Palácio Tiradentes abre as portas no sábado para visitação

O Palácio Tiradentes guarda parte da história que começou nas primeiras décadas do século XVII. Atual sede do Legislativo fluminense, está localizado na região próxima ao cais da Rua Dom Manuel, hoje a Praça XV, onde se firmava como o mais importante centro político e financeiro do Brasil- Colônia.

Alguns dos capítulos dessa História do país e do estado do Rio estão na exposição Palácio Tiradentes – Lugar de Memória do Parlamento Brasileiro – aberta ao público de segunda – feira a sábado com guias bilíngues, inclusive nos feriados.

Trata-se de um tour pelo palácio, inaugurado em 1926, com arquitetura em estilo eclético, incluindo o Plenário Barbosa Lima Sobrinho, a biblioteca, a Sala de Imprensa Tim Lopes e as galerias destinadas ao povo.

 

Serviço:

Palácio Tiradentes: Rua Primeiro de Março, s/nº – Praça XV

Dias: Seg a sexta, das 10h às 17h. Sábado e feriados, das 12h às 17h. Escolas e grupos acima de 15 pessoas devem agendar pelo telefone: 2588 – 1251. Acesso para cadeirantes pela Rua Dom Manuel, s/nº. GRÁTIS.

 

Por Symone Munay

_Palácio Tiradentes

Morre Ruth de Souza

20190729_080122
Neste domingo, 28 de julho de 2019, nossa Cultura perdeu Ruth de Souza, a primeira atriz brasileira indicada a um prêmio internacional – em 1954 ganhou o troféu “Leão de Ouro” como melhor atriz no filme Sinhá Moça – Festival de Veneza.
A atriz deixou um enorme legado para a dramaturgia brasileira, com relevantes trabalhos realizados no Teatro, Cinema e Telenovelas.
Fora dos palcos, apesar da idade avançada, Ruth também atuava junto à diretoria do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado do Rio de Janeiro(SATED-RJ), para defender os interesses da categoria.
Nós, da Subdiretoria-Geral  de Cultura da Alerj, lamentamos essa grande perda e expressamos aqui nossos sentimentos a todos os familiares e amigos dessa grande brasileira.
Viva Ruth de Souza!

Palácio Tiradentes recebe exposição sobre 163 anos do Corpo de Bombeiros

 

Solenidade para comemorar os 163 anos da corporação acontecerá na quinta-feira

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) recebe, a partir desta terça-feira (09/07), uma exposição temporária sobre o legado histórico do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ). No último dia dois de julho, a corporação completou 163 anos de história, sendo a mais antiga do Brasil, fundada pelo Imperador Dom Pedro II. A mostra ficará em exposição até o dia 18 de julho, no Salão Nobre do Palácio Tiradentes. A entrada é franca. O espaço pode ser visitado de segunda a sábado, das 10h às 17h. A iniciativa foi da deputada Tia Ju (PRB) em parceria com a subdiretoria-geral de Cultura da Alerj.

Entre os materiais expostos ao público estão os primeiros equipamentos utilizados pelo Corpo de Bombeiros, como uma bomba manual usada pela corporação a partir de 1856. A exposição também conta com o primeiro hidrante da cidade do Rio, de 1879, além de uma caixa avisadora de incêndio e de uma estação telegráfica e telefônica, que eram utilizadas para recebimento das ocorrências. Os equipamentos modernos para salvamento em mar, serviços de socorro e manuseio de produtos perigosos também ficarão expostos na Alerj. O acervo disponível faz parte do Museu Histórico do Corpo de Bombeiros.

Solenidade

Na próxima quinta-feira (11/07), também acontecerá uma solenidade na Alerj para homenagear o Corpo de Bombeiros. Na ocasião, haverá uma apresentação da banda sinfônica da corporação na escadaria do Palácio Tiradentes. O evento está previsto para começar às 17h.

Serviço:

Exposição: “Legado Histórico do CBMERJ”.

Horário: Segunda a sábado, das 10h às 17h.

Endereço: Rua Primeiro de Março, s/nº- Praça Quinze. Tel: (21) 2588-1251.

O acesso para cadeirantes é feito pela Rua Dom Manuel, s/nº.

Entrada Franca.

exposição bombeiros   banda sinfonica bombeiros

Grupo de trabalho do “Caminhos do Brasil-Memória” querem mais segurança para o Centro da cidade

reuniao30.05

Reforço na segurança, iluminação pública adequada e melhorias na acessibilidade e mobilidade urbana, são os aspectos que mais preocupam os diretores dos equipamentos culturais situados no entorno da Praça XV, no Centro do Rio. Os tópicos fizeram parte do encontro realizado nesta quinta-feira (30/05), com representantes do projeto Caminhos do Brasil-Memória, de autoria do subdiretor-geral de Cultura da Alerj, Nelson Freitas em parceria com o Museu Histórico Nacional, Museu Naval, Museu da Justiça e o Paço Imperial.

