NOVA FASE DO PALÁCIO: do cinza ao amarelo

NOVO CICLO DO PALÁCIO: do cinza ao amarelo

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Dando continuidade ao processo de recuperação do Palácio Tiradentes foi realizada a “janela de prospecção” da construção histórica incluindo paredes  (foto1) e portas internas (foto2). A técnica consiste em selecionar um trecho das parede e portas da edificação para avaliar, através de extração cuidadosa da camada de tinta, as condições e características da pintura original até a mais recente. E foi revelado que o Palácio Tiradentes, hoje em dia na cor amarela, era originalmente cinza.

 

Por Symone Munay

 

NOVA FASE DO PALÁCIO: higienização e inventário

NOVA FASE DO PALÁCIO: higienização e inventário

 

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Sala de apoio ao Plenário (ex Furna da Onça)
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Sala da presidência no primeiro andar 

Com seu estilo arquitetônico eclético o Palácio Tiradentes, antiga sede da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ), iniciou um novo ciclo depois de realizada a última sessão no Plenário Barbosa Lima Sobrinho, em 1º de julho de 2021. Mas a história da suntuosa construção localizada na Rua Primeiro de Março, s/n º, Praça XV, que começou em 1926, terá novos capítulos.

O palácio passará por um processo de restauro e modernização que dará a ele as condições para cumprir uma nova missão política para o Estado do Rio de Janeiro. Ele vai se transformar na Casa da Democracia, um museu e centro cultura aberto ao público, que estará revisitando a sua história e a história do país.

A recuperação do Palácio Tiradentes teve início na primeira quinzena de julho com a limpeza e esvaziamento das salas e galerias com apoio dos servidores das subdiretorias de Cultura, Engenharia e Patrimônio da ALERJ. Paralelamente isso a limpeza/higienização é realizada diariamente.

Os primeiros cinco meses de trabalho contaram com a participação da equipe multidisciplinar, incluindo consultores, técnicos, historiadores, arquitetos e engenheiros, muito dedicada à conservação histórica que deram prosseguimento ao  inventário mobiliário (fotos). Nos cinco andares da edificação já foram identificados – até novembro –750 peças, devidamente fotografadas e identificadas quanto sua localização, medidas e material utilizado na fabricação.

 

Por Symone Munay

Fotos: Comunicação/Alerj

 

DETALHES DE UM PALÁCIO: Uma homenagem ao Dia da República

 

DETALHES DE UM PALÁCIO: Uma homenagem ao Dia da República

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Pesando 350 toneladas e medindo 12 metros de diâmetro a cúpula central do Palácio Tiradentes foi  ornamentada com as telas  assinada pelos irmãos Rodolfo e Carlos Chambelland.  O entorno do vitral reproduz o céu do Rio do Janeiro  às 09:15h do dia 15 de novembro de 1889, momento exato da proclamação da República do Brasil. As oito pinturas dos Chambelland retratam “A evolução política brasileira” (telas maiores) e a “Formação territorial nacional” (telas menores).

Na última restauração da cúpula do Plenário Barbosa Lima Sobrinho, em 2017, a peça foi dividida em quadrantes, como um grande quebra-cabeça. Os componentes foram retirados de uma só uma vez, e depois recuperadas no atelier do vitralista Luidi Nunes que contou com a colaboração de 12 profissionais.

 

Por Symone Munay

 

 

 

PALÁCIO TIRADENTES ESTARÁ ABERTO NESTE SÁBADO COM A EXPO DANTE…VALE

 

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PALÁCIO TIRADENTES ESTARÁ ABERTO NESTE SÁBADO COM A EXPO DANTE…VALE

O Palácio Tiradentes estará aberto ao público a partir das 10 horas, deste sábado (13/10), com a “Exposição Dante…Vale”, que usa a sátira dos mestres do carnaval de Viareggio para exaltar “A Divina Comédia”, uma das obras literárias mais famosas do mundo, de autoria do poeta italiano Dante Alighieri que ganha esta homenagem especial no Rio de Janeiro quando se completam 700 anos de sua morte.

A obra de Dante é retratada na exposição por 17 esboços originais de carros alegóricos que desfilaram em diferentes edições do carnaval de Viareggio, cidade italiana na região da Toscana, onde a festa popular tem 148 anos de tradição.

Venha conferir!

 

Serviço:

O que: “Exposição Dante Vale”

Onde: Salão Nobre do Palácio Tiradentes. Rua Primeiro de Março, s/n – Praça XV – Centro.

Quando: 19/10 até 15/01/2022. De segunda a sábado das 10h às 17h. O acesso para cadeirantes poderá ser feito pela Rua Dom Manuel, s/n, atrás do palácio.

