadas para os materiais. Revesz, que é professor e atua no ramo há cerca de 30 anos, apresentou os procedimentos de criação e tratamento de peças banhadas em metais nobres.

“Eu pincelei um retrato que explica o que são banhos de cobre, níquel, ouro etc. Isso é grandioso demais, porque preservar o que os antepassados fizeram e deixaram como legado tem um valor inestimável. Tudo o que pudermos fazer para manter esse trabalho vivo é uma obrigação”, disse Revesz.

O conteúdo faz parte do programa do curso, que prepara servidores para a atuação na conservação de acervos e de estruturas arquitetônicas. “Todas essas técnicas podem ser utilizadas no campo da preservação e restauração, e é uma experiência de ganho de conhecimento única para os alunos. Eles já executaram técnicas em formas, forja e martelado, por exemplo, porque estamos trazendo tudo o que podemos de informação”, contou a coordenadora da Oficina, Simone Algebaile.

Além de servidores da Alerj, a escola também recebe funcionários do Theatro Municipal, do Palácio Guanabara, da Mitra Diocesana do Rio, e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Por Comunicação/ALERJ

Foto: Octacílio Barbosa

HARPISTA MEXICANO SE APRESENTA NO PALÁCIO TIRADENTES NO RIO HARP FESTIVAL

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O harpista mexicano Kevin Zabdiel se apresentou na terça-feira (26/07), no Palácio Tiradentes, como parte da programação da série “Música e Democracia” do XVII Rio Harp Festival. O concerto foi realizado por meio de parceria entre a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), através da Subdiretoria de Cultura, e a Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado (Funarj).

Zabdiel toca harpa há 19 anos, e seu repertório contou com ritmos como os mariachis, a música rancheira e o pop. Na infância, o músico relatou que não gostava muito da harpa, mas foi incentivado pela mãe a frequentar as aulas de música, lecionadas por professores mexicanos, colombianos, venezuelanos e paraguaios.

“Hoje posso tocar a música popular da minha região, a bossa nova, o bolero, o jazz. O Rio de Janeiro tem um público muito agradável, sedento por cultura, mas todos os países que visitei foram muito receptivos também em relação a esse estilo de música. Cada vez mais o público tem se interessado nesse tipo de festival”, comentou Zabdiel.

Para o idealizador do Rio Harp Festival, Sergio da Costa e Silva, o evento é um sucesso, atingindo a marca de quase 20 mil espectadores na 17ª edição de um dos maiores e importantes festivais de harpa do mundo.

“Trouxemos artistas de diversos países. O Zabdiel toca uma harpa muito típica do México. Nossa melhor resposta é o público; nós ouvimos que as pessoas queriam que o festival durasse mais. É uma alegria estar aqui no Palácio Tiradentes”, afirmou Sergio da Costa.

Já passaram pelo Palácio Tiradentes o duo Claire Le Fur (harpa) e Raymond Gratien (guitarra), representante da França; e o duo libanês Al Nur Kibir’ JafferSwamani e RudaBrauns. Na próxima segunda-feira (01/08), será a vez do argentino Walter Morato se apresentar.

Os concertos do Rio Harp Festival no Palácio Tiradentes são realizados na sala 103, com acesso pela Rua Dom Manuel, s/nº, na Praça XV. A entrada é gratuita e as vagas são limitadas. O público deve chegar uma hora antes para a retirada de senha e a distribuição começa sempre às 18 horas, com acesso pela parte de trás do palácio.

Por Manuela Chaves

Foto: Octacílio Barbosa

CONCERTO HOMENAGEIA O MÉXICO NO PALÁCIO TIRADENTES

HARP ProgramaçacaoO harpista mexicano Zapa Hurtado se apresentará nesta terça-feira (26/07), às 19 horas, no Palácio Tiradentes, na Praça XV, dentro da  programação da “Série Música e Democracia do RioHarpFestival”. O concerto promete balançar o coração dos presentes com ritmos como os mariachis, a música rancheira e o pop.

Para retirada da senha o público vai precisar com uma hora de antecedência na Rua Manoel, s/n°, acesso pelos fundos do p


alácio.

Nesta 17ª edição do RioHarpFestival o Brasil entra no circuito mundial de harpa, colocando em especial a cidade do Rio de Janeiro como o principal palco do evento. Países como Estados Unidos, Canadá, China, Irlanda e Japão também sediam eventos desse segmento.

Serviço:
O que: RioHarpFestival
Onde: Palácio Tiradentes. Rua Primeiro de Março, s/n – Praça XV – Sala 104
Quando: 26/07 – Hora: 19h

Leia maisCONCERTO HOMENAGEIA O MÉXICO NO PALÁCIO TIRADENTES

RIOHARPFESTIVAL MESCLA REPORTÓRIOS EM CONCERTO NO PALÁCIO TIRADENTES

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Com um repertório eclético, vasto e com um toque nacional, que incluiu a execução de “Aquarela do Brasil” em duas harpas ao mesmo tempo, o belga Jacques Vandelvede emocionou as cerca de 70 pessoas que prestigiaram sua apresentação, na noite desta terça-feira (19/07), no Palácio Tiradentes. O concerto, gratuito, faz parte da “Série Música e Democracia” do RioHarpFestival 2022, um dos mais maiores e importantes festivais de harpas do mundo.

