“A MÚSICA CANTANDO A NOSSA HISTÓRIA” APRESENTA 25 EPISÓDIOS DA MPB

Screenshot_20220104-154417_Acrobat for Samsung“A MÚSICA CANTANDO A NOSSA HISTÓRIA” APRESENTA 25 EPISÓDIOS DA MPB

Seguem a pleno vapor as gravações de “A Música cantando a nossa História”, série televisiva produzida pela Subdiretoria-Geral de Cultura da ALERJ, em parceria com a Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado (Funarj). No palco, cada artista protagonista do projeto vai, por meio de uma conversa informal, divertida e criativa, contar ao público suas origens e como foi seu envolvimento com a música, fazendo uma leitura da sua trajetória de vida e obra, além de apresentar suas canções de sucesso. O apresentador e interlocutor dos papos com os artistas é o  apresentador, humorista, compositor e cantor Saulo Laranjeira (na foto com o músico Zé  Renato). “A série contará com 25 episódios e estamos trabalhando para estreá-la na TV ALERJ em fevereiro de 2022”, conta o subdiretor de Cultura da ALERJ, Nelson Freitas: “Queremos oferecer uma informação musical e política única, diferenciada, com o compromisso de convidar o público a se divertir e, ao mesmo tempo, reunir e elaborar impressões, relacionar fatos e debater ideias para construir e compartilhar o conhecimento guardado na vida de cada artista protagonista dos episódios”.

Já passaram pelo palco do Teatro João Caetano, local das gravações, nomes como Zeca Baleiro, Sandra de Sá, Cláudio Nucci e Geraldo Azevedo, entre outros. Em função dos protocolos sanitários de distanciamento social não há presença de público na plateia. Para este mês estão previstas filmagens com Francis Hime, Wagner Tyso, Toninho Horta e a dupla gaúcha Kleiton & Kledir.

Foto: Roger Hitz

*DETALHES DE UM PALÁCIO: Loggias

*DETALHES DE UM PALÁCIO: Loggias

loggias 5 symunay

 

loggias 4 site SyMunay 2021

 Outra marca do estilo eclético do Palácio Tiradentes são as denominadas loggias.  Trata-se de um elemento arquitetônico, aberto pelo menos de um lado como uma galeria ou varanda. Como característica as loggias muitas vezes são erguidas, cobertas e de regra apoiadas por colunas e arcos. Características bem comuns na arquitetura italiana, principalmente na segunda metade dos séculos XVI e XVII.

Não se destinam à entrada, mas sim a uma sala de estar – o Salão Nobre ou corredores.  As loggias são principalmente localizadas no piso térreo, mas às vezes no primeiro andar, como ocorre no Palácio Tiradentes – ao subir a escada do saguão principal.

Por Symone Munay/Fotos

 

 

*DETALHES DE UM PALÁCIO: a passeata dos 100 mil

*DETALHES DE UM PALÁCIO: a passeata dos 100 mil

 

passeata-100mil Arquivo Nacional – Arquivo do Correio da Manhã.Passeata-dos-Cem-Mil 2 (1)

Desde a concentração para a famosa Passeata dos Cem Mil, em 26 de junho de 1968, o Palácio Tiradentes, antiga sede da ALERJ, permanece como um dos principais referenciais da política fluminense e do país. Naquele ano, a escadaria e toda a região em volta do palácio foram tomadas por manifestantes.  A multidão protestava contra a Ditadura civil-militar – instaurada em 1º de abril de 1964 –  e a morte do estudante Edson Luís de Lima Souto, dois dias antes, durante confronto com policiais no restaurante estudantil Calabouço, no Centro do Rio.Durante a marcha, foi eleita uma comissão de representantes da sociedade civil, que dias depois foi recebida pelo general Costa e Silva, então presidente do Brasil, entre 1967 e 1969.  No encontro, o grupo pediu a libertação de estudantes presos, verbas e mais vagas para as universidades, o fim da censura e a reabertura do restaurante Calabouço, que inaugurado em 1951 na antiga sede da UNE, na Praia do Flamengo e depois transferido no ano seguinte para a Avenida Infante Dom Henrique, próximo ao Aeroporto Santos Dumont.