ENTRADA GRATUITA.

Mais sobre a exposição: www.dantevale.com.br

Por Symone Munay

 

MÚSICA DE NEGUINHO DA BEIJA-FLOR VIROU HINO OFICIAL DO MARACANÃ

Maracanã Marcelo Côrtes

MÚSICA DE NEGUINHO DA BEIJA-FLOR VIRA HINO OFICIAL DO MARACANÃ

 

Domingo, eu vou pro maracanã
Vou torcer pro time que sou fã
Vou levar foguetes e bandeira

São os primeiros versos da canção “O Campeão”, de Neguinho da Beija Flor, agora é Hino Oficial do Estádio do Maracanã. A Lei 9.454/21, de autoria dos deputados Chiquinho da Mangueira (PSC) e André Ceciliano (PT), foi sancionada e publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (12/11).

“Fazendo busca na internet, vimos que não havia um hino oficial. Nestas buscas sempre aparece a composição ‘O Campeão’, do Neguinho da Beija-Flor, que é cantada por todas as torcidas e também reconhecida mundialmente. Nossa proposta oficializa essa união entre a música e o estádio”, justificaram os autores.

Nas redes sociais, Neguinho da Beija-Flor afirma estar em êxtase de tanta alegria ao receber a notícia.

“Minha música ‘Domingo eu vou ao Maracanã’, também com os subtítulos de ‘O Campeão’ e ‘Meu Time’, 43 anos depois, foi escolhida para virar hino do templo do futebol”, comemorou o compositor.

Por Comunicação/Alerj

GILBERTO GIL É ELEITO PARA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS

 

 

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GILBERTO GIL É ELEITO PARA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS

O cantor e compositor Gilberto Gil foi eleito (11/11), com 21 dos 34 votos para a cadeira número 20 da Academia Brasileira de Letras (ABL), vaga com a morte, em 27 de maio do ano passado, do jornalista Murilo Melo Filho. Os outros dois concorrentes foram o poeta Salgado Maranhão e o escritor Ricardo Daunt. Os acadêmicos participaram da votação de forma presencial ou virtual, sendo que um deles não votou por motivo de saúde. Os ocupantes anteriores da cadeira 20 foram Salvador de Mendonça (fundador), Emílio de Meneses, Humberto de Campos, Múcio Leão e Aurélio de Lyra Tavares.

O “imortal” foi nomeado “Artista da Paz”

Nascido em Salvador em 26 de junho de 1942, Gilberto Passos Gil Moreira, foi também vereador na Câmara Municipal de sua cidade de 1989 a 1992 e ministro da Cultura, entre 2003 e 2008.

Na década de 1950, inspirado por Luiz Gonzaga, Gilberto Gil iniciou sua carreira tocando acordeon. Com a ascensão no gênero musical da Bossa Nova, passou a tocar violão e, em seguida, a guitarra elétrica.  Em seu primeiro LP, Louvação, lançado em 1967, traduziu em música elementos regionais, como em outras composições, como Procissão, Roda e Viramundo.

Em 1963, a parceria com Caetano Veloso e a adesão ao movimento Tropicália, acabou internacionalizando a música, o cinema, as artes plásticas, o teatro e a arte brasileira. O movimento gerou descontentamento do regime militar vigente à época, e os dois parceiros acabaram exilados. O exílio em Londres contribuiu para a influência do mundo pop na sua obra e chegou a gravar um disco na Europa, com canções em português e inglês.

São ao todo quase 60 discos e em torno de 4 milhões de cópias vendidas, tendo sido premiado com (09) nove Grammy . Na literatura, quatro livros: O poético e o político e outros escritos, 1988 – com Antonio Risério; Gilberto bem perto, 2013 – com Regina Zappa; Cultura pela Palavra, 2013 – com Juca Ferreira e Disposições amoráveis, 2016 – com Ana de Oliveira.

Gilberto Gil vêm sendo reconhecidas por várias nações, que já o nomearam, entre outros, “Artista da Paz”, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em 1999; foi embaixador da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO); além de receber condecorações e demais prêmios, entre eles a Légion d’ Honneur da França – Ordem Nacional da Legião de Honra -, a Sweden’s  Polar Music Prize –   chamado de Prêmio Nobel de Música da Suécia, apresentado pela primeira vez em 1992.

