90 anos do Palácio Tiradentes

90 anos do Palácio Tiradentes

Palácio Tiradentes completa 90 anos

 

Legislativa, a construção ganha programação cultural de aniversário na qual despontam os muitos momentos históricos de que foi cenário

Por: Pedro Tinoco 07/05/2016

 

Erguida em 1640, a Cadeia Velha tinha dupla função: abrigava vereadores do Brasil Colônia e masmorras. Lá, o alferes Joaquim José da Silva Xavier cumpriu pena durante três anos até ser enforcado, em 21 de abril de 1792. Redimido pela proclamação da República, o mártir da Inconfidência acabou por batizar, com seu apelido, o imponente Palácio Tiradentes, construído no lugar da Cadeia Velha. A edificação histórica onde hoje funciona a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro está completando noventa anos de existência: começou a ser levantada em 1922 e abriu as portas em 6 de maio de 1926, como sede da Câmara Federal. A programação de aniversário inclui concertos e a encenação, nos dias 6 e 7, do espetáculo Tiradentes, um Palácio de Histórias, escrito e estrelado pelo historiador Milton Teixeira. A essa agenda cultural, soma-se a tradicional visita guiada que, no ano passado, arrebanhou 45 000 pessoas. Uma curiosidade: 7% do público vem da França, talvez atraído pela informação de que o palácio é inspirado no Grand Palais, ponto turístico parisiense. Lá dentro, no teto do salão nobre, sobressaem pinturas de Timóteo da Costa. Em técnica pontilhista, à moda dos impressionistas, o artista retratou a formação do povo brasileiro com um toque de fantasia proporcionado por anjos e fadas. Atração no plenário, o vitral que representa o céu em 15 de novembro de 1889, dia da proclamação da República, passa por restauração e voltará ao seu lugar em agosto. No Palácio Tiradentes, tomaram posse todos os presidentes eleitos, de Washington Luís (em 1926) a Juscelino Kubitschek (1956). Ali, personagens como Carlos Lacerda, Luís Carlos Prestes e Getúlio Vargas fizeram discursos históricos e registrou-se uma tragédia: em 26 de dezembro de 1929, o deputado federal pernambucano Souza Filho foi assassinado no plenário pelo gaúcho Ildefonso Simões Lopes. Em meio a tanta história e festejo, manteve-se a rotina na Alerj: na quarta (4), parlamentares debateram projeto de lei do deputado Milton Rangel (DEM) que institui, em outubro, a Semana Estadual da Família Tradicional.

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Palácio Tiradentes completa 90 anos

 

90 anos de história. O Palácio Tiradentes, no Centro do Rio, sede da Assembleia Legislativa faz aniversário. E uma programação especial foi montada.

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CORREIOS LANÇAM SELO E CARIMBO COMEMORATIVOS DOS 90 ANOS DO PALÁCIO TIRADENTES

 

Em homenagem aos 90 anos do Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), os Correios lançaram selo e carimbo personalizados, com uma marca alusiva à data comemorativa. Em cerimônia nesta quinta-feira (05/05), véspera do aniversário, a obliteração do selo, ou seja, o ato que o coloca oficialmente em circulação, foi realizada pelo presidente da Casa, deputado Jorge Picciani (PMDB), e pelos deputados Wagner Montes (PRB), Átila Nunes (PMDB) e Luiz Paulo (PSDB).

Em estilo art nouveau, o selo e o carimbo reproduzem a identidade visual criada para o aniversário. O objetivo é recriar a atmosfera e o design da década de 1920, época de inauguração do Palácio. A edição é limitada a 24 mil unidades e um exemplar seguirá para o Museu dos Correios.

“Hoje, os Correios deixam registrados uma marca permanente do reconhecimento do valor do Palácio Tiradentes. Com o lançamento dos selos, estamos contribuindo para a efetivação de uma fonte de cultura e conhecimento histórico”, afirmou Leonardo Garcia, representante da diretoria regional dos Correios.

Picciani destacou o trabalho da Alerj de inserção do Palácio no corredor cultural do Centro do Rio. “Além de fazer o trabalho legislativo, é fundamental que não percamos de vista esse pedaço da história. Que essas nove décadas sejam encaradas como memória vívida, e que apontemos um caminho para o futuro. Tenho certeza de que o Palácio Tiradentes vai se tornar um verdadeiro museu vivo, se revigorando sempre para representar a população do estado do Rio de Janeiro”, disse o presidente da Casa.

