Grupo de trabalho do “Caminhos do Brasil-Memória” querem mais segurança para o Centro da cidade

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Reforço na segurança, iluminação pública adequada e melhorias na acessibilidade e mobilidade urbana, são os aspectos que mais preocupam os diretores dos equipamentos culturais situados no entorno da Praça XV, no Centro do Rio. Os tópicos fizeram parte do encontro realizado nesta quinta-feira (30/05), com representantes do projeto Caminhos do Brasil-Memória, de autoria do subdiretor-geral de Cultura da Alerj, Nelson Freitas em parceria com o Museu Histórico Nacional, Museu Naval, Museu da Justiça e o Paço Imperial.

A reunião foi aberta pelo presidente da Alerj, deputado André Ceciliano (PT), na sala de leitura da biblioteca do Palácio Tiradentes, cuja finalidade é traçar alternativas para as principais demandas com vistas a ampliar a visitação aos museus no centro da cidade, essencialmente à noite e aos finais de semana. “Muito gratificante tê-los reunidos com um objetivo nobre, que é o de proporcionar o que for de melhor na qualidade de vida para o povo fluminense”, disse o deputado.

 Para Freitas, com essas questões resolvidas e uma agenda cultural permanente e integrada, a região não só passará a receber um público maior como poderá contribuir para o desenvolvimento econômico do estado.

“Iremos produzir atividades artístico-culturais em conjunto e individualmente, para ampliar o valor ao projeto, de forma a atrair uma mais significativa vertente de público aos espaços. E também iremos criar uma visita guiada para conduzir fazer o “circuito histórico dos cinco museus”, disse ele.

O diretor do Museu da República, Sergio Sydow admitiu que as dificuldades são iguais às instituições do entorno, e que por isso, a interação é fundamental. “Estamos dispostos a abraçar este projeto assim como participar de toda e qualquer alternativa que surja para melhor operarmos. Precisamos trazer o público para dentro de nossos museus e espaços culturais”, destacou.

 “Juntos poderemos formar um novo público, pois a maioria dos visitantes, nos fins de semana, é formada por turistas. Queremos mais mobilidade e segurança para o carioca e o fluminense. Mas juntos chegaremos lá”, destacou a coordenadora técnica do Museu Histórico Nacional, Vânia Bonelli.

“Temos um modelo de carros elétricos que funciona bem em alguns eventos e que futuramente poderemos articular para esta região. No entanto, é necessário um estudo técnico e de viabilidade para esta região”, sugeriu o subinspetor da Guarda Municipal, Henrique Gonçalves.

Segundo,  o subdiretor de Cultura, a próxima etapa de trabalho do Caminhos do Brasil-Memória consistirá nos planos setoriais. As próximas reuniões serão setoriais e ampliadas para a participação da Fecomercio, Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), Firjan, Supervia, Metrô, VLT e CCR Barcas.

Também participaram do encontro o coordenador de diretoria da Comlurb,  Henrique Damásio; o coordenadores CET Rio, Marcelo Viana e Mauro Cesar; representantes do Museu da Justiça, Sergio Ricardo; Museu Naval , Almirante José Carlos Matias e Capitão de Corveta Patrícia Miquelini; da Polícia Militar, Coronel Tobias; o Paço Imperial,  Lúcia Helena e a  RioLuz, a engenheira Lucia Cajati.

Por Symone Munay

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