 Vandelvede falou do seu encanto pela música latina. “É mágico poder estar aqui com minhas harpas e tocar na terra do samba, assim como pude tocar ‘Garota de Ipanema’ na harpa há 17 anos”. Ele também destacou a oportunidade de cada harpista mostrar sua técnica noRioHarpFestival. E disse que seu repertório vai do barroco à bossa nova, e inclui muitos sambas e uma mescla de ritmos de toda a América Latina.

 O harpista contou ainda que visitou a América nos anos 90, e que tem ajudado a popularizar a harpa e abrir possibilidades de mais artistas comprar harpas latinas. “A cultura latina é grandiosa e há muito interesse das mídias da Europa em difundi-la”, comentou.

O subdiretor de Cultura da Alerj, Nelson Freitas, lembrou que Vandelvede é um grande pesquisador da música e da cultura latino-americana. Ele lembrou que o espaço está em fase de restauração para se tornar a Casa da Democracia e que o RioHarp é uma oportunidade de testar essa nova funcionalidade do que será o novo equipamento cultural da cidade.

Sergio da Costa e Silva, idealizador do Rioharp, também enfatizou o valor artístico de Vandelvede. Sobre o sucesso do RioHarp, disse que já são mais de 6 mil pessoas assistindo às apresentações da 17a edição deste que já é considerado o maior festival de harpas do mundo. “Vandelvede é um artista ímpar no mundo, toca com as duas mãos e ele mesmo criou suas harpas. Os músicos saem daqui tocando ‘Garota de Ipanema” e fazendo intercâmbio. Hoje o Jacques tocou ‘Aquarela do Brasil’, comentou.

A série ‘Música e Democracia’ do RioHarp 2022 foi criada em parceria pela Subdiretoria de Cultura da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e a Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (Funarj), especialmente para apresentações no prédio histórico que sediou o Parlamento fluminense e que hoje está sendo adaptado para se transformar em Casa da Democracia Brasileira.

 No próximo dia 26, o harpista mexicano Kevin Zapa Hurtado vai se apresentar no Palácio e no dia 1º de agosto, é a vez do argentino Walter Morato. Já passaram por lá, o duo Claire Le Fur (harpa) e Raymond Gratien (guitarra), representante da França; e o duo libanês Al Nur Kibir’ JafferSwamani e RudaBrauns. Os concertos do RioHarpFestival no Palácio Tiradentes ocorrem na sala 103, com entrada pela Rua Dom Manuel s/nº, na Praça XV. A entrada é gratuita e as vagas são limitadas. O público deve chegar uma hora antes para a retirada de senha. A distribuição começa sempre às 18 horas, com acesso pelos fundos do Palácio.

Festival integra projeto Música no Museu

 Um dos principais festivais do mundo, o RioHarp transforma a cidade durante o mês de julho na ‘capital mundial das harpas’, mostrando os vários tipos do instrumento e os sons possíveis que vão desde a música barroca, antiga e clássica, aos contemporâneos, como jazz, rock, bossa nova, ritmos latino-americanos e até heavy metal. Pioneiro em colocar em sua programação orquestras de comunidades criadas a partir de projetos de inclusão social, o RioHarpFestival mobiliza nesta 17ª edição 50 músicos de 20 países em 73 concertos em diversos palcos entre os dias 1º e 31 de julho.

 Além de fazer parte do circuito mundial da harpa, o RioHarp integra a programação do projeto ‘Música no Museu’, já consolidado na agenda cultural da cidade. Iniciado em 1997, o Música no Museu tornou-se a maior série de música clássica do país, reconhecido pelo RankBrasil, a versão brasileira do Guinness Book. Com exceção do período da pandemia da covid-19, foram realizados 500 concertos presenciais por ano em todo o país, reunindo cerca de 2.500 músicos, além de contar com uma versão internacional.

Acompanhe nossa programação! 

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Por Comunicação/Alerj

Foto: Symone Munay

 

COMISSÃO DO CUMPRA-SE COBRA ENSINO DA CAPOEIRA NAS ESCOLAS DO ESTADO

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Expressão cultural e esportiva afro-brasileira, a capoeira ainda não está na rotina da maioria das escolas do estado, contrariando o que estabelece a legislação.  A Comissão pelo Cumprimento das Leis (Cumpra-se) promoveu audiência pública (15/07), para discutir os entraves e propor medidas que incentivem a adoção dessa prática nas redes de ensino. Participaram das discussões representantes do Poder Executivo, do Ministério Público e mestres dirigentes de associações de capoeiristas do estado.

