Hoje é o Dia do Turista

palacio turistaSalao nobre turistas

No Brasil o Dia do Turista é comemorado neste domingo, 13 de junho. A data é destina a homenagear as pessoas que gostam de viajar para conhecer diferentes lugares e sítios históricos seja no país ou ao redor do mundo.

No entanto, em 08 de maio é celebrado o Dia Nacional do Turismo, data instituída pela lei federal nº 12.625, de 9 de maio de 2012. Existe também o Dia Mundial do Turismo, que é comemorado em 27 de setembro, e tem o intuito de fazer as pessoas conhecerem novos locais, culturas e sociedades distintas.

 

O Palácio Tiradentes continua fechado para visitação devido a pandemia da Covid 19.

Em breve estaremos abertos para visita guiada!

 

Foto: Symone Munay/Arquivo SGC

Alerj abre inscrições para a edição 2021 do Diploma Heloneida Studart

Artistas e instituições terão até o dia 30 de junho para se inscrever

Por Leon Lucius

 

cartaz PREMIO HELONEIDA STURDAT

Estão abertas as inscrições para a próxima edição do Diploma Heloneida Studart de Cultura, que será entregue em novembro deste ano. O diploma é um instrumento de reconhecimento e estímulo às boas práticas culturais promovido pela Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Os interessados devem se inscrever até o dia 30 de junho e o resultado será divulgado até 6 de setembro.

A premiação contempla pessoas e instituições em diversas áreas culturais: Artes Cênicas, Artes Visuais, Audiovisual, Literatura, Música, Gastronomia, dentre outras. A edição do Diploma Heloneida Studart de 2021 homenageia os centenários do educador Paulo Freire, da atriz Ruth de Souza e da dramaturga Maria Clara Machado, além dos 150 anos de Benjamim de Oliveira, o primeiro palhaço negro do país, e dos 100 anos da cantora Elizeth Cardoso – completados em 2020, ano em que o Diploma Heloneida Studart foi cancelado em virtude da pandemia de coronavírus.

“Essa edição especial terá a finalidade de realçar a cultura como ação transformadora da vida, não só como um instrumento de algo ou meio para algum lugar, como ouvimos em tantos discursos oficiais. As ações dos fazedores de cultura se confundem com suas próprias vidas, são quase indissociáveis e as práticas solidárias e de comunicação popular desde o início da pandemia são provas cabais do que estamos falando. Queremos conhecer mais algumas dessas vidas em movimento nessa edição”, declarou o deputado Eliomar Coelho (PSol), presidente da Comissão de Cultura da Alerj.

Diferentemente de outras edições, neste ano não haverá uma cerimônia presencial de entrega do diploma. Desta vez, os artistas e fazedores da cultura tomarão as telas da TV Alerj em um especial a ser exibido em 5 de novembro, Dia Nacional da Cultura. Os premiados terão que produzir vídeos com até três minutos, que deverão ser entregues à Comissão de Cultura entre os dias 7 de setembro e 29 de outubro. Clique no link abaixo  para acessar todo o regulamento:

https://docs.google.com/document/d/16E4MmJ3O3mKXWGrAcoJhHCT2T-ZPiYrLrdmLg9MSSD4/edit

A história do diploma

Criado em 2009 pela Resolução nº 874/2009, o diploma carrega o nome da escritora e também ex-deputada estadual Heloneida Studart. Ela se destacou por abordar pautas feministas na política e por suas produções literárias. Nascida em Fortaleza, Heloneida veio para o Rio de Janeiro aos 16 anos e estreou como colunista no jornal O Nordeste. Na década de 1960, tornou-se presidente do Sindicato das Entidades Culturais (Senambra). Na Alerj, Studart presidiu a Casa de 1981 a 1982 e integrou comissões voltadas ao direito da mulher. Ela faleceu em dezembro de 2007, aos 75 anos.