Participaram também da solenidade o diretor-geral, José Geraldo Machado, e os deputados Luiz Martins (PDT), Tania Rodrigues (PDT), Pedro Fernandes (PMDB), Tiago Mohamed (PMDB), Paulo Ramos (PSol), Lucinha (PSDB), Milton Gonçalves (DEM), Martha Rocha (PDT), Edson Albertassi (PMDB), Wanderson Nogueira (PSol) e Dr. Sadinoel (PMB).

Funcionários fazem aniversário no mesmo dia

Também nesta quinta, com direito a bolo no formato da cúpula histórica do plenário, Picciani e outros deputados receberam na presidência da Casa funcionários que fazem aniversário junto com o Palácio. A diretora de segurança da Casa, Cristina Vilhena, além de ter nascido no dia 6 de maio, tem uma tatuagem em homenagem ao Palácio. “Para mim, é uma honra fazer aniversário junto com o Palácio Tiradentes. Estou aqui há 27 anos e aprendi a amar esse lugar”, disse.

Programação dos 90 anos continua

Na sexta-feira (06/05), dia do aniversário, a Alerj voltará a hastear a bandeira do Brasil em seu local original, no alto do prédio. Também serão erguidas as bandeiras do Estado do Rio e a do Mercosul. No mesmo dia, os degraus da escadaria serão adesivados com 15 passagens históricas do Palácio.

Na sexta e no sábado (07/05), a história do prédio, de seus personagens e da própria democracia brasileira entram em cena no histórico Plenário Barbosa Lima Sobrinho, que estará de portas abertas ao público. A peça Tiradentes, um Palácio de Histórias, escrita e estrelada pelo historiador Milton Teixeira, acompanhado do grupo teatral Corsário Carioca, apresenta detalhes e curiosidades, com figuras históricas que passaram pelo Palácio. A entrada é franca e o plenário tem capacidade para 450 pessoas.

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Espetáculo conta a história dos 90 anos do prédio que sedia a Alerj

 

Com duração de 45 minutos, a peça conta a história do Palácio, inaugurado em 1926

Rio – No dia em que completa seus 90 anos, o Palácio Tiradentes, que sedia a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), abrirá suas portas ao povo para assistir à peça ‘Tiradentes, Um Palácio de Histórias’, hoje, às 19h. Escrito e estrelado pelo historiador Milton Teixeira, com seis atores do grupo teatral O Corsário Carioca, o espetáculo também será encenado amanhã, a partir das 15h.

Com duração de 45 minutos, a peça conta a história do Palácio, inaugurado em 1926 para abrigar a Câmara dos Deputados, que ficou ali até Brasília virar capital do país, em 1960. A trama destaca as figuras de Tiradentes e seu traidor, Joaquim Silvério dos Reis, passando por Getúlio Vargas e a primeira deputada mulher do Brasil, Carlota Pereira de Queirós.

Serviço

PALÁCIO TIRADENTES. Rua Primeiro de Março s/nº, Centro (2588-1000). Hoje, às 19h. Amanhã, às 15h. As senhas serão distribuídas uma hora antes do espetáculo.

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Palácio Tiradentes completa 90 anos

 

Matéria sobre os 90 anos do Palácio Tiradentes no RJTV.

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Palácio Tiradentes festeja 90 anos com peça que mostra passado e presente

 

Apresentação do grupo ‘O Corsário Carioca’ será encenada nas escadarias da Alerj nesta sexta-feira

ROSAYNE MACEDO

 

Rio – Getúlio Vargas e seus arquirrivais Carlos Lacerda e Luiz Carlos Prestes têm encontro marcado pouco antes das 19h desta sexta-feira, nas escadarias do Palácio Tiradentes, no Centro do Rio. Personagens de um dos períodos mais conturbados da história política nacional, personificados na pele de atores do grupo ‘O Corsário Carioca’, os três vão receber o público convidado para a peça ‘Tiradentes, um Palácio de Histórias’. Gratuito, para até 490 convidados, o espetáculo marca os 90 anos do prédio que hoje é sede da Assembleia Legislativa do Estado do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

“O Palácio Tiradentes é o lugar da memória da democracia brasileira”, sentencia o historiador Milton Teixeira, autor da peça e que também encarna o secretário Prado, figura fictícia que narra toda a história. Não é para menos. Palco até hoje de grandes manifestações e reinvindicações, foi ali, no mesmo terreno da Cadeia Velha onde Tiradentes ficou preso por três anos até ser enforcado em 1792, que ocorreram alguns dos principais acontecimentos do parlamento no Brasil.