 

 

Por Symone Munay

Foto: Reprodução/Site ABL

SERVIDORES DO THEATRO MUNICIPAL SE REÚNEM COM COMISSÃO DA ALERJ

Theatro Municipal Gabi Figueiredo

SERVIDORES DO THEATRO MUNICIPAL SE REÚNEM COM COMISSÃO DA ALERJ

 

Após denúncias sobre as más condições de algumas das instalações do Theatro Municipal e a necessidade de reposição dos corpos artísticos através de concursos, nesta quarta-feira (11/11) a Comissão de Cultura da AlLERJ recebeu representantes dos servidores da casa para ouvir os relatos sobre os problemas existentes. Presidente da Comissão, o deputado Eliomar Coelho (PSOL) disse que, a partir do que foi informado, será solicitada uma reunião com a presidente do Municipal, a historiadora Clara Paulino, e a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio, Danielle Barros.

—O Municipal, na verdade, vem sofrendo há muito tempo com vários desses problemas, que são reflexo da redução do orçamento para o seu custeio. É urgente a realização dos concursos, para resolver as lacunas dos corpos artísticos — comenta Coelho. — Também queremos propor emendas destinadas ao Municipal, acredito que a Alerj será sensível a estas necessidades. Sobre as vagas abertas, Clara Paulino informou na terça ao GLOBO que fez a solicitação ao governo em outubro e que seu impacto financeiro está sendo avaliado pela assessoria de planejamento do teatro.

O deputado disse que os relatos ouvidos ontem geraram preocupação em relação à segurança do público e dos corpos artísticos:

— Não se pode arriscar que um bailarino se machuque porque o piso do palco não tem um sistema de amortecimento adequado, ou que o público não seja recebido em plenas condições. O Theatro Municipal é uma referência da cultura carioca para o Brasil e o mundo, não podemos deixar que este patrimônio seja ameaçado.

Em 2019, na gestão do presidente Aldo Mussi, foram arrecadados US$ 68 mil para a compra de um amortecedor que possibilitaria coreografias mais seguras, mas o piso nunca foi trocado e não se sabe o destino do dinheiro. Clara Paulino, que assumiu o teatro em fevereiro deste ano, informou ao GLOBO que desconhecia a informação até semana passada e que está tentando localizar o dinheiro.

Deputados irão solicitar reunião com presidente do teatro e com secretária estadual de Cultura, Danielle Barros

DETALHES DE UM PALÁCIO: A primeira mulher na tribuna

 

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DETALHES DE UM PALÁCIO: A primeira mulher na tribuna

Na manhã de 10 de novembro de 1934, no plenário do Palácio Tiradentes, sob a presidência do ministro Hermenegildo de Barros, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, iniciava a entrega dos diplomas dos 254 deputados constituintes eleitos.

Entre eles uma única mulher, Carlota Pereira de Queiroz, uma médica paulista, então com 42 anos de idade, entrava para a história política como a primeira deputada federal eleita na legenda da Chapa Única por São Paulo. “Representante feminina, única nesta Assembleia, sou, como todos que aqui se encontram, uma brasileira integrada no destino do seu país e identificada para sempre com os seus problemas”, disse em seu primeiro discurso na Casa legislativa, onde integrou a Comissão de Saúde e Educação. Sua fala na cerimônia foi marcada também pela preocupação com as diferenças. “Um povo que se divide em duas categorias de indivíduos, de um lado os homens e de outro as mulheres, será sempre um povo fraco”, disse a parlamentar, que havia participado da Revolução Constitucionalista, movimento de contestação à Revolução de 1930, em São Paulo ( 1932), onde esteve à frente de 700 mulheres na assistência aos feridos.

 

Por Symone Munay

Foto: Acervo MIS

ALERJ DISCUTE REGULAMENTAÇÃO DE TRANSPORTES TURÍSTICOS

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ALERJ DISCUTE REGULAMENTAÇÃO DE TRANSPORTES TURÍSTICOS

A Comissão de Turismo da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) realizou, nesta terça-feira (09/11), audiência pública para discutir a regulamentação de transportes turísticos no estado. Vice-presidente da comissão, a deputada Adriana Balthazar (Novo) destacou a importância dos municípios no processo de regulamentação: “A audiência ressaltou a importância da segurança e a autonomia dos municípios. São eles que dizem onde os veículos podem parar, a carga de turistas que a cidade suporta. Ninguém ganha com a desordem. É um assunto urgente e necessário. O turismo beneficia toda uma cadeia, das barracas da praia aos grandes hoteleiros”.

O presidente da Federação de Conventions & Visitors Bureaux (FC&VB-RJ), Marco Navega, frisou que a regulamentação não tem como objetivo afastar visitantes. “Não queremos proibir o acesso a praias e aos atrativos turísticos, muito pelo contrário, queremos que tenha uma regra definida, para preservar o espaço urbano e o espaço rural, evitando consequências drásticas e acidentes. Mais de 37% dos turistas que viajam para o país vêm para o Rio de Janeiro. Temos esse dever”, enfatizou.