Desde a criação do Diploma, diversos artistas e instituições voltados à promoção da cultura no estado já receberam a honraria. “Além de homenagear a grande figura que foi Heloneida Studart, esse diploma surge como uma contribuição para sociedade fluminense ao divulgar essas ações culturais. Ao longo de todas as edições, a Comissão de Cultura teve o privilégio de conhecer e dialogar com pessoas físicas, coletivos informais, organizações sem fins lucrativos, associações classistas e muitas outras formas de fazer cultura e também temas transversais”, disse o deputado Eliomar.

 

DETALHES DE UM PALÁCIO: As vitórias

A Vitoria réplica PB estatua pquena

Vitórias

 

Na frente do Palácio Tiradentes as duas estátuas de bronze “Vitória”/ “Mulher Alada” foram produzidas pelo escultor brasileiro Paulo Mazzucchelli ([s.d.] –[s.d.]). Ambas estão sobre altas colunas de pedra, rodeando a figura central do lugar – a estátua do alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. As duas esculturas estão oferecendo coroas de louros pelo triunfo da Independência e da República.

No final de 1926, o escultor Mazzucchelli ofereceu o molde em gesso (foto p&b) da sua obra aos governantes do estado do Espírito Santo, que mandaram reproduzi-la em bronze para ser colocada num jardim público da capital Vitória.

 

Nota: “A estátua da “Vitória”, executada pelo sr. Paulo Mazzuchelli, para o novo edifício da Câmara dos Deputados, está lançada com galhardia. As linhas da figura são graciosas e elegantes, apresentando-a cheia de leveza, com agradável vaporosidade, de vôo alçado, quase solta no espaço”. O Jornal, Rio de Janeiro, 26 ago1925.

 

Por Symone Munay

Fotos: Reprodução SyMunay

Tv Alerj e Funarj passarão a exibir concertos da Sala Cecília Meireles

Sala Cecilia Meireles Foto Victor Jorge Divulgação

Por Ascom/Alerj

Além dos concertos de música erudita e brasileira, a emissora também está exibindo jogos de futebol

A programação da TV Alerj foi reforçada com entretenimento e esporte. Os espetáculos musicais realizados na Sala Cecília Meireles serão transmitidos ao vivo pelo canal, graças a um convênio com a Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (Funarj). As transmissões foram iniciadas com a série de concertos do Festival da Música Brasileira na Belle Époque Carioca, além de apresentações do compositor e ensaísta José Miguel Wisnik.

O diretor da emissora, Luciano Silva, conta que há planos para diversificar cada vez mais a programação, que iniciou este mês a transmissão dosjogos da Segunda e Terceira divisões do Campeonato Carioca.

“As importantes discussões políticas e o plenário ao vivo vão continuar como destaque.O que estamos fazendo é inserir o entretenimento e a cultura para dinamizar essas 24horas de grade. Temos planos de transmitir o sinal também em outras tvs por assinatura. Ou seja, nosso objetivo é fazer com que as pessoas vejam a TV Alerj como uma emissora comooutras da TV aberta”, esclarece o diretor.

Para o subdiretor de Cultura da Alerj, Nelson Freitas, as transmissões ao vivo de concertos fortalecem a posição da emissora como instrumento devalorização da rica produção cultural no estado, especialmente, em se tratando de um espaço nobre como a Sala Cecília Meireles.

“O papel da Cultura, sobretudo apoiado pela gestão pública, é de chegar a todos e todas por meio da democratização do acesso às produções. Concertos eruditose teatro não são acessíveis a uma grande parte da população. A parceria da TV Alerj com a Funarjampliaessa possibiildade”, afirma Freitas.

O presidente da Funarj, José Roberto Gifford, elogiou a iniciativa da TV Alerj de levar ao público a produção artística em cartaz no espaço cultural fluminense. Será a primeira emissora do estado do Rio de Janeiro a transmitir ao vivo as apresentações que ocorrem na Sala Cecília Meireles, que podem ser acessadas pelo canal próprio do YouTube. A expectativa é de que mais pessoas assistam aos concertos, especialmente neste momento de isolamento social necessário por causa da pandemia.