Inaugurado em clima de festa em 6 de maio de 1926, após quatro anos de obras, o Palácio Tiradentes, como sede da Câmara Federal, recebeu todas as posses dos presidentes da República, de Washington Luiz, em 1926, até Juscelino Kubistcheck, em 1960. Na casa foram elaboradas e aprovadas as constituições de 1934 (que serve de modelo para a atual), a de 1946, a da Guanabara, de 1961, e as constituições estaduais de 1976 e 1979.

Das escadarias ao plenário de grandes discursos e embates políticos, o palácio acumula histórias cômicas e trágicas, como a morte do deputado Souza Filho, em 1929, às vésperas da chamada Revolução de 1930, que levou Getúlio Vargas ao poder. O episódio é lembrado em uma das cenas. A primeira deputada mulher do Brasil, Carlota Pereira de Queirós, eleita em 1933, também é retratada na montagem.

Mas nem sempre o Palácio esteve de portas abertas para o povo. Na Revolução de 1930 e durante o governo provisório de Vargas, a Câmara ficou fechada, até 1933, quando então se instalou uma nova assembleia constituinte. “Em 1937, com o golpe do Estado Novo, a casa volta a ser fechada e serve de sede do DIP, o órgão de censura e propaganda do governo de Vargas, que cuidava da imagem do presidente como ‘pai dos trabalhadores’, e fiscalizava tudo o que saía nos jornais impresso, nas rádios e até as músicas da época”, lembra o historiador José Paulo Antunes. Professor do Colégio Pedro II, ele atuou como monitor de visitas guiadas no Palácio Tiradentes entre 2010 e 2012. Antunes conta que a Câmara só reabre em 1945, com a redemocratização.

“Foi um período problemático, que sucedeu o governo ditatorial de Vargas, com relações conturbadas entre o regime presidencialista e o discurso parlamentar”, conta o historiador. “Dá para traçar um paralelo com a atualidade. Vargas e Dutra tiveram dificuldades para se relacionar com o Congresso. Já Juscelino teve mais facilidade, porque criou a tendência de governo de coalização, de negociar cargos com partidos para garantir a governabilidade”, compara.

De forma bem-humorada, a peça sobre os 90 anos do palácio também traça um paralelo entre passado e presente, ao destacar Joaquim Silvério dos Reis, traidor de Tiradentes, como “o primeiro caso de delação premiada do Brasil.” Sobre o encontro memorável lá do início dessa história? Ah, só assistindo ao espetáculo para saber mais.

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Diretora de segurança do Palácio Tiradentes tatuou a cúpula do prédio, que faz 90 anos, na pele: ‘Aqui a história acontece’

 

Clarissa Monteagudo

 

Ela é guardiã de um charmoso senhor de 90 anos, anfitrião de boa parte da história do Rio de Janeiro. E leva esse caso de amor e profissionalismo gravado na pele. Primeira mulher a se tornar diretora de segurança de uma assembleia legislativa no Brasil, Cristina Vilhena viveu 27 dos seus 52 anos dentro do Palácio Tiradentes. E faz aniversário hoje, mesmo dia do prédio histórico. Motivo de orgulho.

Quando o Picciani (presidente da Alerj) me disse que eu seria a diretora de segurança em 2004, eu indiquei outra pessoa. Ele falou que sabia que eu estava com medo, mas se não fosse eu, não seria ninguém. Era Dia Internacional da Mulher. — lembra.

Aprovada no concurso de 1988 para agente de segurança da Alerj, a então professora de Educação Física, filha de uma dona de casa e do vendedor de uma granja na cidade de Penedo, esbanja popularidade pelos corredores da Alerj:
— Quando cheguei, eu era uma menina do interior. Eu amo esse lugar, aprendi muito. Aqui, vemos a história acontecer.

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Coluna da Berenice Seara.

Palácio Tiradentes celebra 90 anos com plenário aberto ao povo

 

O Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa do Rio (ALERJ), no Centro do Rio de Janeiro, completa 90 anos, nesta sexta-feira(6). Para celebrar a data, o histórico Plenário, onde os deputados votam leis e discutem projetos no dia a dia, vai ser aberto ao povo para acompanhar a encenação da peça: “Tiradentes, Um Palácio de Histórias”

Geórgia Cristhine

 

