CANTORA ELZA SOARES MORRE AOS 91 ANOS

 

CANTORA ELZA SOARES MORRE AOS 91 ANOS

ELZA

A cantora Elza Soares morreu nesta quinta-feira, 20/01, aos 91 anos, em sua casa, no bairro de Copacabana, zona Sul do Rio de Janeiro. Segundo uma publicação em seu Instagram, feita por familiares, Elza faleceu por causas naturais. Elza Gomes da Conceição nasceu  em 23 de junho de 1930, no Rio de Janeiro, na favela da Moça Bonita, em Vila Vintém, no bairro de Padre Miguel, subúrbio da zona Norte.

Elza não foi apenas uma grande artista à frente do seu tempo, símbolo da brasilidade da música brasileira. Foi, de verdade, uma mulher capaz de suportar e superar todo o tipo de abuso, agressão, perseguição.

Elza nos deixou, por força dos acontecimentos, em 20 de janeiro, mesmo dia que Garrincha nos deixou em 1983, o grande craque brasileiro com quem foi casada.

Na arte, Elza deixa um grande legado, de inovação, irreverência. Ao contrário de muitos artistas que representam um tempo, Elza, desde que surgiu, sempre soube ocupar o seu espaço no tempo. Sua produção artística era no presente uma conexão com o futuro.

Viva Elza Soares!

 

Foto: Divulgação

EXPOSIÇÃO SOBRE ‘A DIVINA COMÉDIA’ É PRORROGADA NO PALÁCIO TIRADENTES

 

EXPOSIÇÃO SOBRE ‘A DIVINA COMÉDIA’ É PRORROGADA NO PALÁCIO TIRADENTES

 

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A “Exposição  Dante …Vale”, no Palácio Tiradentes, será prorrogada até 26 de fevereiro.  A mostra está em cartaz  desde 19 de outubro de 2021, no Salão Nobre da antiga sede da  Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), de segunda-feira ao sábado,  a partir das 10 horas.  “Dante…Vale” é uma iniciativa do Consulado-Geral da Itália no Rio com apoio da Subdiretoria-Geral de Cultura da ALERJ e usa a sátira dos mestres do carnaval de Viareggio, cidade na região da Toscana,  para exaltar “A Divina Comédia”, uma das obras literárias mais famosas do mundo, de autoria do poeta italiano Dante Alighieri.

A obra do artista é retratada na exposição por 17 esboços originais de carros alegóricos que desfilaram em diferentes edições do carnaval de Viareggio  onde a festa popular tem 148 anos de tradição. De forma satírica, as obras dos mestres carnavalescos imprimem uma releitura moderna, com apelo político e social –  do inferno, purgatório e paraíso dantescos narrados no célebre livro que, há sete séculos, inspira gerações de artistas no mundo inteiro.

 

DANTE 3 marca_site_topo_2Serviço:

O que: “Exposição Dante…Vale”

Onde: Salão Nobre do Palácio Tiradentes. Rua Primeiro de Março, s/n – Praça XV – Centro. Tel:2588 1251.

Quando: Até 26/02/2022. De segunda a sábado das 10h às 17h.

O acesso para cadeirantes poderá ser feito pela Rua Dom Manuel, s/n, atrás do palácio. Entrada gratuita.

Mais sobre a exposição: www.dantevale.com.br

 

Por: Symone Munay|Foto

 

 

*DETALHES DE UM PALÁCIO: Salas de comissões

 

*DETALHES DE UM PALÁCIO: salas de comissões

 

Sala de Comissões 316

No terceiro andar do Palácio Tiradentes estão duas salas que eram destinadas às reuniões e audiências públicas das comissões permanentes da antiga sede da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ). Pesquisas dão conta que parte do mobiliário das salas 311 e 316 foi fabricado com peças de madeira retirada na demolição da cadeia pública da cidade–que funcionou no terreno onde foi construído o palácio.  Nelas estão duas grandes mesas elípticas, com formato em U, confeccionadas em peroba e pau-brasil. Todos os moveis incluindo as 30 cadeiras que compõem a mesa principal foram projetadas sob a influência do arquiteto e decorador dinamarquês, Arne Jacobsen (1902-1971), um dos projetistas de móveis mais conhecidos do século XX.

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Outra característica das salas de comissões fica por conta do piso em mosaico de madeira tricolor – o chamado piso de parquet, cujo assoalho de madeira formam figuras ou desenhos geométricos.

Nas extremidades dos recintos um espaço destinado ao público foi mantido durante as atividades da Casa legislativa, encerradas em julho de 2021, quando a ALERJ se mudou para o edifício Lúcio Costa, na Rua da Ajuda, 5, no Centro.

 

Por Symone Munay

 

 

 

 

 

 

 

ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA PASSA A SER PATRIMÔNIO CULTURAL DO ESTADO

ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA PASSA A SER PATRIMÔNIO CULTURAL

 

Fundada em 1940 pelo Maestro José Siqueira e com mais de cinco mil concertos realizados durante seus 81 anos de trajetória ininterrupta, a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), uma das mais tradicionais do país, agora é Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Estado do Rio de Janeiro. A Lei 9.544, de autoria do deputado Márcio Pacheco (PSC), que concede o título, foi sancionada pelo governador Cláudio Castro e publicada no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (11/1).