“É muito importante saber o que está acontecendo no estado, não somente na agenda política. ACultura é um espelho da realidade. No ano passado, as apresentações ao vivo pelo YouTube alcançaram 40 mil pessoas. Ou seja, existe uma grande demanda para essas apresentações. Em um canal aberto, certamente, esse número será muito maior”, complementou José Roberto.

A nova programação da TV Alerj se integra com diversas outras ações realizadas pela Alerj, com objetivo de promover o Parlamento também como local de arte e cultura. Com a mudança de endereço da Assembleia para o Edifício Lúcio Costa, no centro do Rio, o Palácio Tiradentes vai passar, futuramente, por reformas para abrigar um novo centro cultural.

Foto: Victor Jorge/ Divulgação

Luto nas artes cênicas: Morre a atriz Camila Amado

camilla-amado 2

 

­A atriz Camila de Hollanda Amado morreu neste domingo, 6 de junho de 2021, aos 82 anos de idade. Ela lutava contra um câncer no pâncreas e morreu na residência de um de seus filhos na Gávea, bairro da zona sul do Rio de Janeiro.

A “Tia Candoca” da novela Éramos Seis –  TV Globo (2019) –  começou sua carreira em 1969, na novela Um Gosto Amargo de Festa, escrita por Claudio Cavalcante (1940-3013). De lá para cá, fez inúmeros personagens e participações  no cinema e na telinha como Pé na Cova,  Tapas e BeijosA Casa das Sete Mulheres, Cordel Encantado e Doce de Mãe – série que ganhou o Emmy Internacional de Melhor Comédia em 2014.

A também professora de interpretação brasileira se dedicou ao teatro, e entre seus maiores sucessos a comédia As desgraças de uma criança, a tragédia Hamlet e o clássico romântico A Dama das Camélias. 

 

 

Foto: Reprodução/Internet

*DETALHES DE UM PALÁCIO: Os relógios

Os relógios Brillié

Vários relógios em estilo eclético de fabricação francesa – Électrique Brillié – estão distribuídos pelas galerias de circulação do Palácio Tiradentes e por diversas salas, como no departamento de Comunicação Social, na Sala de Imprensa, no Plenário Barbosa Lima Sobrinho, entre outros.

No passado os relógios eram controlados por um cronômetro do Observatório Astronômico. A maioria continua em perfeito funcionamento, e estão sob a manutenção do departamento de Oficina da Casa.  Porém, todos já adaptados para funcionar com pilhas comuns – AA de 1,5 volts.

relogio site 220210604_183257

 

 

 

 

 

Por Symone Munay

Foto: Ascom/Alerj

*DETALHES DE UM PALÁCIO: A cúpula

palácio_visto_de_frente[1]

A estátua

A majestosa estátua localizada na entrada do Palácio Tiradentes foi esculpida em bronze por Francisco de Andrade (1893-1953). Suas obras mais conhecidas são os bustos de José Bonifácio e de Benjamin Constant, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, na Cinelândia, e claro, o monumento a Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes). Nos seus 4,5 metros de altura, a estátua deveria representar o alferes mineiro no momento, em que, vestido com a túnica dos condenados foi conduzido à forca, no local onde se encontra hoje a Praça Tiradentes.

Para a colocação da estátua foi escolhido o mesmo ponto onde se localizava a cela em que Tiradentes esteve confinado. A caracterização do personagem como um “Jesus Cristo cívico” pelo escultor Andrade, em que exibe barba e cabelos longos, não condiz exatamente com a realidade. Segundo relatos de época, Tiradentes era um homem alto, grisalho, com barba e bigodes bem cortados, e que, na prisão para evitar a proliferação de piolhos, teve o rosto e a cabeça totalmente raspados.

20210528_193836

 

Por Symone Munay

Foto1: Acervo MIS / Fotos: Symone Munay

 

 

*DETALHES DE UM PALÁCIO: A estátua

palácio_visto_de_frente[1]

A estátua

A majestosa estátua localizada na entrada do Palácio Tiradentes foi esculpida em bronze por Francisco de Andrade (1893-1953). Suas obras mais conhecidas são os bustos de José Bonifácio e de Benjamin Constant, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, na Cinelândia, e claro, o monumento a Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes). Nos seus 4,5 metros de altura, a estátua deveria representar o alferes mineiro no momento, em que, vestido com a túnica dos condenados foi conduzido à forca, no local onde se encontra hoje a Praça Tiradentes.