Presidente da Comissão de Transportes, o deputado Dionisio Lins (PP) se posicionou de maneira favorável à regulamentação: “Como presidente da Comissão de Transportes, sou favorável à questão da regulamentação do transporte turístico. É uma situação que constrange turistas, e o turismo é uma saída para alavancar a estrutura da cidade do Rio e do estado. É a saída do desenvolvimento, da geração de riquezas, e a regulamentação é importante para avançarmos”.

Já o secretário estadual de Turismo, Gustavo Tutuca, informou na audiência pública que o Poder Executivo está analisando a possibilidade de destinar espaços pertencentes ao governo na capital para atendimento aos turistas. De acordo com Tutuca, o governador Cláudio Castro já determinou, por exemplo, que o espaço onde funciona o “Complexo Lagoon”, na Lagoa Rodrigo de Freitas, terá um modelo de concessão que irá privilegiar o turismo.

Por Eduardo Schmalter

Foto:Divulgação/Prefeitura Rio

ALERJ DEBATE MUDANÇAS NOS PROCESSOS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DA CULTURA

Dar mais transparência e agilidade aos processos de prestação de contas de projetos e ações culturais financiados com recursos públicos estaduais de fomento direto ou indireto no Estado do Rio de Janeiro. Este é o principal objetivo das Comissões de Cultura e do Cumpra-se!, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), que promoveram nesta segunda-feira (8/11) audiência pública on-line sobre esse tema. O debate reuniu representantes da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Secerj), do Tribunal de Contas do Estado (TCE), e de diversos coletivos culturais para discutir as estratégias de facilitação desses processos de prestação de contas.

Durante a reunião foram colhidas propostas para emendas ao projeto de lei 4785/2021, que trata das prestações de contas de projetos culturais em cumprimento à Lei 7035/2015, de aprimoramento da análise pelo Poder Público. A ideia é que o PL seja encaminhado para apreciação da Mesa Diretora da Casa e da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), para voltar ao plenário.

Autor do projeto de lei, o deputado Carlos Minc (PSB), presidente da Comissão do Cumpra-se!, destacou a participação efetiva de todos os atores envolvidos para que a burocracia em torno dos processos de prestação de contas não prejudique os agentes culturais, nem crie embaraços à própria Secerj, junto ao TCE e demais instâncias de órgãos reguladores. “A proposta tem a finalidade de atender aos princípios presentes no artigo 37 da Constituição Federal de 1988, buscando atuar com impessoalidade, publicidade e eficiência, possibilitando a prestação de contas de processos que otimizem recursos e sejam transparentes”, explicou Minc.

Windson Maciel, chefe do departamento jurídico da Sececrj, falou sobre o desafio de conseguir dar andamento a todos os processos de prestação de contas, situação que se agravou com a pandemia. Ele disse que hoje essas prestações podem ser feitas dentro da plataforma ‘Desenvolve Cultura’. “Há um grande passivo de processos de prestação de contas que foi encontrado, mas estamos avançando. Foi preciso aumentar o efetivo de pessoal para análise das prestação de contas. Era um gargalo na secretaria”, contou.

O subsecretário de Controle da Receita e Políticas de Cidadania (Subcidadania/TCE), Jorge Eduardo Salgado Salles, disse que a atual lei já prevê artigo para regulamentação própria e dá liberdade à secretaria para escolher projetos a fiscalizar, por amostragem ou de forma aleatória. No entanto, sugeriu que o novo texto do projeto de lei tenha um dispositivo prevendo a transparência da prestação. Segundo ele, hoje o site da secretaria está desatualizado e não contém documentos desde 2019.

Mestre Paulão Kikongo, da Rede de Pontos de Cultura, lembrou que mais de 400 pontos destinados à cultura não puderam receber apoio financeiro porque a prestação de contas feita em 2010 não foi devidamente analisada pela gestão da Secretaria à época. Ele solicitou que o novo PL estabeleça prazos para as análises, de modo a não prejudicar as atividades dos grupos que recebem recursos estaduais.

Presidente da Comissão de Cultura da Alerj, o deputado Eliomar Coelho (PSOL) disse que realizará uma audiência pública para tratar exclusivamente da capoeira no estado. Também participaram da audiência o assessor de Relações Intermunicipais da Secec-RJ), Adenilson Honorato; a produtora e dirigente da APTR/Associação de Produtores de Teatro, Márcia Dias; o ex-assessor na Ancine e integrante da Pé de Moleques Filmes, de Eduardo Lurnel, a produtora cultural Fernanda Borrielo e a assessora parlamentar Morgana Eneile, ambas integrantes do Conselho Estadual de Política Cultural do Rio de Janeiro (CEPC-RJ).

Por Rosayne Macedo0