Por Symone Munay

Foto: Acervo/MIS

ALERJ ENCERRA ANO 2021 COM A APROVAÇÃO DE 48 NOVAS MEDIDAS

ALERJ ENCERRA ANO 2021 COM A APROVAÇÃO DE 48 NOVAS MEDIDAS

ULTIMA SESSAO 21 valendo Dia_16_12_2021_RafaelWallace-9470

Ações para a retomada do crescimento econômico foram destaque do parlamento em 2021

Após 13 sessões de votação e mais de cinco horas de debate, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) encerrou os trabalhos de 2021 com a aprovação de 48 medidas, dentre elas a Lei Orçamentária Anual, que pela primeira vez em cinco anos não prevê déficit, com despesas e receitas equilibradas; a prorrogação do programa Supera RJ até o final do ano que vem; e a realocação dos servidores da Cedae após a conclusão dos processos de concessão dos serviços de água e esgoto.

Durante o discurso de encerramento, o presidente da Alerj, deputado André Ceciliano (PT), destacou a produtividade do parlamento fluminense em 2021: foram mais de 330 sessões de votação, cerca de 1.700 projetos e 16 PECs apresentados, 335 novas leis em vigor e três decretos legislativos. Entre essas medidas, destaca-se o Fundo Soberano, criado para diversificar a economia do Rio de Janeiro e ser um passaporte para um futuro menos dependente do petróleo. Em 2022, estão previstos mais de R$ 2,5 bilhões a serem aplicados no fundo para custear investimentos estruturantes em todo o estado. A Alerj tem visitado as regiões fluminenses para mapear possíveis investimentos do fundo.

Ceciliano também destacou a importância da união de forças e a harmonia entre os Poderes para a retomada do crescimento econômico do Rio de Janeiro – como na aprovação das contrapartidas para o novo Regime de Recuperação Fiscal (RRF), discutidas na Alerj ao longo de semanas com a participação do funcionalismo, do Judiciário e de membros do governo do Estado.

Apesar das limitações impostas pelo RRF, a Casa conseguiu aprovar medidas para beneficiar diversos setores econômicos com a redução das alíquotas de ICMS para o setor de bares e restaurantes, o setor da aviação, para os produtores rurais, dentre outros. “O Rio precisa dar a volta por cima e nós, deputados, independentemente de partidos e ideologias, trabalhamos e continuamos neste esforço conjunto para garantir a competitividade necessária na guerra fiscal que enfrentamos contra outros estados da região Sudeste”, destacou Ceciliano.

O aumento da arrecadação foi um dos eixos de atuação da Casa este ano, que instalou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o pagamento de royalties e participações especiais ao Estado do Rio pelas empresas exploradoras de petróleo. O resultado foi um acordo feito entre a Secretaria de Estado de Fazenda e a Agência Nacional do Petróleo para melhorar a fiscalização dos recursos e um relatório com mais de indicações, prevendo um aumento de arrecadação de R$ 25 bilhões nos próximos dez anos.

Ao todo, as comissões da Alerj realizaram 272 reuniões híbridas; 158 audiências públicas; 268 reuniões extraordinárias. Neste ano também funcionaram na Casa 10 Comissões Especiais, oito Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) e duas Comissões de Representação.

 

 

Por Comunicação/ALERJ

ALERJ PARTICIPA DO PROJETO ‘SINOS DE ESPERANÇA’

SINOS VAO SUAR

Passados quase dois anos de pandemia da Covid 19, a ALERJ e a Arquidiocese do Rio unem forças na realização de um projeto inédito. Na próxima terça-feira (21/12), às 18 horas, todas as igrejas do estado fluminense vão tocar seus sinos durante quatro minutos.

Uma parceria da Subdiretoria-Geral de Cultura da ALERJ junto ao Vicariato Episcopal para a Cultura da Arquidiocese do Rio, o projeto remonta a crença de que o ressoar dos sinos emana poderes de purificação e, ao mesmo tempo, tem a capacidade de afastar as energias negativas. Neste contexto, “Sinos de Esperança” chega para promover vibrações sonoras com o objetivo de conduzir à harmonia do universo, ao encantamento do divino e, portanto, à comunicação entre o céu e a terra –  elementos considerados de fundamental importância para celebrar a vida com a chegada do Natal, de um Ano Novo com a superação das inúmeras adversidades impostas pela crise sanitária e, ainda, saudar o Bicentenário da Independência.

Após o toque dos sinos, o cardeal dom Orani Tempesta fará a Oração do Ângelus — um momento em que os fiéis, mediante a reza da Ave Maria, são convidados a recordarem a anunciação — feita pelo anjo Gabriel a Maria — da concepção de Jesus Cristo.

A escolha de 21 de dezembro justifica-se pela chegada do verão, a estação do ano que tem a mais forte ligação com a natureza e a astrologia. O período que se tem mais luz, impulsiona as grandes vibrações, faz circular fortes correntes energéticas em torno da vida, remete às boas energias, à fecundidade e à prosperidade.