Escrita e estrelada pelo historiador Milton Teixeira, acompanhado por seis atores do grupo de teatro O Corsário Carioca, a peça “Tiradentes, Um Palácio de Histórias” vai ser apresentada em duas sessões, uma nesta sexta (6), às 19h, e outra no Sábado, 7 de maio, às 15h. Com entrada gratuita.
Em entrevista exclusiva a Sputnik, a Diretora de Cultura da Alerj, Fernanda Figueiredo explicou que o Palácio Tiradentes foi inaugurado em 1926 para abrigar a Câmara dos Deputados. Antes, no entanto, no terreno do Palácio funcionava a Cadeia Velha, inaugurada em 1640, e que foi o local onde Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, mártir da Inconfidência mineira ficou preso por três anos até se executado, em 1792.
“O Palácio Tiradentes foi inaugurado em 1926 para abrigar a Câmara dos Deputados até Brasília virar capital, em 1960. A partir daí, o Palácio foi transformado na ALEG, que era a Assembleia Legislativa do Estado da Guanabara, e com a fusão do estado da Guanabara, ele virou ALERJ, e é até hoje sede do Parlamento brasileiro. Antes de ser construído o Palácio Tiradentes funcionava a Cadeia Velha, que foi onde ficou preso o Tiradentes durante três anos.”
A Diretora de Cultura da Alerj contou que o espetáculo comemorativo “Tiradentes, Um Palácio de Histórias” vai justamente contar um pouco da história do Palácio nesses 90 anos e de algumas personalidades que por ali passaram como o próprio Tiradentes e o seu traidor, Joaquim Silvério dos Reis, além de presidentes, como Getúlio Vargas, Luiz Carlos Prestes, Carlos Lacerda, e ainda a primeira deputada mulher do Brasil, Carlota Pereira de Queirós.
“As comemorações começaram na semana passada com o Festival Internacional de Harpas. Nesta quinta-feira(5), foi lançado um selo comemorativo do aniversário de 90 anos com os Correios, e amanhã(6) e no sábado(7), nós teremos a peça “Tiradentes,Um Palácio de Histórias”, que faz uma referência histórica dos fatos dos últimos 90 anos do Palácio até a atualidade, com personagens históricos.”
Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), inspirado no Grand Palais de Paris e projetado pelos arquitetos Arquimedes Memória e Francisque Couchet, Fernanda Figueiredo destacou ainda a importância do Palácio Tiradentes não só nó que diz respeito as leis, mas também no que diz respeito ao vasto acervo arquitetônico e artístico, atraindo visitantes do Brasil e do mundo.
“O importante é mostrar que o Palácio hoje é um museu vivo. Ele funciona como sede do Legislativo carioca, e também como palco de eventos culturais, além de estar situado e fazer parte do corredor cultural do centro histórico do Rio de Janeiro. Nós recebemos uma média de 4 mil visitantes por mês. Existe visita guiada todos os dias, de 10h às 17h, gratuita.”
Segundo ainda a Diretora de Cultura da Alerj, desde a inauguração de sua exposição permanente, em 2001, o Palácio recebeu mais de 500 mil visitantes, com um recorde de público, em 2015, quando 46.247 pessoas visitaram o Palácio Tiradentes. Entre os visitantes estrangeiros, o maior público é de franceses.
“Em 2015 batemos um recorde de visitação, e pretendemos em 2016, com as Olimpíadas duplicar esse número, por isso estamos realizando eventos nas escadarias, dentro do Salão Nobre. Dos estrangeiros, no ano passado a maior faixa de público veio da França. Nós recebemos muita gente da América Latina também, como Argentina. Do total de visitantes, 20% são estrangeiros.”
Para saber toda a programação cultural, basta acessar o site do Palácio Tiradentes.

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Palácio Tiradentes completa 90 anos

Em comemoração, personagens históricos vão circular pelo Centro em carro dos anos 20

Como parte das comemorações dos 90 anos do Palácio Tiradentes, no próximo sábado (07), atores do grupo Corsário Carioca farão um tour pelas ruas do Centro da cidade a bordo de Ford Bigode da década de 1920, divulgando o espetáculo “Tiradentes, Um Palácio de Histórias”. A peça será encenada no plenário da Casa, às 15h. O carro parte da rampa do Palácio Tiradentes, às 10h, passa pela Praça Tiradentes, Cinelândia, Praça XV, e retorna à sede da Assembleia Legislativa do Rio janeiro (Alerj).

O espetáculo tem duração de 45 minutos e faz um breve passeio pela história do Palácio, com destaque para Tiradentes e seu traidor, Joaquim Silvério dos Reis, passando ainda por Getúlio Vargas, Luiz Carlos Prestes, Carlos Lacerda e a primeira deputada mulher do Brasil, Carlota Pereira de Queirós.