A OSB foi a primeira orquestra brasileira a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia. As missões institucionais da OSB contemplam a conquista de novos públicos para a música sinfônica, o incentivo a novos talentos e a divulgação de um repertório diversificado. Os espetáculos da OSB acontecem no Theatro Municipal, na Sala Cecília Meireles e no Teatro Riachuelo Rio.

Márcio Pacheco lembrou que a OSB tem como finalidade o fomento e a divulgação do repertório sinfônico brasileiro, dos tradicionais aos novos compositores, paralelamente aos clássicos internacionais, trazendo ao público carioca o que há de melhor na música sinfônica.

“A Orquestra tem vencido barreiras e cumprido positivamente um importante papel na sociedade fluminense: o de trazer a cultura até o povo, proporcionando a espetacular experiência da música, com sua magia e esplendor, pelo estado e pelo mundo. Suas atividades didáticas Brasil afora vêm alimentando sonhos e dando oportunidades a muitos jovens. Nada mais reflete a importância de sua função cultural e social para a população”, disse o deputado.

Por Comunicação/Alerj

PALÁCIO TIRADENTES ESTÁ ABERTO COM A EXPOSIÇÃO “DANTE…VALE”

 

 

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PALÁCIO TIRADENTES ESTÁ ABERTO PARA VISITA  COM A EXPOSIÇÃO “DANTE…VALE”

O Palácio Tiradentes estará aberto ao público a partir das 10 horas, deste sábado (13/10), com a “Exposição Dante…Vale”, que usa a sátira dos mestres do carnaval de Viareggio para exaltar “A Divina Comédia”, uma das obras literárias mais famosas do mundo, de autoria do poeta italiano Dante Alighieri que ganha esta homenagem especial no Rio de Janeiro quando se completam 700 anos de sua morte.

A obra de Dante é retratada na exposição por 17 esboços originais de carros alegóricos que desfilaram em diferentes edições do carnaval de Viareggio, cidade italiana na região da Toscana, onde a festa popular tem 148 anos de tradição.

Venha conferir!

 

Serviço:

O que: “Exposição Dante Vale”

Onde: Salão Nobre do Palácio Tiradentes. Rua Primeiro de Março, s/n – Praça XV – Centro.

Quando: 19/10 até 15/01/2022. De segunda a sábado das 10h às 17h. O acesso para cadeirantes poderá ser feito pela Rua Dom Manuel, s/n, atrás do palácio.

ENTRADA GRATUITA.

Mais sobre a exposição: www.dantevale.com.br

Por Symone Munay

 

“A MÚSICA CANTANDO A NOSSA HISTÓRIA” APRESENTA 25 EPISÓDIOS DA MPB

Screenshot_20220104-154417_Acrobat for Samsung“A MÚSICA CANTANDO A NOSSA HISTÓRIA” APRESENTA 25 EPISÓDIOS DA MPB

Seguem a pleno vapor as gravações de “A Música cantando a nossa História”, série televisiva produzida pela Subdiretoria-Geral de Cultura da ALERJ, em parceria com a Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado (Funarj). No palco, cada artista protagonista do projeto vai, por meio de uma conversa informal, divertida e criativa, contar ao público suas origens e como foi seu envolvimento com a música, fazendo uma leitura da sua trajetória de vida e obra, além de apresentar suas canções de sucesso. O apresentador e interlocutor dos papos com os artistas é o  apresentador, humorista, compositor e cantor Saulo Laranjeira (na foto com o músico Zé  Renato). “A série contará com 25 episódios e estamos trabalhando para estreá-la na TV ALERJ em fevereiro de 2022”, conta o subdiretor de Cultura da ALERJ, Nelson Freitas: “Queremos oferecer uma informação musical e política única, diferenciada, com o compromisso de convidar o público a se divertir e, ao mesmo tempo, reunir e elaborar impressões, relacionar fatos e debater ideias para construir e compartilhar o conhecimento guardado na vida de cada artista protagonista dos episódios”.

Já passaram pelo palco do Teatro João Caetano, local das gravações, nomes como Zeca Baleiro, Sandra de Sá, Cláudio Nucci e Geraldo Azevedo, entre outros. Em função dos protocolos sanitários de distanciamento social não há presença de público na plateia. Para este mês estão previstas filmagens com Francis Hime, Wagner Tyso, Toninho Horta e a dupla gaúcha Kleiton & Kledir.

Foto: Roger Hitz

*DETALHES DE UM PALÁCIO: Loggias

 

*DETALHES DE UM PALÁCIO: Loggias

 

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 Outra marca do estilo eclético do Palácio Tiradentes são as denominadas loggias.  Trata-se de um elemento arquitetônico, aberto pelo menos de um lado como uma galeria ou varanda. Como característica as loggias muitas vezes são erguidas, cobertas e de regra apoiadas por colunas e arcos. Características bem comuns na arquitetura italiana, principalmente na segunda metade dos séculos XVI e XVII.