A reunião foi aberta pelo presidente da Alerj, deputado André Ceciliano (PT), na sala de leitura da biblioteca do Palácio Tiradentes, cuja finalidade é traçar alternativas para as principais demandas com vistas a ampliar a visitação aos museus no centro da cidade, essencialmente à noite e aos finais de semana. “Muito gratificante tê-los reunidos com um objetivo nobre, que é o de proporcionar o que for de melhor na qualidade de vida para o povo fluminense”, disse o deputado.

 Para Freitas, com essas questões resolvidas e uma agenda cultural permanente e integrada, a região não só passará a receber um público maior como poderá contribuir para o desenvolvimento econômico do estado.

“Iremos produzir atividades artístico-culturais em conjunto e individualmente, para ampliar o valor ao projeto, de forma a atrair uma mais significativa vertente de público aos espaços. E também iremos criar uma visita guiada para conduzir fazer o “circuito histórico dos cinco museus”, disse ele.

O diretor do Museu da República, Sergio Sydow admitiu que as dificuldades são iguais às instituições do entorno, e que por isso, a interação é fundamental. “Estamos dispostos a abraçar este projeto assim como participar de toda e qualquer alternativa que surja para melhor operarmos. Precisamos trazer o público para dentro de nossos museus e espaços culturais”, destacou.

 “Juntos poderemos formar um novo público, pois a maioria dos visitantes, nos fins de semana, é formada por turistas. Queremos mais mobilidade e segurança para o carioca e o fluminense. Mas juntos chegaremos lá”, destacou a coordenadora técnica do Museu Histórico Nacional, Vânia Bonelli.

“Temos um modelo de carros elétricos que funciona bem em alguns eventos e que futuramente poderemos articular para esta região. No entanto, é necessário um estudo técnico e de viabilidade para esta região”, sugeriu o subinspetor da Guarda Municipal, Henrique Gonçalves.

Segundo,  o subdiretor de Cultura, a próxima etapa de trabalho do Caminhos do Brasil-Memória consistirá nos planos setoriais. As próximas reuniões serão setoriais e ampliadas para a participação da Fecomercio, Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), Firjan, Supervia, Metrô, VLT e CCR Barcas.

Também participaram do encontro o coordenador de diretoria da Comlurb,  Henrique Damásio; o coordenadores CET Rio, Marcelo Viana e Mauro Cesar; representantes do Museu da Justiça, Sergio Ricardo; Museu Naval , Almirante José Carlos Matias e Capitão de Corveta Patrícia Miquelini; da Polícia Militar, Coronel Tobias; o Paço Imperial,  Lúcia Helena e a  RioLuz, a engenheira Lucia Cajati.

Por Symone Munay

Representantes do projeto Caminhos do Brasil-Memória se reúnem na Alerj

Será realizada na próxima quinta-feira, (30/05), às 14:30h, na sala de leitura da biblioteca do Palácio Tiradentes uma reunião com 20 representantes de aparelhos culturais e da área de segurança pública para discutir as principais demandas para ampliar a visitação cultural no centro da cidade do Rio de Janeiro, essencialmente, aos finais de semana.

A iniciativa é do Subdiretor–Geral de Cultura da Casa, Nelson Freitas, autor do projeto Caminhos do Brasil-Memória com a parceria do Museu Histórico Nacional, Museu Naval, Museu da Justiça e o Paço Imperial.

 “O projeto vai contribuir, de forma significativa, para elevar os sentimentos de auto-estima e de pertencimento da população, de forma criativa, aliando sempre entretenimento à produção de conhecimento”, destacou Freitas.

 Também participarão do encontro integrantes da Polícia Militar, do Programa Centro Presente, CET-Rio e RioLuz.

Por Symone Munay

Palácio Tiradentes completa 93 anos

O Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), completou 93 anos nesta segunda-feira (06/05). Inaugurado em 1926, ele é um dos mais importantes marcos da arquitetura brasileira, ícone da ‘Belle Époque’ carioca. As suas dependências e corredores guardam uma grande parte da memória política do estado e do país. Até 1960 todos os presidentes da República, de Washington Luiz a Juscelino Kubitschek, tomaram posse no salão nobre do palácio e do alto de sua principal varanda discursavam para o povo, que lotava as escadarias. Como parte das comemorações dessa importante data, o quase centenário palácio ganhou um moderno sistema de iluminação artística, com o objetivo de transformar o local em um novo ponto turístico noturno. A ideia é preservar e perpetuar o prédio como dos principais locais de visitação para o turista no Rio.