Inaugurado em 1926, o Palácio Tiradentes foi construído para abrigar a Câmara dos Deputados, que ficou ali até Brasilia virar capital, em 1960. Antes, funcionou no terreno a Cadeia Velha, inaugurada em 1640, onde Tiradentes ficou preso por três anos até ser executado, em 1792.
Programação

Nesta quinta-feira (05), véspera do aniversário, os Correios lançam selo e carimbo comemorativos da data, com cerimônia no Salão Nobre. A edição é limitada a 2 mil folhas. Um exemplar vai para o Museu dos Correios. A solenidade acontece às 17h.

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Palácio da Alerj faz 90 anos com peça sobre Tiradentes aberta ao público

Peça contando a história do prédio terá entrada franca sexta e sábado.
Plenário tem capacidade para 450 pessoas.

Do G1 Rio

No dia em que o Palácio Tiradentes completa 90 anos, nesta sexta-feira (6), o plenário onde no dia a dia os deputados votam leis e discutem projetos será aberto ao público para assistir à peça “Tiradentes, um Palácio de Histórias”, escrita e estrelada pelo historiador Milton Teixeira, acompanhado de seis atores do grupo teatral O Corsário Carioca.
A peça tem duração de 45 minutos e faz um breve passeio pela história do Palácio, com destaque para Tiradentes e seu traidor, Joaquim Silvério dos Reis, passando ainda por Getúlio Vargas, Luiz Carlos Prestes, Carlos Lacerda e a primeira deputada mulher do Brasil, Carlota Pereira de Queirós.
A peça será encenada na sexta, às 19h, e no sábado (8), às 15h. A entrada é franca e o plenário tem capacidade para 450 pessoas. Recomenda-se chegar uma hora antes para pegar senha na porta.

Sede da Assembleia Legislativa do Rio janeiro (Alerj), o Palácio Tiradentes foi inaugurado em 1926 para abrigar a Câmara dos Deputados, que ficou ali até Brasília virar capital, em 1960. Antes, funcionou no terreno a Cadeia Velha, inaugurada em 1640, onde Tiradentes ficou preso por três anos até ser executado, em 1792.
Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), inspirado no Grand Palais de Paris e projetado pelos arquitetos Arquimedes Memória e Francisque Couchet, destaca-se por ser não apenas uma casa de leis, sua função primordial, mas, também, polo irradiador de história, arte e arquitetura. Já atraiu mais de 500 mil visitantes, entre brasileiros e estrangeiros, desde a inauguração de sua exposição permanente, em 2001. Em 2015, 46.247 pessoas visitaram o Palácio Tiradentes — um recorde. Entre os estrangeiros, o maior público é de franceses (7%).

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Palácio Tiradentes faz 90 anos com agenda cultural

 

Sede da Alerj, no Centro, comemora aniversário com programação gratuita e aberta ao público.

Plenário da Alerj vira palco de peça sobre história do palácio

05 de Maio de 2016

Em comemoração aos 90 anos do Palácio Tiradentes, atual sede da Alerj (Assembleia Legislativa), o plenário da Casa abriga o espetáculo “Tiradentes, Um Palácio de Histórias”, escrito e estrelado pelo historiador Milton Teixeira, acompanhado do grupo O Corsário Carioca, amanhã e sábado.
A peça conta a história de Tiradentes e seu traidor, Joaquim Silvério dos Reis, além de passar por Getúlio Vargas, Luiz Carlos Prestes, Carlos Lacerda e Carlota Pereira de Queirós, primeira deputada mulher do Brasil.
Rua Primeiro de Março, s/nº, Centro. Apenas amanhã, às 19h, e sábado, às 15h. Grátis, com distribuição de senhas 1h antes.

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Palácio da Alerj faz 90 anos com peça sobre Tiradentes aberta ao público

 

Geral –

 

Palácio Tiradentes terá peça nos seus 90 anos

No dia em que o Palácio Tiradentes completa 90 anos, nesta sexta-feira (6), o plenário onde no dia a dia os deputados votam leis e discutem projetos será aberto ao público para assistir à peça “Tiradentes, um Palácio de Histórias”, escrita e estrelada pelo historiador Milton Teixeira, acompanhado de seis atores do grupo teatral O Corsário Carioca.

A peça tem duração de 45 minutos e faz um breve passeio pela história do Palácio, com destaque para Tiradentes e seu traidor, Joaquim Silvério dos Reis, passando ainda por Getúlio Vargas, Luiz Carlos Prestes, Carlos Lacerda e a primeira deputada mulher do Brasil, Carlota Pereira de Queirós.

