Luto nas artes cênicas: Morre a atriz Camila Amado

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­A atriz Camila de Hollanda Amado morreu neste domingo, 6 de junho de 2021, aos 82 anos de idade. Ela lutava contra um câncer no pâncreas e morreu na residência de um de seus filhos na Gávea, bairro da zona sul do Rio de Janeiro.

A “Tia Candoca” da novela Éramos Seis –  TV Globo (2019) –  começou sua carreira em 1969, na novela Um Gosto Amargo de Festa, escrita por Claudio Cavalcante (1940-3013). De lá para cá, fez inúmeros personagens e participações  no cinema e na telinha como Pé na Cova,  Tapas e BeijosA Casa das Sete Mulheres, Cordel Encantado e Doce de Mãe – série que ganhou o Emmy Internacional de Melhor Comédia em 2014.

A também professora de interpretação brasileira se dedicou ao teatro, e entre seus maiores sucessos a comédia As desgraças de uma criança, a tragédia Hamlet e o clássico romântico A Dama das Camélias. 

 

 

Foto: Reprodução/Internet

*DETALHES DE UM PALÁCIO: Os relógios

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Vários relógios em estilo eclético de fabricação francesa – Électrique Brillié – estão distribuídos pelas galerias de circulação do Palácio Tiradentes e por diversas salas, como no departamento de Comunicação Social, na Sala de Imprensa, no Plenário Barbosa Lima Sobrinho, entre outros.

No passado os relógios eram controlados por um cronômetro do Observatório Astronômico. A maioria continua em perfeito funcionamento, e estão sob a manutenção do departamento de Oficina da Casa.  Porém, todos já adaptados para funcionar com pilhas comuns – AA de 1,5 volts.

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Por Symone Munay

Foto: Ascom/Alerj

*DETALHES DE UM PALÁCIO: A cúpula

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As oito pinturas dos irmãos Rodolfo e Carlos Chambelland ornamentam a cúpula do Palácio Tiradentes que pesa 350 toneladas e tem com 12 metros de diâmetro. No entorno do vitral – que reproduz o céu do Rio do Janeiro às 09:15h do dia 15 de novembro de 1889, momento exato da proclamação da República do Brasil – as telas retratam (foto 1) “A evolução política brasileira” (telas maiores) e a “Formação territorial nacional” (telas menores).

Na restauração da cúpula do Plenário Barbosa Lima Sobrinho, em 2017, a peça foi dividida em quadrantes, como um grande quebra-cabeça. Os componentes foram retirados de uma só uma vez, e depois recuperadas no atelier do vitralista Luidi Nunes que contou com a colaboração de 12 profissionais.

 

Por Symone Munay

Fotos: Ascom/Alerj

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*DETALHES DE UM PALÁCIO: A estátua

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A estátua

A majestosa estátua localizada na entrada do Palácio Tiradentes foi esculpida em bronze por Francisco de Andrade (1893-1953). Suas obras mais conhecidas são os bustos de José Bonifácio e de Benjamin Constant, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, na Cinelândia, e claro, o monumento a Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes). Nos seus 4,5 metros de altura, a estátua deveria representar o alferes mineiro no momento, em que, vestido com a túnica dos condenados foi conduzido à forca, no local onde se encontra hoje a Praça Tiradentes.

Para a colocação da estátua foi escolhido o mesmo ponto onde se localizava a cela em que Tiradentes esteve confinado. A caracterização do personagem como um “Jesus Cristo cívico” pelo escultor Andrade, em que exibe barba e cabelos longos, não condiz exatamente com a realidade. Segundo relatos de época, Tiradentes era um homem alto, grisalho, com barba e bigodes bem cortados, e que, na prisão para evitar a proliferação de piolhos, teve o rosto e a cabeça totalmente raspados.

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Por Symone Munay

Foto1: Acervo MIS / Fotos: Symone Munay

 

 

*DETALHES DE UM PALÁCIO: o primeiro capítulo do parlamento

O primeiro capítulo da nossa história parlamentar

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“Primeiro capítulo de nossa história parlamentar” é o nome do segundo grande painel localizado no corredor do segundo andar do Palácio Tiradentes. Sob a autoria de José Fiúza Guimarães (1868-1949) a obra retrata a delegação brasileira enviada às cortes constitucionais portuguesas. Em destaque, a figura do deputado federal Antônio Carlos Ribeiro de Andrada Machado e Silva (1773-1845), irmão de José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838) – o patriarca da independência. A tela representa Machado e Silva em um dos seus discursos, onde afirmou: “Desta tribuna até os reis têm que me ouvir”.