Não se destinam à entrada, mas sim a uma sala de estar – o Salão Nobre ou corredores.  As loggias são principalmente localizadas no piso térreo, mas às vezes no primeiro andar, como ocorre no Palácio Tiradentes – ao subir a escada do saguão principal.

 

 

Por Symone Munay| Fotos

 

 

*DETALHES DE UM PALÁCIO: a passeata dos 100 mil

*DETALHES DE UM PALÁCIO: a passeata dos 100 mil

 

passeata-100mil Arquivo Nacional – Arquivo do Correio da Manhã.Passeata-dos-Cem-Mil 2 (1)

Desde a concentração para a famosa Passeata dos Cem Mil, em 26 de junho de 1968, o Palácio Tiradentes, antiga sede da ALERJ, permanece como um dos principais referenciais da política fluminense e do país. Naquele ano, a escadaria e toda a região em volta do palácio foram tomadas por manifestantes.  A multidão protestava contra a Ditadura civil-militar – instaurada em 1º de abril de 1964 –  e a morte do estudante Edson Luís de Lima Souto, dois dias antes, durante confronto com policiais no restaurante estudantil Calabouço, no Centro do Rio.Durante a marcha, foi eleita uma comissão de representantes da sociedade civil, que dias depois foi recebida pelo general Costa e Silva, então presidente do Brasil, entre 1967 e 1969.  No encontro, o grupo pediu a libertação de estudantes presos, verbas e mais vagas para as universidades, o fim da censura e a reabertura do restaurante Calabouço, que inaugurado em 1951 na antiga sede da UNE, na Praia do Flamengo e depois transferido no ano seguinte para a Avenida Infante Dom Henrique, próximo ao Aeroporto Santos Dumont.

Por Symone Munay

Foto: Acervo/MIS

ALERJ ENCERRA ANO 2021 COM A APROVAÇÃO DE 48 NOVAS MEDIDAS

ALERJ ENCERRA ANO 2021 COM A APROVAÇÃO DE 48 NOVAS MEDIDAS

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Ações para a retomada do crescimento econômico foram destaque do parlamento em 2021

Após 13 sessões de votação e mais de cinco horas de debate, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) encerrou os trabalhos de 2021 com a aprovação de 48 medidas, dentre elas a Lei Orçamentária Anual, que pela primeira vez em cinco anos não prevê déficit, com despesas e receitas equilibradas; a prorrogação do programa Supera RJ até o final do ano que vem; e a realocação dos servidores da Cedae após a conclusão dos processos de concessão dos serviços de água e esgoto.

Durante o discurso de encerramento, o presidente da Alerj, deputado André Ceciliano (PT), destacou a produtividade do parlamento fluminense em 2021: foram mais de 330 sessões de votação, cerca de 1.700 projetos e 16 PECs apresentados, 335 novas leis em vigor e três decretos legislativos. Entre essas medidas, destaca-se o Fundo Soberano, criado para diversificar a economia do Rio de Janeiro e ser um passaporte para um futuro menos dependente do petróleo. Em 2022, estão previstos mais de R$ 2,5 bilhões a serem aplicados no fundo para custear investimentos estruturantes em todo o estado. A Alerj tem visitado as regiões fluminenses para mapear possíveis investimentos do fundo.

Ceciliano também destacou a importância da união de forças e a harmonia entre os Poderes para a retomada do crescimento econômico do Rio de Janeiro – como na aprovação das contrapartidas para o novo Regime de Recuperação Fiscal (RRF), discutidas na Alerj ao longo de semanas com a participação do funcionalismo, do Judiciário e de membros do governo do Estado.

Apesar das limitações impostas pelo RRF, a Casa conseguiu aprovar medidas para beneficiar diversos setores econômicos com a redução das alíquotas de ICMS para o setor de bares e restaurantes, o setor da aviação, para os produtores rurais, dentre outros. “O Rio precisa dar a volta por cima e nós, deputados, independentemente de partidos e ideologias, trabalhamos e continuamos neste esforço conjunto para garantir a competitividade necessária na guerra fiscal que enfrentamos contra outros estados da região Sudeste”, destacou Ceciliano.

O aumento da arrecadação foi um dos eixos de atuação da Casa este ano, que instalou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o pagamento de royalties e participações especiais ao Estado do Rio pelas empresas exploradoras de petróleo. O resultado foi um acordo feito entre a Secretaria de Estado de Fazenda e a Agência Nacional do Petróleo para melhorar a fiscalização dos recursos e um relatório com mais de indicações, prevendo um aumento de arrecadação de R$ 25 bilhões nos próximos dez anos.

Ao todo, as comissões da Alerj realizaram 272 reuniões híbridas; 158 audiências públicas; 268 reuniões extraordinárias. Neste ano também funcionaram na Casa 10 Comissões Especiais, oito Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) e duas Comissões de Representação.

 

 

Por Comunicação/ALERJ