A peça será encenada na sexta, às 19h, e no sábado (8), às 15h. A entrada é franca e o plenário tem capacidade para 450 pessoas. Recomenda-se chegar uma hora antes para pegar senha na porta.

Sede da Assembleia Legislativa do Rio janeiro (Alerj), o Palácio Tiradentes foi inaugurado em 1926 para abrigar a Câmara dos Deputados, que ficou ali até Brasília virar capital, em 1960. Antes, funcionou no terreno a Cadeia Velha, inaugurada em 1640, onde Tiradentes ficou preso por três anos até ser executado, em 1792.

Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), inspirado no Grand Palais de Paris e projetado pelos arquitetos Arquimedes Memória e Francisque Couchet, destaca-se por ser não apenas uma casa de leis, sua função primordial, mas, também, polo irradiador de história, arte e arquitetura. Já atraiu mais de 500 mil visitantes, entre brasileiros e estrangeiros, desde a inauguração de sua exposição permanente, em 2001. Em 2015, 46.247 pessoas visitaram o Palácio Tiradentes — um recorde. Entre os estrangeiros, o maior público é de franceses (7%).

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Palácio Tiradentes: 90 anos

A Câmara comemora 190 anos com exposição sobre os 90 anos do Palácio Tiradentes (RJ) – sede da Câmara entre 1926 e 1960. A mostra apresenta o mobiliário e os objetos de escritório e de decoração pertencentes ao acervo museológico da Câmara.

O objetivo da exposição é resgatar o processo de consolidação do Poder Legislativo brasileiro, com imagens cedidas pelo Museu da Imagem e do Som (RJ), pelo Arquivo Nacional e pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, além de acervo próprio.

Palácio Tiradentes – Alerj – Rafael WallaceEm 1922 o Brasil completaria seu primeiro centenário de independência. Para celebrar a data, uma grande exposição internacional estava sendo preparada nas imediações da Avenida Rio Branco, no Rio de Janeiro.

Alguns edifícios da região seriam desocupados para servirem como pavilhões dos diversos países que estariam presentes, entre eles, o Palácio Monroe, que abrigava na época a Câmara dos Deputados – que vinha funcionando desde sua criação em edifícios provisórios e inadequados ao seu funcionamento.

Palácio Tiradentes – Alerj – Rafael WallaceO pedido de desocupação pareceu, então, uma oportunidade para pleitear a construção de uma sede própria e específica aos trabalhos legislativos.

O acordo firmado entre o presidente da República, o prefeito do Distrito Federal e o presidente da Mesa Diretora da Câmara autorizou a construção do Palácio Tiradentes, que abrigou a Casa Legislativa de 1926 até a transferência da capital federal para Brasília, em 1960.

Atualmente, funciona em suas dependências a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

Confira aqui o catálogo da exposição.

Exposição “Palácio Tiradentes: 90 anos”
Visitação: de 30 de abril a 7 de agosto de 2016, das 9h às 17h, inclusive em finais de semana e feriados (de acordo com os dias de visitação da Casa).
Local: Galeria de Arte do Salão Nobre da Câmara dos Deputados — Edifício Principal.
Entrada franca.
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Sede da Alerj, Palácio Tiradentes faz 90 anos

 

Terreno já abrigou cadeia onde mártir ficou preso

LUCAS GAYOSO

Rio – Endereço oficial da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), o Palácio Tiradentes faz 90 anos no dia 6 de maio e se destaca como um museu vivo da história do parlamento no Brasil, do Império à República, até os dias atuais. Palco de grandes encontros políticos e culturais, o prédio no Centro do Rio foi ponto de partida para a histórica passeata dos 100 mil, em 1968.

Naquele terreno, a alguns metros de distância da escadaria de acesso ao imponente palácio em estilo eclético, funcionava desde 1640 a Cadeia Velha, onde o inconfidente mineiro ficou três anos preso até ser enforcado, em 21 de abril de 1792.

O local era descrito à época como um ambiente insalubre, caindo aos pedaços. Para quem visita o local, voltar no tempo significa imaginar um Rio “selvagem e hostil”, segundo historiadores. A arquitetura da antiga Cadeia Velha simbolizava uma mensagem imperial. Nos andares debaixo, porões escuros, quentes e infestados de ratos eram destino daqueles que se posicionavam contra a Coroa Portuguesa. Já na parte superior funcionava a sede do Senado. Todo o dinheiro da cidade ficava guardado em um cofre chamado “burra”, que só podia ser aberto por três chaves, guardadas por três vereadores.