Em Portugal revela-se notável orador parlamentar, defendendo a autonomia brasileira e recusando-se a assinar a Constituição que recolocava o país sem situação colonial. Com a independência do Brasil ele se torna líder da Assembleia Constituinte de 1823, mas que é dissolvida por dom Pedro I algum tempo depois.

 

 

Por Symone munay

Foto: Symone Munay (reprodução)

Palácio recebe exposição em defesa da luta antimanicomial

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“Liberdade Terapêutica” é o título da exposição de fotografais que foi instalada nesta terça-feira (25) no Salão Nobre do Palácio Tiradentes, com 17 imagens produzidas em painéis de tecido de autoria dos fotógrafos Pâmela Perez e Marcelo Valle. O trabalho retrata pacientes que são atendidos pela rede de saúde mental do estado Rio de Janeiro e tem como objetivo incentivar o cuidado em liberdade e usar a arte como um norte para a construção de uma sociedade sem manicômios.

“A saúde mental se apropria da fotografia como ferramenta clínica e política, em sua vocação libertária de construção de narrativas absolutamente particulares para compor a ética e a (re) construção da vida”, destacou Pâmela, que é psicóloga e atua Instituto Municipal Nise da Silveira – que funciona como uma oficina de Terapêutica Ocupacional, cujo objetivo é aliviar a dor do conflito psicológico.

Em 18 de maio, numa ação da Frente Parlamentar em Defesa da Saúde Mental e da Luta Antimanicomial, da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), as mesmas fotografias  foram expostas ao ar livre na frente do Palácio Tiradentes para celebrar o Dia Nacional da Luta Antimanicomial.

“Foi muito importante essa exposição sair das escadarias do palácio e ganhar espaço em seu interior. Sem dúvidas, recebemos um grande reforço sobre importância dessa luta antimanicomial”, disse Pâmela.

Como o Palácio Tiradentes permanece fechado para visitação devido à pandemia da covid-19, a exposição pode ser visitada de forma virtual através do link https://retratosdasaudemental.46graus.com/apresentacao/. Os servidores da Alerj  poderão visitar a exposição até o dia 31 de maio.

 

 

 

Por Symone Munay

Foto:Thiago Lontra/Alerj

*DETALHES DE UM PALÁCIO: o primeiro capítulo da nossa história

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O primeiro capítulo
da nossa história

Há quem passe pelo primeiro capítulo da história do Brasil quando acessa o corredor do segundo andar pela entrada principal do Palácio Tiradentes, e talvez não perceba! Medindo 2,20m de largura por 4m de altura, a tela do artista Aurélio de Figueiredo ostenta o título de “O Primeiro Capítulo da nossa História”.  A pintura que foi instalada ali no ano de 1925, ano que antecedeu a inauguração do palácio, retrata o momento em que o escrivão Pero Vaz de Caminha (1450-1500) lê a carta descritiva das terras descobertas para Pedro Álvares Cabral e para Frei Henrique, célebre por ter realizado a 1ª missa em território brasileiro.

Conhecida como o primeiro documento que oficializou a História do Brasil, depois do descobrimento das terras aqui encontradas, o texto de Caminha registrou as primeiras impressões do que aqui foi observado. A carta foi escrita entre os dias 26 de abril e 02 de maio, em Porto Seguro, na Bahia. Segundo historiadores, os dias de interrupção se deram pelo fato de o escrivão ter que prestar auxílio ao capitão-mor da embarcação – na organização dos últimos detalhes – para a partida de uma nova frota rumo às Índias.

Em 2003, a tela foi restaurada por uma equipe de técnicos da Escola Nacional de Belas Artes,  o que justifica seu bom estado de conservação.

No mural, Pedro Álvares Cabral está sentado num pequeno banco de madeira de vários assentos, tendo Frei Henrique ao seu lado sob o olhar atento do Mestre João, bacharel em medicina, físico e astrônomo, em segundo plano, e à frente do escrivão Pero Vaz de Caminha, de pé.  A pintura se divide, ao longe e acima, pela portinhola da câmara de comando da embarcação. Sobre o convés, cai em dobras a bandeirada com cruz, símbolo da marinhagem – pessoal de bordo.

Em primeiro plano, do lado direito e na parte inferior do mural, uma cadeira sem encosto tem apetrechos indígenas tais como, arco, flecha, instrumentos musicais e outras indumentárias.

E não é por é acaso que a exposição do primeiro documento escrito de nossa História esteja sob a guarda do Palácio Tiradentes, ex sede da ALERJ – local de elaboração e guarda de documentos tão importantes de nossa História, a Casa das leis.