Portanto, nada melhor do que a produção do “Sinos de Esperança”, nesse final de ano, para celebrarmos, em todo o Estado do Rio de Janeiro, o esplendor da esperança.

Dias muito melhores virão.

Serviço:
Sinos de Esperança
Dia 21 de dezembro, às 18h
Às 18h05 – TV ALERJ – Oração do Ângelus – Cardeal Dom Orani Tempesta
Às 18h10 – TV ALERJ – Mensagem do Presidente da ALERJ – Deputado André Ceciliano

Uma realização: Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ)/Subdiretoria-Geral de Cultura e
Arquidiocese do Rio De Janeiro/Vicariato para Cultura

 

 

 

 

 

 

DIA NACIONAL DO MUSEÓLOGO

 

DIA NACIONAL DO MUSEÓLOGO

18-DE-DEZEMBRO

A equipe da Subdiretoria-geral de Cultura da ALERJ saúda todos museólogos e museólogas pelo dia de hoje.

A profissão de museólogo foi criada pela Lei 7.287 de 18 de dezembro de 1984 e regulamentada, por decreto  um anos depois, para reconhecer aqueles que atuam no campo da museologia e do patrimônio.  São profissionais que  também participam da política de criação e implantação de museus, gerenciam museus e seus setores técnicos; solicitam tombamento e registro de bens culturais; realizam e orientam estudos e pesquisa sobre acervos museológicos, entre outras atribuições.

 

 

Por Symone Munay

Ilustração: Site/COFEN

 

*DETALHES DE UM PALÁCIO: afresco do salão nobre

 

*DETALHES DE UM PALÁCIO: afresco do salão nobre

 

afresco 2IMG_1579afresco 20211213_123043

Detalhes teto Nobre SyMunay

No teto do salão nobre, predominam as pinturas em afresco de Timóteo da Costa (1878-1932) – que consiste em pintar diretamente sobre o revestimento ainda fresco com pigmentos diluídos em água. É de sua autoria também a decoração da sede do Fluminense Futebol Clube, em Laranjeiras e do Hotel Copacabana Palace, ambos na zona Sul.

Em técnica pontilhista, à moda dos impressionistas, o artista retratou a formação do povo brasileiro com um toque de fantasia harmonizando por anjos e fadas, e no centro, a Proclamação da República (15 de novembro de 1889).

 

 

Por Symone Munay

Fotos: Comunicação/ALERJ e Symone Munay

RECURSOS PARA RESTAURAÇÂO DO ARQUIVO PÚBLICO APROVADOS NA ALERJ

 

Recursos para restauração do Arquivo Público de Campos aprovados por unanimidade na Alerj

CECILIANO2 e Comissão Campos

A destinação de recursos para a reforma e restauração do Arquivo Público Municipal Waldir Pinto de Carvalho, instalado no Solar do Colégio, na Baixada Campista, foi aprovada por unanimidade pelos deputados da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), em 16 de dezembro. O prefeito Wladimir Garotinho fez um agradecimento especial ao presidente da Casa Legislativa, André Ceciliano (PT), a quem solicitou o apoio para a recuperação de um dos principais equipamentos culturais de Campos em outubro, na Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf), na apresentação do Fundo Soberano dos Royalties do Petróleo.

“Foi um pedido que fiz ao presidente da ALERJ para direcionar esses recursos à Uenf e nos ajudar na reforma do Arquivo Público, antiga fortaleza dos jesuítas. É um ganho extraordinário para nossa cultura e também para a valorização do patrimônio histórico de nossa cidade. Mês passado apresentei, juntamente com o reitor da Uenf, Raúl Palacio, e com o deputado Bruno Dauaire, as plantas e a planilha de custo orçamentário do projeto de restauração desse prédio do século XVII. Hoje, a liberação desse repasse para a Uenf executar o projeto foi aprovada por todos os deputados e só temos a agradecer. Com as obras, nosso objetivo é tornar o Arquivo Público, que já é o equipamento histórico-cultural mais importante do interior do Rio e o quinto em importância do Brasil, o melhor e mais bem equipado da América Latina”, declarou o prefeito.

São R$ 20 milhões da sobra do duodécimo da ALERJ em recursos para a restauração do Solar do Colégio e também para restauração do acervo e digitalização dos documentos do Arquivo Público. Os repasses, que ocorrerão conforme as intervenções, serão feitos diretamente à Uenf, que acompanhará a execução do projeto desenvolvido em parceria com a Sociedade Artística Brasileira (Sabra).