Além de valorizar a beleza arquitetônica do palácio, considerado um patrimônio inestimável da cidade do Rio, a nova iluminação também beneficia a questão da segurança no seu entorno. O novo sistema contempla as ruas laterais do palácio, proporcionando maior proteção às centenas de pessoas que passam por essas vias no período da noite. A homenagem é uma iniciativa da presidência da Alerj, juntamente com a diretoria-geral da Casa. A arquitetura do Palácio Tiradentes lembra muito o Grand Palais de Paris, o prédio foi projetado em estilo eclético por Archimedes Memória e Francisco Couchet.

“Estamos resgatando o projeto de iluminacão da Light Designer Francesa, que fez a Torre Eiffel e o Museu do Louvre. O palácio merece essa revitalização por sua grande importância”, justifica o diretor-geral da Alerj, Wagner Victer. A revitalização paisagística do palácio implementada agora foi feita pela empresa que já cuida da manutenção elétrica da assembleia; ou seja, o serviço não teve qualquer custo adicional.

A subdiretoria-geral de Cultural da Casa também vem trabalhando para celebrar essa data emblemática. Recentemente, realizou visita guiada ao palácio com a participação especial do cantor e ator Toni Garrido. Ele, aliás, atuará no espetáculo musical ‘Um Palácio de Modinhas’, que faz parte do projeto ‘Alerj Para a Nossa Memória’, que será encenado todas as segundas-feiras dos meses de junho, julho e agosto, com entrada gratuita.

Palácio repleto de históriasEm 1960, ano da transferência da capital do Rio para Brasília, o Palácio Tiradentes passou a abrigar a Assembleia Legislativa do Estado da Guanabara (ALEG). Quinze anos depois, com a fusão dos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro surgiu a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). O terreno onde foi construído é considerado um sítio histórico. No Brasil Colônia ali ficava o prédio conhecido como Cadeia Velha. No andar de cima, trabalhavam os vereadores. No de baixo, ficava a cadeia. Por isso, o local ficou popularmente conhecido como Cadeia Velha.

Foi lá onde o alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, ficou preso, durante três anos antes de ser enforcado no dia 21 de abril de 1792. O antigo prédio foi demolido em 1922 para dar lugar à construção do palácio.

Visitação gratuita

Mais detalhes dessa rica história do Brasil e do Palácio Tiradentes podem ser conferidos, diariamente, por meio da visita guiada, incluindo sábados, domingos e feriados. Essas visitas podem ser marcadas no site da Alerj. É possível, também, fazer um tour virtual pelo palácio, com imagens em 360 graus.
Para ver o vídeo sobre todas as fases da história do palácio, vale a pena acessar este link.

Por Comunicação Social

Artistas participam do projeto Música para Nossa Memória da Alerj

reuniaoToniGarrido

 

“Vamos produzir um espetáculo que fará parte das atividades permanentes do Palácio Tiradentes”. A afirmação é do Subdiretor de Cultura da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Nelson Freitas, durante a primeira reunião de trabalho (24/04) com atores e músicos que participarão do projeto “Música para Nossa Memória – Modinha do Império”, que acontecerá às segundas-feiras de junho a agosto na Alerj.

Com letras assinadas pelos poetas que integraram o movimento da Inconfidência Mineira, o espetáculo vai contar com o ator e cantor Toni Garrido e a harpista Cristina Braga, com direção musical de José Maria Braga e direção cênica do ator Amir Haddad, todos presentes neste primeiro encontro.

“Com as artes, ampliamos a construção do olhar, ampliamos o exercício da cidadania no espaço público Palácio Tiradentes com um tema – Justiça Social e Liberdade –  que nos remete à contemporaneidade”, destacou Freitas.

“Queremos resgatar textos e experiências do povo comum que viveu naquela época. Quem sabe, descobrir talvez, as relações dos inconfidentes com os escravos. Afinal, o movimento dos inconfidentes foi a luta do povo brasileiro pela liberdade, contra a opressão do governo português. Porque não?!”, destacou o cantor Toni Garrido.

No musical ele interpretará canções que marcaram uma época da música brasileira, canções que deram origem aos diferentes ritmos, incluindo as Modinhas do Império que encantavam o público com textos de poetas que integraram o movimento social que ocorreu em Minas Gerais, no ano de 1789,  entre eles, Claudio Manoel da Costa, Thomas Antonio Gonzaga e Alvarenga Peixoto.

“Poemas e canções, ambos serão cuidadosamente alternados, de uma forma que possamos proporcionar ao público a História e arte com beleza e cronologia”, ressaltou Haddad, o diretor do espetáculo,

Segundo Freitas, o grupo vai trabalhar nos próximo dias na escolha do repertório, “ o que requer uma grande pesquisa, depois agendaremos novo encontro”, concluiu.