Sobre o autor da obra

O paraibano Francisco Aurélio de Figueiredo e Mello (1854 – 1916), nascido na cidade  de Areia, foi pintor, caricaturista, desenhista, escultor e tornou-se conhecido principalmente como pintor de temas históricos, retratos e cenas do gênero. Suas principais telas são: “Francesca da Rimini” (1883) e “Último baile da ilha fiscal/A ilusão do terceiro reinado” (1905), que representa o último baile da monarquia, realizado na Ilha Fiscal – no interior da baía de Guanabara, Rio de Janeiro.  Ainda adolescente frequentou a Academia Imperial de Belas Artes, no Rio de Janeiro, sob a orientação de seu irmão, o também pintor Pedro Américo (1843 – 1905).

 

 

 

por Symone Munay

Fotos: Reprodução Smy

Exposição virtual celebra 95 anos de inauguração do Palácio Tiradentes

 

 

Exposição de fotografias nos 95 anos do Palácio Tiradentes
Exposição Meu Palácio Tiradentes reúne fotógrafos da Alerj  

Para celebrar os 95 anos de inauguração do Palácio Tiradentes, uma parceria entre as subdiretorias de Cultura e Comunicação Social da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro apresenta a exposição virtual “Meu Palácio Tiradentes”. Programada inicialmente para ser exibida no Salão Nobre, ela precisou ser readaptada em respeito às normas sanitárias de distanciamento social. A mostra trás um olhar único e diferenciado de quatro fotógrafos que trabalham na Casa: Júlia Passos, Rafael Wallace, Thiago Lontra e Octacílio Barbosa. A apresentação completa está disponível em www.alerj.rj.gov.br

Quando foi inaugurado, em 6 de maio de 1926, o Palácio Tiradentes tinha uma importância muito maior do que ser a nova sede do Congresso Nacional. Ele buscava representar os melhores anseios da ainda jovem República Brasileira. Desde a sua localização, no mesmo lugar da antiga Casa de Câmara e Cadeia, sede da administração colonial portuguesa, até o nome e a localização exata da estátua de 4,5 metros do maior entre os mitos nacionais, tudo deveria sedimentar a opinião pública em torno dos avanços republicanos.

Por determinação da Mesa Diretora, todas as unidades da federação participaram da empreitada. Além das contribuições financeiras, vieram mobiliários de estados como São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo. O Rio Grande do Norte, por exemplo contribuiu com 50 toneladas de gesso. E diversas inovações técnicas caracterizaram a obra, como o uso de argamassa com resistência equivalente a pedra e vergalhões de ferro usados pela primeira vez no país.

Sobre os fotógrafos que integram a exposição:

Thiago Lontra é fotógrafo profissional há mais de doze anos. Formado na UESA, sua experiância no fotojornalismo vem dos jornais cariocas O Globo e Extra, tendo passado também por diversos outros jornais. É natural de Nova Friburgo e desde 2015 trabalha na Comunicação Social da Alerj. @tlontra também presta serviços de fotografia nas áreas de ensaios e eventos

Rafael Wallace é formado em Filosofia e Arte e atua há mais de 15 anos como fotógrafo profissional. Tendo sua base no fotojornalismo, tem interesse especial na fotografia de arquitetura e retratos corporativos. É também fundador da @RWBfotos, empresa de fotografia e audiovisual.

Julia Passos é formada em Estudos de Mídia e atua como fotógrafa há 7 anos. Iniciou sua carreira na Alerj como estagiária e hoje integra a equipe de fotografia. @juliapassos é também aluna da Academia Internacional de Cinema (AIC) e trabalha com projetos ligados à imagem da memória negra no Estado.

Octacílio Barbosa tem formação publicitária, mas encontrou no fotojornalismo uma oportunidade de traduzir em imagens sua visão humanista e pessoal da realidade. Seu trabalho (@octawow) traduz uma leitura profunda do olhar de seus retratados.

Para maiores informações:

ASCOM/ALERJ  (21) 2588-1000

Subdiretor de Cultura participa de debate sobre a criação do Museu de Arquitetura do Catete

 Por Larissa Ventura*

A Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) reuniu nesta terça-feira  (13/04 ), especialistas e representantes de instituições ligadas à preservação do patrimônio cultural do Rio e ao turismo para debater o Projeto de Lei 3.535/21, que propõe a criação do Museu de Arquitetura Urbana, no Catete. O objetivo do projeto é valorizar o patrimônio histórico presente nos bairros da Glória, Catete, Largo do Machado e Flamengo, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

O deputado Luiz Paulo (Cidadania), autor do texto, enfatizou a importância do debate e da construção coletiva do projeto: “É uma iniciativa que deve ser abraçada pelos órgãos do governo ligados à Cultura e ao Turismo, por empreendedores e, claro, pela própria Alerj, que tem interesse fundamental na história da nossa República. Vamos construir juntos esse projeto para que ele possa voltar à pauta da melhor forma possível”.