 O foco principal do debate foram as medidas propostas pelo Projeto de Lei 6.164/22, que pretende aperfeiçoar a legislação anterior sobre ensino da capoeira em escolas da rede pública. O presidente da comissão, deputado Carlos Minc (PSB), disse que se trata de um projeto proposto pelo Fórum Estadual da Capoeira, mas que deve ser ampliado com contribuições de outros grupos.

“É preciso facultar o acesso aos recursos públicos, para que a capoeira chegue às escolas. A gente tem muito o que fazer para reconhecer os mestres, os mais velhos, as mulheres da capoeira”, disse ele, ao destacar a importância da capoeira como arte marcial, dança e música, além de expressão cultural e esportiva afro-brasileira.

 A criação do Programa Estadual de Capoterapia, que utiliza os movimentos e a musicalidade da capoeira como prática terapêutica foi outra proposta debatida. O programa foi criado recentemente pela Lei 9.701/22, de autoria do deputado Wellington José (PODE). A norma reconhece o Instituto Brasileiro de Capoterapia (IBC) como instituição capacitada para o treinamento e formação destes profissionais.

Além de difundir a prática, o objetivo é universalizar e democratizar a prática da capoterapia em todo o Estado do Rio, promovendo a saúde física e mental, bem como a melhoria da qualidade de vida de seus praticantes. O texto também propõe que a terapia tenha seu uso incentivado em ambientes públicos, como escolas, parques e praças. Além disso, autoriza o Poder Executivo a celebrar convênios com instituições públicas ou privadas.

O evento contou com a presença dos mestres e mestras Ephrain, Paulão Kikongo, Curumim, Renatinha e Darlene, do do Fórum de Capoeira do Estado do Rio de Janeiro; do mestre Everaldo Lima, da Federação Fluminense; Mulato, do movimento Capoeira é a Nossa Bandeira; da superintendente de Museus do Estado do Rio, Lucienne Figueiredo, do superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), além de representantes da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Secec) e do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac).

Por Comunicacão/Alerj

Foto: Octacilio Barbosa

COMISSÃO DO CUMPRA-SE COBRA ENSINO DA CAPOEIRA NAS ESCOLAS DO ESTADO DO RIO

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Expressão cultural e esportiva afro-brasileira, a capoeira ainda não está na rotina da maioria das escolas do estado, contrariando o que estabelece a legislação. Nesta sexta-feira (15/07), a Comissão pelo Cumprimento das Leis (Cumpra-se) promoveu audiência pública para discutir os entraves e propor medidas que incentivem a adoção dessa prática nas redes de ensino. Participaram das discussões representantes do Poder Executivo, do Ministério Público e mestres dirigentes de associações de capoeiristas do estado.

 O foco principal do debate foram as medidas propostas pelo Projeto de Lei 6.164/22, que pretende aperfeiçoar a legislação anterior sobre ensino da capoeira em escolas da rede pública. O presidente da comissão, deputado Carlos Minc (PSB), disse que se trata de um projeto proposto pelo Fórum Estadual da Capoeira, mas que deve ser ampliado com contribuições de outros grupos.

“É preciso facultar o acesso aos recursos públicos, para que a capoeira chegue às escolas. A gente tem muito o que fazer para reconhecer os mestres, os mais velhos, as mulheres da capoeira”, disse ele, ao destacar a importância da capoeira como arte marcial, dança e música, além de expressão cultural e esportiva afro-brasileira.

A criação do Programa Estadual de Capoterapia, que utiliza os movimentos e a musicalidade da capoeira como prática terapêutica foi outra proposta debatida. O programa foi criado recentemente pela Lei 9.701/22, de autoria do deputado Wellington José (PODE). A norma reconhece o Instituto Brasileiro de Capoterapia (IBC) como instituição capacitada para o treinamento e formação destes profissionais.

Além de difundir a prática, o objetivo é universalizar e democratizar a prática da capoterapia em todo o Estado do Rio, promovendo a saúde física e mental, bem como a melhoria da qualidade de vida de seus praticantes. O texto também propõe que a terapia tenha seu uso incentivado em ambientes públicos, como escolas, parques e praças. Além disso, autoriza o Poder Executivo a celebrar convênios com instituições públicas ou privadas.

O evento contou com a presença dos mestres e mestras Ephrain, Paulão Kikongo, Curumim, Renatinha e Darlene, do do Fórum de Capoeira do Estado do Rio de Janeiro; do mestre Everaldo Lima, da Federação Fluminense; Mulato, do movimento Capoeira é a Nossa Bandeira; da superintendente de Museus do Estado do Rio, Lucienne Figueiredo, do superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), além de representantes da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Secec) e do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac).

Por Comunicação Social

Foto: Grupo SenzalaRJ/Acervo IPHAN