Para a colocação da estátua foi escolhido o mesmo ponto onde se localizava a cela em que Tiradentes esteve confinado. A caracterização do personagem como um “Jesus Cristo cívico” pelo escultor Andrade, em que exibe barba e cabelos longos, não condiz exatamente com a realidade. Segundo relatos de época, Tiradentes era um homem alto, grisalho, com barba e bigodes bem cortados, e que, na prisão para evitar a proliferação de piolhos, teve o rosto e a cabeça totalmente raspados.

20210528_193836

 

Por Symone Munay

Foto1: Acervo MIS / Fotos: Symone Munay

 

 

*DETALHES DE UM PALÁCIO: o primeiro capítulo do parlamento

O primeiro capítulo da nossa história parlamentar

primeiro capitulo de nossa historia parlamentar 2detalhe primeiro capitulo do parlamento

“Primeiro capítulo de nossa história parlamentar” é o nome do segundo grande painel localizado no corredor do segundo andar do Palácio Tiradentes. Sob a autoria de José Fiúza Guimarães (1868-1949) a obra retrata a delegação brasileira enviada às cortes constitucionais portuguesas. Em destaque, a figura do deputado federal Antônio Carlos Ribeiro de Andrada Machado e Silva (1773-1845), irmão de José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838) – o patriarca da independência. A tela representa Machado e Silva em um dos seus discursos, onde afirmou: “Desta tribuna até os reis têm que me ouvir”.

Em Portugal revela-se notável orador parlamentar, defendendo a autonomia brasileira e recusando-se a assinar a Constituição que recolocava o país sem situação colonial. Com a independência do Brasil ele se torna líder da Assembleia Constituinte de 1823, mas que é dissolvida por dom Pedro I algum tempo depois.

 

 

Por Symone munay

Foto: Symone Munay (reprodução)

Palácio recebe exposição em defesa da luta antimanicomial

Exposicao_ThiagoLontra_25_05_2021-pequena 2

“Liberdade Terapêutica” é o título da exposição de fotografais que foi instalada nesta terça-feira (25) no Salão Nobre do Palácio Tiradentes, com 17 imagens produzidas em painéis de tecido de autoria dos fotógrafos Pâmela Perez e Marcelo Valle. O trabalho retrata pacientes que são atendidos pela rede de saúde mental do estado Rio de Janeiro e tem como objetivo incentivar o cuidado em liberdade e usar a arte como um norte para a construção de uma sociedade sem manicômios.

“A saúde mental se apropria da fotografia como ferramenta clínica e política, em sua vocação libertária de construção de narrativas absolutamente particulares para compor a ética e a (re) construção da vida”, destacou Pâmela, que é psicóloga e atua Instituto Municipal Nise da Silveira – que funciona como uma oficina de Terapêutica Ocupacional, cujo objetivo é aliviar a dor do conflito psicológico.

Em 18 de maio, numa ação da Frente Parlamentar em Defesa da Saúde Mental e da Luta Antimanicomial, da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), as mesmas fotografias  foram expostas ao ar livre na frente do Palácio Tiradentes para celebrar o Dia Nacional da Luta Antimanicomial.

“Foi muito importante essa exposição sair das escadarias do palácio e ganhar espaço em seu interior. Sem dúvidas, recebemos um grande reforço sobre importância dessa luta antimanicomial”, disse Pâmela.

Como o Palácio Tiradentes permanece fechado para visitação devido à pandemia da covid-19, a exposição pode ser visitada de forma virtual através do link https://retratosdasaudemental.46graus.com/apresentacao/. Os servidores da Alerj  poderão visitar a exposição até o dia 31 de maio.

 

 

 

Por Symone Munay

Foto:Thiago Lontra/Alerj