O projeto Música para Nossa Memória – Modinhas do Império foi criado para celebrar os 230 Anos da Inconfidência Mineira e visa proporcionar aos participantes, ao público em geral,  uma informação musical única e diferenciada, aliada ao entretenimento e conhecimento.

 

Por Symone Munay

Ator Toni Garrido participa de visita guiada do Palácio Tiradentes

O ator e compositor Toni Garrido fez uma visita especial (17/05) ao Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), acompanhado do Subdiretor-Geral de Cultura, Nelson Freitas. O tour teve duração de uma hora e contou também com os guias da exposição permanente: Palácio Tiradentes Lugar de Memória do parlamento brasileiro.

Durante o passeio, foi possível fazer um tour pela arquitetura eclética do Palácio Tiradentes assim como conhecer o plenário Barbosa Lima Sobrinho; a biblioteca e as salas das audiências públicas, além de suas peças de artes e mobília.

O artista será atração do espetáculo musical “Modinhas Imperiais”, com letras assinadas pelos poetas da Inconfidência Mineira, que acontecerá às segundas-feiras a partir de agosto na Alerj.  Além de Toni, o musical contará também com a harpista Cristina Braga e direção de José Maria Braga ( musical) e Amir Haddad (cênica).

Cartilha infanto-juvenil e contadores história estão entre as inovações da visita guiada

 

A ideia de aprimorar a visita guiada às dependências de todo o Palácio Tiradentes tem como ponto de partida adaptar o roteiro da exposição permanente Palácio Tiradentes: Lugar de memória do parlamento brasileiro ao universo infanto-juvenil. “Aplicaremos  uma linguagem que se aproxime mais das aulas de História que são ministradas nas escola às crianças e adolescentes. Precisamos falar para e com esse público.”  A proposta é do subdiretor geral de Cultura da Alerj, Nelson Freitas, que se reuniu na quarta-feira (20/03), com os todos os funcionários do setor e os 20 monitores, todos estagiários,  que atuam como guias bilíngues na visitação ao palácio.

Músico e professor, nascido e criado em Nova Iguaçu, na Baixada fluminense, Freitas assumiu o cargo no dia 15 de fevereiro com uma agenda repleta de projetos.  O ex-presidente da Fundação de Artes do Estado do Rio de Janeiro (Funarj) e ex-secretário de Cultura de Nova Iguaçu (2003-2005) fez questão de lembrar que quando jovem tentou afastar a música e as artes de suas frentes de trabalho, mas não tem sucesso.

Como produtor musical, projetos como o Quinta Oito e Meia – com shows de MPB; Som na Praça, em Nilópolis e Paracambi Literário –  evento de artes e literatura levam sua assinatura.  “Nunca deixei de compor. Enquanto componho, produzo. Produzo quando componho. Tentei provar pra mim que poderia viver sem ser da arte, mas não deu certo”, concluiu.

Quis o destino que Nelson assumisse o setor Cultura da Alerj, no ano de mudanças, ano em que a sede do Poder legislativo será transferida para o prédio da Rua da Ajuda, nº 5. O que está previsto para o mês de outubro. Dessa forma, o palácio ficará destinado penas aos visitantes, e o plenário Brabosa Lima Sobrinho,  aos eventos protocolares e sócio-culturais.

”O Palácio Tiradentes está às vésperas de se transformar num “museu vivo”, a grande expectativa da presidência da Casa. Para que isso aconteça, estamos dispostos a trabalhar para transformá-lo em um espaço de excelência em entretenimento e cultura. Acho fundamental sempre poder surpreender o outro, positivamente, e trabalharemos para isso”, ressaltou ele.

Depois de ouvir a demanda de vários integrantes da equipe, a pauta de trabalho foi a reformulação e modernização dos painéis  expositores da visita guiada estão na lista de das prioridades. Outra iniciativa, a necessidade imediata de inventário dos bens culturais e artísticos, como as obras de artes e mobiliário. “Queremos que as esculturas, os quadros e toda a mobília façam parte da mostra permanente”, destacou.

Publicações

A produção de duas publicações, uma destinada aos professores e outra com narrativa infantojuvenil, despertou a atenção e a interação dos guias. Com a publicação de uma literatura específica, Freitas explicou que, novos monitores poderão surgir para a atividade de contadores de histórias.

Segundo ele, será um trato especial de linguagem, nos moldes de um conto, sem perder a essência da histórica.

Somando-se às inovações, o projeto de retorno da itinerância das exposições nas  escolas e demais municípios, fazem parte dos esforços  para ampliar  o número de visitantes e conhecedores do Palácio Tiradentes, sua importância arquitetônica e histórica, para o Rio de Janeiro e para o país.

 

 

Por Symone Munay