“Essa obra no Arquivo Público de Campos é uma conquista histórica para toda a região. É um acervo que precisa ser digitalizado, é um prédio histórico que precisa de reforma e eu sabia que o presidente André Ceciliano, junto com os demais deputados, não deixaria esse importante instrumento cultural de fora do apoio da Alerj. Queria parabenizar ainda o prefeito Wladimir Garotinho, que também foi incansável na busca por esses recursos, assim como o reitor da Uenf Raul Palacio”, comentou o deputado estadual Bruno Dauaire.

A Uenf acompanhará a execução do projeto desenvolvido em parceria com a Sociedade Artística Brasileira (Sabra). A universidade tem outros projetos para o Solar do Colégio, prédio construído pelos Jesuítas no século XVII, o mais antigo de Campos tombado pelo Iphan.

 

Por Leonardo Ferreira/Portalozk.com

*DETALHES DE UM PALÁCIO: O café do Brasil

 

*DETALHE DE UM PALÁCIO: O café do Brasil

salão2 nobre Ascom (2) 2MG

 

Café SyMunay 1Café porta1 SyMunay3Café parede20211213_123231

O café na época da construção do Palácio Tiradentes, década de 1920, era o principal produto de exportação do Brasil, e por isso, responsável por alavancar a economia do país. Um símbolo forte da Primeira República (1889 a 1930), onde predominava a “política do café com leite”, exatamente porque o café representava a oligarquia de São Paulo, e o leite, a de Minas Gerais.

Importância determinante fez com que o produto estivesse presente por toda a arquitetura do palácio, como os adornos nas portas e paredes do Salão Nobre, nos vitrais dos corredores e nas sacadas, trazendo trouxe um pouco de brasilidade à influência europeia que predomina a construção.

Símbolo nacional do país até hoje: o Brasil é o maior produtor de café do mundo, ficando à frente do Vietnã, que vem em segundo lugar.

 

Por Symone Munay|Fotos

 

 

 

 

 

ARTISTAS PEDEM APOIO DA ALERJ PARA PRESERVAÇÃO DO TEATRO PRINCESA ISABEL

 

ARTISTAS PEDEM APOIO DA ALERJ PARA PRESERVAÇÃO DO TEATRO PRINCESA ISABEL

Integrantes do movimento SOS Teatro Princesa Isabel se reuniram com o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), deputado André Ceciliano (PT), e a deputada Martha Rocha (PDT), na quarta-feira (15/12), para pedir apoio para que o espaço cultural supere a crise financeira agravada pela pandemia do coronavírus. Na quinta-feira, a Casa votou o Projeto de Lei 5.202/21, que propõe o tombamento do imóvel como Patrimônio do Estado do Rio de Janeiro.

 Inaugurado em 1965, em Copacabana, Zona Sul da Capital, o teatro está fechado há 20 meses. O projeto, de autoria da deputada Martha Rocha, inclui o tombamento de todo o acervo artístico, histórico e cultural do teatro.

 “Às vésperas de completar 57 anos de existência, o teatro precisa do reconhecimento desta casa e da nossa ajuda para voltar à ativa. A área da cultura foi uma das mais atingidas com essa pandemia. Esse tombamento demonstra que o povo do estado entendeu que a preservação e continuação desse espaço cultural é importante”, afirmou Marta Rocha.

O empresário e um dos fundadores Orlando Miranda contou que, por mês, o teatro tem uma despesa na ordem de R$ 40 mil, só de aluguel o valor chega a R$ 15 mil. Os deputados sugeriram que sejam apresentados projetos artísticos à Fundação de Artes do Estado do Rio de Janeiro (Funarj) que possibilitem a reabertura, assim como a manutenção de sua estrutura.

 “Está sendo muito difícil mantermos o espaço aberto. Já usei quase todas as reservas e ele corre sério risco de fechar as portas. O Princesa, como é popularmente chamado, faz parte da história das casas de espetáculo cariocas. Fomos palco dos primórdios da Bossa Nova, estreamos Roda Viva, trabalhamos com Procópio Ferreira, Zé Celso, Guarnieri, Marília Pêra, Jô Soares, Miele & Bôscoli, Simonal e muitos outros. É uma tristeza estarmos vivendo isso agora”, relatou Orlando, que estava acompanhado do presidente da Funarj, José Roberto Gifford, do produtor cultural Perfeito Fortuna, entre outros representantes da classe artística.

Por Buanna Rosa

Foto: Comunicação/ALERJ