“Era assim que funcionavam as câmaras coloniais. No andar superior ficava quem elaborava as leis, e no inferior, quem as descumpria”, conta o historiador Gilberto Catão, coordenador da exposição ‘Lugar de Memória do Parlamento Brasileiro’, que pode ser vista por quem visita o Palácio Tiradentes.

Um ano após sua inauguração, uma noite mudaria os rumos do Império. Dom Pedro I mandou o Exército invadir o plenário, que resistiu durante horas. Diversos deputados foram presos e deportados, entre eles, José Bonifácio. O imperador reuniu dez homens de confiança e formalizou o ‘Poder Moderador’, que passava a influenciar os três poderes, criando um estado absolutista. O episódio ficou conhecido como ‘A noite da agonia’. “Foi um imenso retrocesso”, analisa Catão.

A medida foi tão impopular que ajudou a impulsionar a nascente República ao avanço mais importante da casa: a abolição, em 1888. “O Império estava desgastado e não tinha mais condições de se manter, dando lugar à elite do café, mais antenada, urbana”, afirma o historiador. Em 1922, a Cadeia Velha é demolida para as obras do Palácio Tiradentes, nova sede da Câmara dos Deputados. Mas isso é outra história… Sexta-feira que vem tem mais.
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Palácio Tiradentes, 90 anos: museu vivo do parlamento

 

Com reportagem de Lucas Gayoso, redação e edição de Rosayne Macedo
Publicada em 22 de abril de 2016

 

Endereço oficial da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), o Palácio Tiradentes faz 90 anos no dia 6 de maio e se destaca como um museu vivo da história do parlamento no Brasil, da Colônia à República, até os dias atuais. Ponto de partida para a histórica passeata dos 100 mil, em 1968, o prédio em estilo eclético no Centro do Rio tem sido o palco de grandes acontecimentos políticos e culturais da cidade.

Muita gente desconhece, mas foi naquele terreno, a alguns metros de distância da escadaria de acesso ao imponente palácio em estilo eclético, que funcionava desde 1640 a cadeia onde o alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, passou os últimos três anos de sua vida, ao lado de outros acusados de envolvimento no movimento da Inconfidência Mineira, até ser enforcado, em 21 de abril de 1792.

Conhecida como Cadeia Velha, a prisão começou a ser construída em 1938, ao lado do antigo Largo do Carmo, hoje Praça XV, no mais importante centro político, econômico e social da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.

De acordo com o historiador Gilberto Catão, além de sediar o Legislativo fluminense, o Palácio Tiradentes, com sua arquitetura em estilo eclético, se insere no rico conjunto de patrimônios históricos do estado.

“O Palácio Tiradentes protagonizou os principais fatos políticos do país. O seu legado é de lutas ao lado do povo em favor da soberania e da democracia”, afirma Catão, coordenador da exposição permanente ‘Lugar de Memória do Parlamento Brasileiro’, que pode ser vista por quem visita o Palácio Tiradentes.

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Sede da Alerj, Palácio Tiradentes passará por reforma para comemoração dos 90 anos

 

Projeto de restauração da área externa promete recuperar o brilho da construção, escondido sob camadas de sujeira

POR LUDMILLA DE LIMA 19/04/2015 6:00

 

RIO — Como quem se prepara para completar 90 anos em 2016, o Palácio Tiradentes coleciona seus muitos sinais da idade. Uma crosta negra, decorrente de poluição, hoje se multiplica como rugas por suas estátuas e pelo edifício amarelo pastel, projetado pelo arquitetos Archimedes Memória e Francisco Couchet. Em algumas paredes externas continuam gravadas as marcas dos protestos de 2013, quando o velho palácio foi testemunha de confrontos entre policiais e manifestantes e alvo de pichações. O vitral da cúpula, que representa o céu do Rio exatamente às 9h15m do dia 15 de novembro de 1889, momento da Proclamação da República, hoje é uma obra sem brilho. Um plástico usado como proteção contra infiltrações acabou grudado junto ao vidro, num efeito de sombras sobre as pinturas vistas do plenário, onde se reúnem os deputados estaduais. Mas o plano é que, no seu aniversário de 2016 — comemorado no dia 6 de maio —, o edifício seja motivo de admiração na renovada Praça Quinze.

Um projeto de restauração da parte externa do edifício, apresentado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 2011, começa a ser desengavetado. A presidência da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) afirma que enviou a proposta ao Iphan para que seja reavaliada, já que, para lançar licitação para a obra, precisa da confirmação do órgão. Diferente do primeiro projeto elaborado, a reforma agora também contemplaria a modernização do sistema de ar-condicionado, cujos dutos e equipamentos enfeiam a fachada. O orçamento para toda a obra deve ser apresentado no começo de maio, na próxima reunião da Mesa Diretora da Casa. A proposta inicial, de quatro anos atrás, foi estimada em cerca de R$ 11 milhões.