O historiador da Alerj, Douglas Libório, que também participou da elaboração do PL, acredita que a criação do museu pode reforçar o laço afetivo dos cariocas com a região: “A cidade do Rio foi fundada nessa localidade. O projeto é uma resposta ao mito da decadência do bairro após a mudança da capital do país para Brasília. Essa iniciativa é importante para pensarmos nossa história, o “ser carioca”, e para reforçar nossos laços com a cidade“.

Recursos Orçamentários

Da mesma forma, a presidenta do Conselho Federal de Museologia (Cofem), Rita de Cássia de Mattos, destacou a importância de se definir de forma clara a origem dos recursos financeiros para a execução do museu e sugeriu a presença de um museólogo no Comitê Gestor previsto pelo projeto de lei.

O projeto

De acordo com o projeto, o museu, que contemplaria áreas, espaços, edifícios e paisagens que retratem a diversidade arquitetônica carioca nos bairros (Glória, Catete, Largo do Machado e Flamengo), se tornaria um centro de referência para estudos sobre o desenvolvimento urbano e arquitetônico carioca, serviria como espaço para a expressão e para a manifestação cultural e promoveria o turismo de interesse histórico e arquitetônico.

Os pontos, espaços e construções do percurso seriam identificados em sua entrada através de uma placa com o selo do Museu de Arquitetura Urbana do Catete e um QR Code, que mostraria conteúdo histórico e arquitetônico do ponto de interesse.

O projeto define os pontos de percurso do museu, englobando Catete e os demais bairros de interesse. Confira:

Largo da Glória

Villa Aymoré

Igreja do Outeiro de Nossa Senhora da Glória

Memorial Getúlio Vargas

Hotel Glória

Edifício Milton

Antigo edifício sede da Manchete e Editora Bloch

Hotel Novo Mundo

Antigo prédio da União Nacional dos Estudantes (UNE)

Castelinho do Flamengo

Rua Benjamin Constant

Rua Santo Amaro

CIEP Presidente Tancredo Neves

Colégio Zaccaria

Rua Silveira Martins

Palácio do Catete (Museu da República)

Museu de Folclore Edison Carneiro

Conjunto arquitetônico do século XIX

Casarão Ameno Resedá

Rua Bento Lisboa

Antiga Faculdade de Direito

Antigo Cine Azteca

Centro Cultural Oi Futuro

IAB-RJ (Antiga Garagem de Bondes e Estação Telefônica)

Colégio Estadual Amaro Cavalcanti

Largo do Machado

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Glória

Praça José de Alencar

 

* diariodoRio.com

Publicação da levará leitor a uma viagem histórica

Nelson Freitas e o presidente da Alerj, André Ceciliano

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, deputado André Ceciliano, recebeu hoje das mãos do Subdiretor Geral de Cultura, Nelson Freitas (esq. na foto), o primeiro exemplar da nova publicação Palácio Tiradentes – A Casa da Democracia.  “O livro foi elaborado para conduzir o leitor a uma viagem à memória histórica e contemporânea do Palácio Tiradentes, construído em 1926 não só para ser a sede do parlamento brasileiro, mas como representação dos maiores anseios da jovem República”, explicou Nelson Freitas.

Com uma narrativa objetiva, repleta de imagens, o livro propõe uma leitura crítica e criativa da memória histórica e contemporânea brasileira desde a construção da Casa de Câmara e Cadeia, ainda no período colonial do Rio de Janeiro, passando pela mudança da capital para Brasília, até os dias de hoje, contemplando todos os espaços, símbolos e obras de arte do prédio.

“Ter a oportunidade de caminhar pelo Palácio Tiradentes é mais do que se encantar com seus detalhes estéticos, é respirar a História do Brasil onde ela realmente aconteceu”, disse o presidente da ALERJ, André Ceciliano. “Palácio Tiradentes – A Casa da Democracia”, vem cumprir justamente um papel de apresentar com detalhes esta “joia” da arquitetura brasileira, situada em um dos mais importantes centros históricos da cidade mais linda de nosso país”.

Em função dos limites impostos pela pandemia, o livro só terá uma cerimônia de lançamento após a vacinação. Além da dinamização da leitura do livro para as escolas do estado, a ALERJ disponibilizará versões em inglês e espanhol para o público estrangeiro que faz a visita guiada ao Palácio Tiradentes.

Foto: Ascom/Alerj