— A ideia é restaurar só a parte externa, porque, para mexer no interior, o prédio precisaria ser esvaziado. A obra vai abranger fachadas, coberturas, terraços, a cantaria da fachada, a cúpula e o seu vitral, além dos grupos escultórios — afirma a arquiteta da Alerj, Lenise Pereira da Silva.

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Palácio Tiradentes completa 90 anos nesta sexta-feira

Redação SRZD

O Palácio Tiradentes completa 90 anos na próxima sexta-feira (6) e será aberto ao público para assistir à peça “Tiradentes, um Palácio de Histórias”, escrita e estrelada pelo historiador Milton Teixeira, acompanhado de seis atores do grupo teatral O Corsário Carioca.

Tiradentes – Um Palácio de Histórias. Foto: DivulgaçãoO espetáculo faz um breve passeio pela história do Palácio, com destaque para Tiradentes e seu traidor, Joaquim Silvério dos Reis, passando ainda por Getúlio Vargas, Luiz Carlos Prestes, Carlos Lacerda e a primeira deputada mulher do Brasil, Carlota Pereira de Queirós.

“Joaquim Silvério dos Reis, traidor de Tiradentes, foi o primeiro caso de delação premiada do Brasil. Depois disso, ele ganhou terras, virou barão”, conta Milton Teixeira, que, na peça, será o narrador no papel de um funcionário testemunha ocular dessas nove décadas de uma rica história.

A peça tem duração de 45 minutos e será encenada na sexta, às 19h, e no sábado (7), às 15h.

A entrada é franca e o plenário tem capacidade para 450 pessoas. Recomenda-se chegar uma hora antes para pegar senha na porta.

Sede da Assembleia Legislativa do Rio janeiro (Alerj), o Palácio Tiradentes foi inaugurado em 1926 para abrigar a Câmara dos Deputados, que ficou ali até Brasilia virar capital, em 1960. Antes, funcionou no terreno a Cadeia Velha, inaugurada em 1640, onde Tiradentes ficou preso por três anos até ser executado, em 1792.

No mesmo dia, a Alerj voltará a hastear a bandeira do Brasil em seu local original, no alto do prédio. Também subirão as bandeiras do Estado do Rio e do Mercosul. Da década de 80 até agora, as bandeiras eram hasteadas em postes em frente ao prédio. Também na sexta, os degraus da escadaria serão adesivados com 15 passagens históricas do palácio nestes 15 anos.

Na quinta, véspera do aniversário, terá outra novidade. Os Correios lançam selo e carimbo comemorativos da data, com cerimônia no Salão Nobre. A edição é limitada a 2 mil folhas. Um exemplar vai para o Museu dos Correios. A solenidade acontece às 17h, no salão nobre.

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Alerj terá programação especial para comemorar seus 90 anos

Na sede da assembleia haverá apresentações musicais e peças

por Simone Candida
30/04/2016 6:00 / Atualizado 30/04/2016 14:58

RIO – Construído entre 1922 e 1926 para ser a sede da Câmara Federal dos Deputados, o Palácio Tiradentes foi erguido no terreno da antiga Cadeia Velha da cidade, onde o alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, esteve encarcerado por três anos antes de ser enforcado. O batismo do prédio em estilo neoclássico, que desde 1960 é o endereço da Assembleia Legislativa do Rio, nasceu de uma homenagem ao mártir brasileiro. Mas esta é apenas uma das muitas histórias do edifício, que no próximo dia 6 completa 90 anos de inauguração. Para marcar a data, a Alerj fará uma programação cultural especial.

— Queremos trazer o público para conhecer o interior do prédio e mostrar que o Palácio Tiradentes foi palco de muitas histórias — conta Fernanda Figueiredo, diretora de cultura da assembleia.

Na sexta-feira, as escadarias receberão adesivos com frases sobre os fatos dos últimos 90 anos, e a Bandeira do Brasil voltará a ser hasteada no alto do telhado, com uma nova iluminação. Um dos eventos mais esperados é a encenação de “Tiradentes, um Palácio de Histórias”, no plenário, às 19h. No dia 7, será às 15h. O roteiro da peça, que tem entrada gratuita, é do historiador Milton Teixeira. A agenda inclui apresentações de harpistas estrangeiros do Rio Harp Festival, no Salão Nobre, nos dias 7, às 15h, e 12, às 18h.

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